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Pesquisadora principal no CEPID CancerThera, Elba Etchebehere assume novas posições de liderança internacional e amplia representatividade da Medicina Nuclear brasileira

A Dra. Elba Etchebehere, médica nuclear, professora da Faculdade de Ciências Médicas da Universidade Estadual de Campinas (FCM/Unicamp) e pesquisadora principal do CEPID CancerThera, consolidou uma sequência de conquistas institucionais que ampliam a projeção internacional da pesquisa brasileira em Medicina Nuclear. 

As novas posições evidenciam o papel crescente — e cada vez mais valorizado — de pesquisadores que transitam entre a produção científica e a governança institucional, como é o caso de Etchebehere. Ao ocupar espaços de liderança, os pesquisadores são capazes de influenciar políticas científicas, diretrizes clínicas e agendas de cooperação internacional.

Para o CancerThera, a presença de um de seus membros em posições estratégicas na América Latina e no cenário global fortalece a capacidade de articulação do centro em temas de sua abordagem, como a Oncologia, a Medicina Nuclear e a Radiofarmácia. O conjunto dessas conquistas projeta não apenas a trajetória individual da pesquisadora, mas também a maturidade da pesquisa brasileira no ambiente científico internacional.

Presidente eleita da ALASBIMMN

Elba Etchebehere, presidente eleita da ALASBIMMN (2026–2028), ao lado dos também médicos nucleares Rodolfo Ferrando e Amelia de los Reyes, respectivamente, atual presidente e ex-presidente da associação.

Em 15 de fevereiro, durante o Congresso da Federação Mundial em Cartagena, foi nomeada presidente eleita da Associação Latino-Americana de Sociedades de Biologia, Imagens Moleculares e Medicina Nuclear (ALASBIMMN) para o período 2026–2028. A entidade reúne sociedades nacionais da América Latina e do Caribe com a missão de fortalecer a integração regional, promover pesquisa científica e ampliar o acesso seguro às tecnologias de Medicina Nuclear.

“Assumir a presidência da ALASBIMMN é uma oportunidade de contribuir para uma agenda latino-americana de Medicina Nuclear mais integrada, especialmente em um momento estratégico para a região, que busca harmonizar padrões de qualidade e expandir a terapia com radionuclídeos em seus sistemas de saúde”, afirma Etchebehere, que também é presidente da Sociedade Brasileira de Medicina Nuclear e Imagem Molecular (SBMN), um estado-membro fundador da ALASBIMMN.

Governança da WARMTH

Etchebehere também foi eleita para o quadro de governança (2026–2027) da World Association of Radiopharmaceutical and Molecular Therapy (WARMTH), uma organização global dedicada especificamente à terapia molecular com radionuclídeos e ao modelo Teranóstico.

A WARMTH atua na promoção da ciência, educação, padronização de boas práticas e ampliação do acesso mundial às terapias radiofarmacêuticas, especialmente em países em desenvolvimento. A eleição reforça a inserção do Brasil nas discussões estratégicas sobre o futuro da terapia nuclear. “Estou confiante de que minha atuação na WARMTH possa fortalecer a articulação global necessária para a expansão do acesso às terapias com radionuclídeos de forma segura e baseada em evidências”, diz.


TextoRomulo Santana Osthues | Fotos: Acervo pessoal da pesquisadora

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