O objetivo do estudo é evitar a possível perda de parte do rosto e de outras áreas do corpo
Por Mariana Camba/mariana.camba@rac.com.br

Pesquisadores da Faculdade de Ciências Médicas (FCM) e do Instituto de Química (IQ) da Unicamp desenvolveram um tratamento promissor para o câncer de pele, como uma alternativa à remoção cirúrgica de áreas lesionadas pelo tumor. A pesquisa parte da mistura do complexo de prata e de um anti-inflamatório, que nos testes iniciais apresentou resultado positivo com a remissão parcial e total da doença em animais e, agora, segue na fase de testes clínicos em humanos. O estudo parte do uso do fármaco por meio de uma membrana, desenvolvida em parceria com a Faculdade de Araraquara, que deve ser aplicada sobre a pele como um adesivo desenvolvido de acordo com a região lesionada de cada paciente.
Segundo o professor associado do IQ e coordenador do Laboratório de Pesquisas em Química Bioinorgânica e Medicinal (LQBM) da Unicamp, Pedro Paulo Corbi, compostos com metais, como a prata, são eficazes no tratamento de lesões de pele, assim como as causadas pelo Carcinoma de Células Escamosas (CCE) — o segundo tipo mais comum de câncer de pele, com origem nas principais células da epiderme e que ocorre devido a vários fatores, como a exposição ao sol.
(…)
LEIA O TEXTO ORIGINAL NA ÍNTEGRA NESTE LINK.








