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	<title>Notícias - CEPID CancerThera</title>
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	<description>Centro de Inovação Teranóstica em Câncer</description>
	<lastBuildDate>Mon, 15 Jun 2026 18:11:14 +0000</lastBuildDate>
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		<title>Pesquisadores do CEPID CancerThera participam do Encontro Anual da SNMMI, nos Estados Unidos; trabalho apresentado é premiado como melhor abstract internacional</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Jornalismo CancerThera]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 15 Jun 2026 17:43:29 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Entre os dias 30 de maio e 2 de junho, a cidade de Los Angeles (Estados Unidos) sediou o Encontro Anual da SNMMI (Society of Nuclear Medicine &#38; Molecular Imaging), [&#8230;]</p>
<p>The post <a href="https://www.cancerthera.org.br/pesquisadores-do-cepid-cancerthera-participam-do-encontro-anual-da-snmmi-nos-estados-unidos-trabalho-apresentado-e-premiado-como-melhor-abstract-internacional/">Pesquisadores do CEPID CancerThera participam do Encontro Anual da SNMMI, nos Estados Unidos; trabalho apresentado é premiado como melhor abstract internacional</a> first appeared on <a href="https://www.cancerthera.org.br">CEPID CancerThera</a>.</p>]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Entre os dias 30 de maio e 2 de junho, a cidade de Los Angeles (Estados Unidos) sediou o <a href="https://snmmi.org/AM/AM/Home.aspx" target="_blank" rel="noopener" title="">Encontro Anual da SNMMI</a> (Society of Nuclear Medicine &amp; Molecular Imaging), um dos maiores e mais prestigiados eventos mundiais voltados à inovação em Medicina Nuclear. A ciência brasileira marcou presença no encontro, com destaque para a equipe de pesquisadores do <a href="https://www.cancerthera.org.br/sobre-o-cancerthera/" target="_blank" rel="noopener" title="">CEPID CancerThera</a>.</p>



<p>Um importante momento da delegação ocorreu com a premiação do Dr. <a href="https://www.cancerthera.org.br/equipe-cancerthera/celso-dario-ramos/" target="_blank" rel="noopener" title="">Celso Dario Ramos</a>, médico nuclear, professor da Faculdade de Ciências Médicas da Universidade Estadual de Campinas (FCM/Unicamp) e pesquisador principal no CancerThera. Conduzido e apresentado por ele no evento, o estudo “<em>Whole-body ¹18F-FDG PET/CT Reveals More Extensive Multiorgan Disease than Conventional Staging in Paracoccidioidomycosis</em>” (em português, &#8220;PET/CT de corpo inteiro com 18F-FDG revela doença multiorgânica mais extensa do que o estadiamento convencional na paracoccidioidomicose&#8221;) foi o vencedor do prêmio de melhor abstract internacional. </p>



<p>O estudo inova ao utilizar a tecnologia do exame de PET/CT (Tomografia por Emissão de Pósitrons combinada com Tomografia Computadorizada) de corpo inteiro com o radiofármaco 18F-FDG (fluordesoxiglicose marcada com Flúor-18) para avaliar a extensão da paracoccidioidomicose, uma doença fúngica sistêmica e infecciosa, endêmica na América do Sul. &#8220;É pouco estudada e considerada uma doença negligenciada&#8221;, diz Ramos.</p>



<p>Ele explica que há esforços para novas drogas, mas faltam investimentos em diagnóstico, já que os métodos convencionais não revelam a gravidade do quadro. Ele justifica o que pode ter chamado a atenção da comissão julgadora para definir o mérito do trabalho: &#8220;Nós conseguimos detectar a real extensão, identificando sítios de doença que, até agora, com a frequência que nós identificamos, só eram vistos em estudos com autópsia”.</p>



<p>Além do estudo sobre o diagnóstico da paracoccidioidomicose, Ramos também levou ao congresso os avanços do CancerThera na área oncológica, apresentando uma investigação que compara a captação, no câncer de pulmão, dos radiofármacos 18F-FDG e Lu177-PSMA (Antígeno de Membrana Específico da Próstata marcado com Lutécio-177). &#8220;Verificamos que a captação de PSMA acontece em muitos casos de câncer de pulmão, mas ela tende a ser diferente em dois tipos histológicos&#8221;, diz. O pesquisador pontua que o adenocarcinoma pulmonar possui captação mais intensa que o carcinoma espinocelular, achado ainda inédito na literatura médica. O título do estudo apresentado foi “<em>Intraindividual Comparison of ¹⁸F-FDG and ¹⁸F-PSMA PET/CT in Non–Small Cell Lung Cancer</em>&#8221; (&#8220;Comparação intraindividual de PET/CT com ¹⁸F-FDG e ¹⁸F-PSMA em câncer de pulmão de células não pequenas&#8221;).</p>



<figure class="wp-block-image size-large"><img fetchpriority="high" decoding="async" width="1024" height="576" src="https://www.cancerthera.org.br/wp-content/uploads/2026/06/Encontro-SNMMI_2026-1024x576.jpg" alt="" class="wp-image-15201" srcset="https://www.cancerthera.org.br/wp-content/uploads/2026/06/Encontro-SNMMI_2026-1024x576.jpg 1024w, https://www.cancerthera.org.br/wp-content/uploads/2026/06/Encontro-SNMMI_2026-300x169.jpg 300w, https://www.cancerthera.org.br/wp-content/uploads/2026/06/Encontro-SNMMI_2026.jpg 1595w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /><figcaption class="wp-element-caption"><a href="https://www.cancerthera.org.br/equipe-cancerthera/celso-dario-ramos/" target="_blank" rel="noopener" title="">Celso Dario Ramos</a> em apresentação durante o Encontro Anual da SNMMI 2026; trabalho foi eleito melhor abstract internacional.</figcaption></figure>



<h4 class="wp-block-heading"><strong>Liderança global da Medicina Nuclear do Brasil</strong></h4>



<p>O panorama institucional da Medicina Nuclear teve voz por meio da Dra. <a href="https://www.cancerthera.org.br/equipe-cancerthera/elba-cristina-sa-de-camargo-etchebehere/" target="_blank" rel="noopener" title="">Elba Etchebehere</a>, médica nuclear, professora da FCM/Unicamp, pesquisadora principal no CancerThera e presidente da <a href="https://sbmn.org.br/" target="_blank" rel="noopener" title="">Sociedade Brasileira de Medicina Nuclear e Imagem Molecular</a> (SBMN). A pesquisadora foi um dos destaques em sessões estratégicas globais, como a organizada pela <a href="https://www.wfnmb.org/" target="_blank" rel="noopener" title="">Federação Mundial de Medicina Nuclear e Biologia</a> (WFNMB – World Federation of Nuclear Medicine and Biology).</p>



<p>Essa participação coincidiu com o protagonismo brasileiro na WFNMB, evidenciado pelos esforços de Etchebehere à frente da SBMN em<a href="https://www.cancerthera.org.br/cepid-cancerthera-presente-no-eanm-2025-o-maior-congresso-mundial-de-medicina-nuclear-palestra-de-pesquisadora-principal-sobre-radio-223-tem-publico-de-mais-de-3-mil-pesquisadores/" target="_blank" rel="noopener" title=""> trazer o congresso mundial da Federação que ocorrerá em 2030 para o Rio de Janeiro</a> e em garantir o Brasil no corpo diretivo da entidade pelos próximos quatros anos.</p>



<p>Em coautoria com os doutores <a href="https://www.chuv.ch/fr/braintumour/about-us/staff/john-prior" target="_blank" rel="noopener" title="">John O. Prior</a>, <a href="https://www.hedvighricak.com/">Hedi H</a><a href="https://www.hedvighricak.com/" target="_blank" rel="noopener" title="">r</a><a href="https://www.hedvighricak.com/">icak</a>, <a href="https://hsph.harvard.edu/profile/zachary-jonathan-ward/" target="_blank" rel="noopener" title="">Zachary J. Ward</a>, <a href="https://bv.fapesp.br/pt/pesquisador/348/giovanni-guido-cerri/" target="_blank" rel="noopener" title="">Giovani G. Cerri</a> e <a href="https://www.onjcri.org.au/about/andrew-scott/" target="_blank" rel="noopener" title="">Andrew M. Scott</a>, a pesquisadora apresentou o trabalho intitulado &#8220;<em>Brazilian Nuclear Medicine in the Context of the Historic Resolution of the World Health Organization – WHA 78.13: Strengthening Medical Imaging</em>&#8221; (&#8220;Medicina Nuclear brasileira no contexto da histórica resolução da Organização Mundial da Saúde – <em>WHA 78.13: fortalecendo a imagem médica</em>&#8220;), ressaltando o alinhamento e o empenho do país com as novas diretrizes da OMS para a expansão do setor. </p>



<p>Etchebehere valoriza o espaço de troca internacional: &#8220;Agradecemos pela oportunidade de participar do encontro e de compartilhar a perspectiva brasileira em um ambiente de diálogo global, contribuindo para a construção de iniciativas que impulsionam a Medicina Nuclear e a Imagem Molecular em benefício dos pacientes&#8221;.</p>



<figure class="wp-block-image size-large"><img decoding="async" width="1024" height="576" src="https://www.cancerthera.org.br/wp-content/uploads/2026/06/Encontro-SNMMI_2026-4-1024x576.jpg" alt="" class="wp-image-15203" srcset="https://www.cancerthera.org.br/wp-content/uploads/2026/06/Encontro-SNMMI_2026-4-1024x576.jpg 1024w, https://www.cancerthera.org.br/wp-content/uploads/2026/06/Encontro-SNMMI_2026-4-300x169.jpg 300w, https://www.cancerthera.org.br/wp-content/uploads/2026/06/Encontro-SNMMI_2026-4.jpg 1276w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /><figcaption class="wp-element-caption">As pesquisadoras <a href="https://www.cancerthera.org.br/equipe-cancerthera/elba-cristina-sa-de-camargo-etchebehere/" target="_blank" rel="noopener" title="">Elba Etchebehere</a> e <a href="https://www.cancerthera.org.br/equipe-cancerthera/ellen-nogueira-lima/" target="_blank" rel="noopener" title="">Ellen Nogueira Lima</a>: atuação colaborativa em prol de formas mais precisas de diagnosticar e tratar o câncer.</figcaption></figure>



<h4 class="wp-block-heading"><strong>Abordagem inovadora em tumores raros</strong></h4>



<p>A Dra. <a href="https://www.cancerthera.org.br/equipe-cancerthera/ellen-nogueira-lima/" target="_blank" rel="noopener" title="">Ellen Nogueira Lima</a>, bióloga e pesquisadora de pós-doutorado vinculada ao CancerThera, supervisionada por Etchebehere, apresentou o trabalho &#8220;<em>Neoadjuvant Theranostics in a Patient with a Desmoid Tumor: a Case Report</em>&#8221; (&#8220;Teranóstico neoadjuvante em um paciente com tumor desmoide: um relato de caso&#8221;), explorando a aplicação do modelo Teranóstico em tumores desmoides – é um tipo raro de tumor benigno do tecido conjuntivo (como músculos e tendões), porém altamente agressivo localmente e infiltrativo, podendo invadir tecidos adjacentes e comprometer a qualidade de vida do paciente. </p>



<p>“Além disso, por serem raros e compostos por diferentes tipos de células, estruturas ou características de forma e aparência, muitas vezes representam um desafio diagnóstico e terapêutico. Atualmente, ainda há poucos estudos avaliando abordagens teranósticas nesse tipo tumoral”, explica Lima. A utilização dessa abordagem proposta por ela e seu grupo foi motivada, segundo a pesquisadora, pela oferta de uma alternativa terapêutica menos invasiva, podendo preservar a função do membro acometido.</p>



<p>Ressaltando a relevância de estar em um evento com o porte do Encontro Anual da SNMMI, ela compartilha seu entusiasmo com a boa recepção do trabalho: &#8220;Foi uma experiência muito enriquecedora, tanto do ponto de vista científico quanto profissional. Tive a oportunidade de conhecer e conversar com importantes nomes da área, abrindo possibilidades para futuras colaborações internacionais&#8221;.</p>



<p>Para Lima, a experiência ainda validou as linhas de pesquisa conduzidas no centro. &#8220;Ficou claro o quanto a abordagem desenvolvida pelo CancerThera, explorando o PSMA como potencial alvo teranóstico em diferentes tipos tumorais, além do câncer de próstata, é inovadora e ainda pouco explorada internacionalmente&#8221;, completa.</p>



<figure class="wp-block-image size-large"><img decoding="async" width="1024" height="576" src="https://www.cancerthera.org.br/wp-content/uploads/2026/06/Encontro-SNMMI_2026-3-1024x576.jpg" alt="" class="wp-image-15202" srcset="https://www.cancerthera.org.br/wp-content/uploads/2026/06/Encontro-SNMMI_2026-3-1024x576.jpg 1024w, https://www.cancerthera.org.br/wp-content/uploads/2026/06/Encontro-SNMMI_2026-3-300x169.jpg 300w, https://www.cancerthera.org.br/wp-content/uploads/2026/06/Encontro-SNMMI_2026-3.jpg 1173w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /><figcaption class="wp-element-caption">Os pesquisadores do CancerThera também estiveram acompanhados de outros parceiros nacionais: da esquerda para a direita, <a href="https://br.linkedin.com/in/diego-bromfman-pianta" target="_blank" rel="noopener" title="">Diego Pianta</a>, ex-secretário da SBMN; <a href="https://www.cancerthera.org.br/equipe-cancerthera/celso-dario-ramos/" target="_blank" rel="noopener" title="">Celso Dario Ramos</a>, pesquisador principal no CancerThera; <a href="https://br.linkedin.com/in/camila-mosci-99164651" target="_blank" rel="noopener" title="">Camila Mosci</a>, diretora científica na SBMN; <a href="https://www.cancerthera.org.br/equipe-cancerthera/ellen-nogueira-lima/" target="_blank" rel="noopener" title="">Ellen Nogueira Lima</a>, pesquisadora de pós-doutorado no CancerThera; <a href="https://www.cancerthera.org.br/equipe-cancerthera/elba-cristina-sa-de-camargo-etchebehere/" target="_blank" rel="noopener" title="">Elba Etchebeher</a>e, pesquisadora principal no CancerThera; <a href="https://www.linkedin.com/in/drpaulorosado/" target="_blank" rel="noopener" title="">Paulo Rosado</a>, assessor cientifico na SBMN e na WFNMB; <a href="https://medphysics.wisc.edu/news/medicalphysicsnamesfellowshiprecipient/" target="_blank" rel="noopener" title="">Victor Santoro-Fernandes</a>, pesquisador de pós-doutorado na Universidade de Wisconsin-Madison.</figcaption></figure>



<hr class="wp-block-separator has-alpha-channel-opacity"/>



<p class="has-text-align-center"><sup><em><strong>Texto</strong>: <a href="https://www.cancerthera.org.br/equipe-cancerthera/romulo-santana-osthues/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Romulo Santana Osthues</a></em> | <em><strong>Fotos:</strong> Acervo pessoal</em></sup></p><p>The post <a href="https://www.cancerthera.org.br/pesquisadores-do-cepid-cancerthera-participam-do-encontro-anual-da-snmmi-nos-estados-unidos-trabalho-apresentado-e-premiado-como-melhor-abstract-internacional/">Pesquisadores do CEPID CancerThera participam do Encontro Anual da SNMMI, nos Estados Unidos; trabalho apresentado é premiado como melhor abstract internacional</a> first appeared on <a href="https://www.cancerthera.org.br">CEPID CancerThera</a>.</p>]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Pesquisador principal no CEPID CancerThera, Carmino Antonio de Souza é eleito membro titular da Academia de Medicina de São Paulo</title>
		<link>https://www.cancerthera.org.br/pesquisador-principal-no-cepid-cancerthera-carmino-antonio-de-souza-e-eleito-membro-titular-da-academia-de-medicina-de-sao-paulo/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Jornalismo CancerThera]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 12 Jun 2026 17:29:38 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Em Assembleia Geral Extraordinária realizada em 10 de junho, o médico onco-hematologista Dr. Carmino Antonio de Souza foi eleito membro titular da Academia de Medicina de São Paulo. Professor da [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<div class="wp-block-image">
<figure class="alignleft size-full is-resized"><img decoding="async" src="https://www.cancerthera.org.br/wp-content/uploads/2025/12/RPF-entrevista-carmino-2023-01-1140-edited.jpg" alt="" class="wp-image-13961" style="width:365px;height:auto"/><figcaption class="wp-element-caption">Pesquisador principal e diretor no CEPID CancerThera, <a href="https://www.cancerthera.org.br/equipe-cancerthera/carmino-antonio-de-souza/">Carmino Antonio de Souza</a> foi eleito membro titular da <a href="https://www.academiamedicinasaopaulo.org.br/">Academia de Medicina de São Paulo</a>.</figcaption></figure></div>


<p>Em Assembleia Geral Extraordinária realizada em 10 de junho, o médico onco-hematologista Dr. <a href="https://www.cancerthera.org.br/equipe-cancerthera/carmino-antonio-de-souza/">Carmino Antonio de Souza</a> foi eleito membro titular da <a href="https://www.academiamedicinasaopaulo.org.br/">Academia de Medicina de São Paulo</a>. Professor da Faculdade de Ciências Médicas da Universidade Estadual de Campinas (FCM/Unicamp) e pesquisador principal no CEPID CancerThera, Souza foi eleito em sua primeira apresentação ao cargo, ocupando a cadeira de número 52: &#8220;É uma enorme alegria, uma honra, uma grande responsabilidade ser eleito pelos pares para ocupar uma cadeira que será eternamente lembrada com meu nome&#8221;, diz. A cerimônia de posse está marcada para o dia 24 de setembro.</p>



<p>&#8220;Essa cadeira foi ocupada no passado por três colegas, mas um deles com grande proximidade comigo, que foi o professor Pinotti. Uma incrível coincidência&#8221;, destaca o novo membro. A vaga pertenceu ao Dr. <a href="https://www.academiamedicinasaopaulo.org.br/membros-academicos/jose-aristodemo-pinotti/" target="_blank" rel="noopener" title="">José Aristódemo Pinotti</a> (1934–2009), ginecologista e obstetra especializado no tratamento de câncer ginecológico e mamário, tendo sido professor da FCM/Unicamp e reitor da universidade, além de ocupar cargos públicos de destaque, como secretário de educação e saúde de São Paulo e deputado federal. </p>



<p>O patrono da cadeira foi o Dr. <a href="https://www.academiamedicinasaopaulo.org.br/membros-academicos/raul-carlos-briquet/" target="_blank" rel="noopener" title="">Raul Carlos Briquet</a> (1887-1953), um destacado médico obstetra e professor catedrático da Universidade de São Paulo. Além de criar uma escola de obstetrícia no estado de São Paulo e fomentar o ensino de enfermagem, teve papel pioneiro no Brasil ao introduzir o ensino superior de Psicologia Social. Já o Dr. <a href="https://www.academiamedicinasaopaulo.org.br/membros-academicos/enio-buffolo/" target="_blank" rel="noopener" title="">Enio Buffolo</a> (1941-2025), o outro ocupante da cadeira citado por Souza, foi um renomado cirurgião cardiovascular formado pela Escola Paulista de Medicina, pioneiro internacionalmente pela técnica de revascularização miocárdica sem circulação extracorpórea. Ao longo de sua carreira, operou cerca de 35 mil pacientes.</p>



<figure class="wp-block-gallery has-nested-images columns-default is-cropped wp-block-gallery-1 is-layout-flex wp-block-gallery-is-layout-flex">
<figure class="wp-block-image size-large"><img loading="lazy" decoding="async" width="218" height="260" data-id="15174" src="https://www.cancerthera.org.br/wp-content/uploads/2026/06/briquet_AMSP.jpg" alt="" class="wp-image-15174"/><figcaption class="wp-element-caption"><a href="https://www.academiamedicinasaopaulo.org.br/membros-academicos/raul-carlos-briquet/">Raul Carlos Briquet</a></figcaption></figure>



<figure class="wp-block-image size-large"><img loading="lazy" decoding="async" width="241" height="297" data-id="15173" src="https://www.cancerthera.org.br/wp-content/uploads/2026/06/pinotti_AMSP.jpg" alt="" class="wp-image-15173"/><figcaption class="wp-element-caption"><a href="https://www.academiamedicinasaopaulo.org.br/membros-academicos/jose-aristodemo-pinotti/">José Aristódemo Pinotti</a></figcaption></figure>



<figure class="wp-block-image size-large"><img loading="lazy" decoding="async" width="226" height="296" data-id="15175" src="https://www.cancerthera.org.br/wp-content/uploads/2026/06/buffolo_AMSP.jpg" alt="" class="wp-image-15175"/><figcaption class="wp-element-caption"><a href="https://www.academiamedicinasaopaulo.org.br/membros-academicos/enio-buffolo/">Enio Buffolo</a></figcaption></figure>
</figure>



<p>Ao refletir sobre a entidade que passa a integrar, Souza enfatiza a excelência e a diversidade de seus pares: &#8220;Essa é uma entidade que tem médicos de todas as especialidades, de muitas instituições e quase todos eles com grande trajetória, seja na educação, seja na ciência e seja na medicina como sua profissão principal&#8221;. Diante dessa representatividade institucional, cujos pilares apontou serem &#8220;a ética, o conhecimento, o respeito&#8221;, ele adianta sua intenção de engajamento na nova casa: &#8220;Vou participar de maneira muito ativa dentro do possível para engrandecer esse reconhecimento e engrandecer também a instituição&#8221;.</p>



<h4 class="wp-block-heading"><strong>Reconhecimento de uma relevante trajetória profissional</strong></h4>



<p>Aos mais de 50 anos de carreira, Carmino Antonio de Souza concilia a atuação médica com a pesquisa científica e a administração pública. &#8220;Eu dediquei a minha vida a dois segmentos dos mais importantes dentro da medicina, e um deles foi o da hematologia, hemoterapia e terapia celular&#8221;, explica. Na Unicamp, sua atuação foi estrutural para o avanço dessa área médica. &#8220;Eu tenho um enorme orgulho de ter sido um dos fundadores do <a href="https://www.hemocentro.unicamp.br/" target="_blank" rel="noopener" title="">Hemocentro da Unicamp</a>, um dos criadores da <a href="https://www.hemocentro.unicamp.br/hemorrede/" target="_blank" rel="noopener" title="">Hemorrede</a>, do governo do estado de São Paulo e de todo o país&#8221;, relata. Ele também foi o responsável por idealizar a unidade de transplante de medula óssea, destacando que o serviço permanece &#8220;funcionando plenamente e continuamente desde a sua criação&#8221;.</p>



<p>No ambiente associativo, o pesquisador assumiu posições de liderança por um longo período. Ao relembrar o processo de fusão que originou a atual <a href="https://www.abhhoficial.com.br/" target="_blank" rel="noopener" title="">Associação Brasileira de Hematologia, Hemoterapia e Terapia Celular</a> (ABHH), detalhou o seu envolvimento com a entidade, da qual foi o primeiro presidente eleito por quatro anos e diretor científico por mais de 6 anos. O seu engajamento se estendeu aos Conselhos Federal e Regional de Medicina e à Associação Médica Brasileira. </p>



<p>No cenário científico exterior, Souza integra ativamente a Sociedade Americana de Hematologia (ASH), a Sociedade Europeia de Hematologia (EHA) e é um dos fundadores da Associação Ítalo Brasileira de Hematologia (AIBE).</p>



<p>Além de sua atuação acadêmica e associativa primária, em outubro de 2024, ele foi <a href="https://www.cancerthera.org.br/pesquisador-responsavel-pelo-cepid-cancerthera-carmino-antonio-de-souza-e-nomeado-vice-presidente-da-fapesp/" target="_blank" rel="noopener" title="">nomeado pelo governador Tarcísio de Freitas como vice-presidente da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo</a> (FAPESP) para um mandato de três anos. Ele também atua hoje como presidente do Conselho de Curadores da Fundação Butantan.</p>



<p>A segunda grande vertente da carreira do novo acadêmico se desenvolveu na administração estatal e municipal de saúde, um trajeto moldado, nas suas palavras, &#8220;por essas circunstâncias que a vida te oferece&#8221;. Souza chefiou a Secretaria de Estado da Saúde de São Paulo entre os anos de 1993 e 1994, e foi secretário municipal de Saúde de Campinas entre 2013 e 2020. Sobre o seu tempo dedicado ao município paulista, o pesquisador declarou um afeto particular por sua ligação com o local, tratando-se “da cidade onde eu escolhi para viver, a cidade onde eu tive meus filhos, meus netos&#8221;.</p>



<p>Em 2022, o médico compartilhou a liderança da Secretaria Extraordinária de Ciência, Tecnologia e Inovação em Saúde do Estado de São Paulo. De acordo com os registros, a pasta foi desenhada pelo então governador Rodrigo Garcia com a missão de &#8220;tentar entender e planejar o futuro pós-pandêmico na área da indústria da saúde&#8221;.</p>



<p>Ao avaliar essa imersão governamental, o especialista mantém uma visão construtiva dos desafios superados. &#8220;Esse trabalho dentro da gestão pública, que foi acidental – eu diria –, foi extremamente importante para que eu criasse uma maturidade profissional e pessoal muito grande&#8221;. Segundo ele, a vivência diária e a articulação exigidas no alto escalão dos governos ampliaram sua rede de contatos com a comunidade científica do estado, fator que culminou, indiretamente, na própria admissão recente à entidade paulista de notáveis. &#8220;Acabei me aproximando de muitos acadêmicos que encontrei nesse processo de eleição para essa honrosa função da Academia de Medicina do Estado de São Paulo&#8221;, avalia.</p>



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<p class="has-text-align-center"><sup><em><strong>Texto</strong>: <a href="https://www.cancerthera.org.br/equipe-cancerthera/romulo-santana-osthues/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Romulo Santana Osthues</a></em> | <em><strong>Fotos:</strong> Acervo pessoal e da <a href="https://www.academiamedicinasaopaulo.org.br/" target="_blank" rel="noopener" title="">Academia de Medicina de São Paulo</a> </em></sup></p><p>The post <a href="https://www.cancerthera.org.br/pesquisador-principal-no-cepid-cancerthera-carmino-antonio-de-souza-e-eleito-membro-titular-da-academia-de-medicina-de-sao-paulo/">Pesquisador principal no CEPID CancerThera, Carmino Antonio de Souza é eleito membro titular da Academia de Medicina de São Paulo</a> first appeared on <a href="https://www.cancerthera.org.br">CEPID CancerThera</a>.</p>]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>CEPID CancerThera aproxima estudantes da rede municipal de Campinas das pesquisas contra o câncer no Viva Ciência 2026</title>
		<link>https://www.cancerthera.org.br/cepid-cancerthera-aproxima-estudantes-da-rede-municipal-de-campinas-das-pesquisas-contra-o-cancer-no-viva-ciencia-2026/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Jornalismo CancerThera]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 28 May 2026 21:32:58 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Entre os dias 19 e 21 de maio, o Museu Exploratório de Ciências da Universidade Estadual de Campinas (MEC/Unicamp) tornou-se um vibrante polo de descobertas durante a terceira edição do [&#8230;]</p>
<p>The post <a href="https://www.cancerthera.org.br/cepid-cancerthera-aproxima-estudantes-da-rede-municipal-de-campinas-das-pesquisas-contra-o-cancer-no-viva-ciencia-2026/">CEPID CancerThera aproxima estudantes da rede municipal de Campinas das pesquisas contra o câncer no Viva Ciência 2026</a> first appeared on <a href="https://www.cancerthera.org.br">CEPID CancerThera</a>.</p>]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Entre os dias 19 e 21 de maio, o <a href="https://www.proec.unicamp.br/museu-exploratorio-de-ciencias/" target="_blank" rel="noopener" title="">Museu Exploratório de Ciências</a> da Universidade Estadual de Campinas (MEC/Unicamp) tornou-se um vibrante polo de descobertas durante a terceira edição do Viva Ciência. O evento, realizado pelo museu em parceria com a <a href="https://educa.campinas.sp.gov.br/" target="_blank" rel="noopener" title="">Secretaria Municipal de Educação de Campinas</a> (SME/Campinas), reuniu cerca de 2 mil alunos do sexto ano da rede pública. </p>



<p>Em meio a foguetes de garrafas PET, animais vivos e amostras de meteoritos, o <a href="https://www.cancerthera.org.br/sobre-o-cancerthera/" target="_blank" rel="noopener" title="">CEPID CancerThera</a> marcou presença pelo segundo ano consecutivo com o desafio de descomplicar e desmistificar o uso da tecnologia nuclear na área da Saúde, especialmente quanto ao diagnóstico e ao tratamento do câncer utilizando <a href="https://www.cancerthera.org.br/conhecer" target="_blank" rel="noopener" title="">radiofármacos</a>.</p>



<p>A escalada do evento a cada ano sublinha o seu impacto na comunidade local. A Ma. <a href="https://br.linkedin.com/in/mariana-martins-volpato-mariutti-4a16bb86" target="_blank" rel="noopener" title="">Mariana Martins Volpato Mariutti</a>, pedagoga e supervisora educacional na SME/Campinas, avaliou positivamente a imersão de três dias por permitir que as crianças pudessem se aproximar da universidade, relatando que a vivência ajuda a “plantar a sementinha da importância do conhecimento científico”. E completa: &#8220;O Viva Ciência é pura vida. São muitos alunos e alunas circulando, desbravando as questões científicas, estabelecendo relações com o conhecimento, com o cotidiano”.</p>



<p>Essa integração é igualmente celebrada pela universidade. O Dr. <a href="https://bv.fapesp.br/pt/pesquisador/79520/guilherme-oliveira-barbosa/" target="_blank" rel="noopener" title="">Guilherme Oliveira Barbosa</a>, biólogo, professor do Instituto de Biologia da Unicamp e coordenador adjunto do MEC/Unicamp, destacou o valor social de abrir as portas da instituição para que os estudantes possam reconhecer a universidade para além do lugar onde está situado o Hospital de Clínicas, que é bastante visitado pela população da cidade dados os serviços de saúde que oferece. “É um local de ensino, um local de pesquisa, um local do qual eles podem fazer parte”, diz o professor.</p>



<figure class="wp-block-embed aligncenter is-type-rich is-provider-flickr wp-block-embed-flickr"><div class="wp-block-embed__wrapper">
<a data-flickr-embed='true' href='https://www.flickr.com/photos/200553709@N04/albums/72177720333900892/' title='CEPID CancerThera no 3º Viva Ciência - 19 a 21/05/2026 by cepid, on Flickr'><img src='https://live.staticflickr.com/65535/55299014617_489f935bce_z.jpg' width='800' height='600' alt='CEPID CancerThera no 3º Viva Ciência'></a><script async src='https://embedr.flickr.com/assets/client-code.js' charset='utf-8'></script>
</div><figcaption class="wp-element-caption"><strong>Clique no álbum para visualizar melhor e baixar as fotografias do evento –</strong> <strong>ou através <a href="https://www.flickr.com/photos/200553709@N04/albums/72177720333900892/" target="_blank" rel="noopener" title="">deste link</a></strong>.</figcaption></figure>



<h4 class="wp-block-heading"><strong>Ciência para tocar e sentir</strong></h4>



<p>O estande do CancerThera, batizado de &#8220;Teranóstico: o lado bom da radiação no diagnóstico e no tratamento do câncer&#8221;, foi organizado em seis estações interativas, com um circuito no qual foram apresentados conceitos desde a dupla camada lipídica das células e o circuito de desenvolvimento de radiofármacos até a presença natural da radiação em areias monazíticas (como as presentes na praia de Guarapari, no Espírito Santo) e bananas.</p>



<p>Para quem acompanha os alunos no dia a dia, a materialidade das atividades fez a diferença. Claudia Souza de Melo, estudante de pedagogia e cuidadora na Escola Municipal Padre Domingos Zatti, ressaltou esse aspecto: &#8220;Eu achei maravilhoso pela parte lúdica, de ter tudo assim para tocar, para sentir… e os profissionais explicando aos estudantes sobre cada experiência&#8221;. Ela afirma que, antes de passar pelo estande, tinha pouco conhecimento sobre o tema e os radiofármacos, relacionando o uso da radiação apenas a tratamentos de radioterapia.</p>



<h4 class="wp-block-heading"><strong>O desafio e a alegria de divulgar a ciência</strong></h4>


<div class="wp-block-image">
<figure class="alignright size-large is-resized"><img loading="lazy" decoding="async" width="1024" height="683" src="https://www.cancerthera.org.br/wp-content/uploads/2026/05/CT_Viva-Ciencia_2026-4-1024x683.jpg" alt="" class="wp-image-15063" style="width:469px;height:auto" srcset="https://www.cancerthera.org.br/wp-content/uploads/2026/05/CT_Viva-Ciencia_2026-4-1024x683.jpg 1024w, https://www.cancerthera.org.br/wp-content/uploads/2026/05/CT_Viva-Ciencia_2026-4-300x200.jpg 300w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /></figure></div>


<p>A aproximação do público jovem com conceitos complexos foi possível graças ao empenho da equipe de pesquisadores do centro, que adaptou a linguagem acadêmica ao patamar de conhecimento no qual os estudantes do sexto ano estavam. <a href="https://bv.fapesp.br/pt/pesquisador/720164/laura-barros-silva/" target="_blank" rel="noopener" title=""><strong><mark style="background-color:#f78da6" class="has-inline-color has-white-color">Laura Barros Silva</mark></strong></a>, química e doutoranda no Instituto de Química da Unicamp (IQ/Unicamp), atuou como mediadora no CancerThera e destacou essa dinâmica: &#8220;Foi desafiador poder transpor o dia a dia no laboratório para uma forma que as crianças pudessem entender&#8221;, permitindo que os estudantes correlacionassem as atividades com outros assuntos que já eram do repertório deles.</p>


<div class="wp-block-image">
<figure class="alignright size-large is-resized"><img loading="lazy" decoding="async" width="1024" height="683" src="https://www.cancerthera.org.br/wp-content/uploads/2026/05/CT_Viva-Ciencia_2026-23-1024x683.jpg" alt="" class="wp-image-15064" style="width:467px;height:auto" srcset="https://www.cancerthera.org.br/wp-content/uploads/2026/05/CT_Viva-Ciencia_2026-23-1024x683.jpg 1024w, https://www.cancerthera.org.br/wp-content/uploads/2026/05/CT_Viva-Ciencia_2026-23-300x200.jpg 300w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /></figure></div>


<p>O retorno desse esforço foi contagiante. <a href="https://www.linkedin.com/in/giovana-camargo-ribeiro-663b35214/" target="_blank" rel="noopener" title=""><strong><mark style="background-color:#f78da7" class="has-inline-color has-white-color">Giovana Camargo Ribeiro</mark></strong></a>, graduanda em Química no IQ/Unicamp e mediadora do CancerThera, descreveu a experiência como “sensacional” por ter podido expandir um pouco o mundo científico das crianças visitantes do estande. “Eu adoro ver o brilho nos olhos delas falando sobre ciência, descobrindo alguma coisa nova a partir do que a gente pesquisa”, conta.</p>


<div class="wp-block-image">
<figure class="alignright size-large is-resized"><img loading="lazy" decoding="async" width="1024" height="683" src="https://www.cancerthera.org.br/wp-content/uploads/2026/05/CT_Viva-Ciencia_2026-19-1024x683.jpg" alt="" class="wp-image-15065" style="width:465px;height:auto" srcset="https://www.cancerthera.org.br/wp-content/uploads/2026/05/CT_Viva-Ciencia_2026-19-1024x683.jpg 1024w, https://www.cancerthera.org.br/wp-content/uploads/2026/05/CT_Viva-Ciencia_2026-19-300x200.jpg 300w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /></figure></div>


<p>Nesse processo de trocas, os pesquisadores acabam transformados. A Ma. <strong><a href="https://www.linkedin.com/in/ana-carolini-cavallieri-zatta-631030216/" target="_blank" rel="noopener" title=""><mark style="background-color:#f78da7" class="has-inline-color has-white-color">Ana Carolini Cavallieri Zatta</mark></a></strong>, bióloga e doutoranda na Faculdade de Ciências Farmacêuticas da Unicamp, destacou a importância de sua atuação como mediadora: “Cada aluno aqui, cada passagem que eles têm pelo nosso estande são novos aprendizados, novas experiências. É muito intenso saber que pode contribuir na formação deles”.</p>



<p></p>



<h4 class="wp-block-heading"><strong>Inspirando futuros cientistas</strong></h4>


<div class="wp-block-image">
<figure class="alignleft size-large is-resized"><img loading="lazy" decoding="async" width="1024" height="683" src="https://www.cancerthera.org.br/wp-content/uploads/2026/05/CT_Viva-Ciencia_2026-33-1024x683.jpg" alt="" class="wp-image-15066" style="width:461px;height:auto" srcset="https://www.cancerthera.org.br/wp-content/uploads/2026/05/CT_Viva-Ciencia_2026-33-1024x683.jpg 1024w, https://www.cancerthera.org.br/wp-content/uploads/2026/05/CT_Viva-Ciencia_2026-33-300x200.jpg 300w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /></figure></div>


<p>As atividades do CancerThera não apenas demonstraram como funcionam os medicamentos, mas evidenciaram o método de investigação científica envolvido até a sua aprovação – estudos básicos, pré-clínicos e clínicos. <a href="http://lattes.cnpq.br/8551274687594977" target="_blank" rel="noopener" title=""><strong><mark style="background-color:#f78da7" class="has-inline-color has-white-color">Richard Silva de Sousa</mark></strong></a>, nutricionista, mestrando na Faculdade de Ciências Médicas da Unicamp e mediador no estande, focou em compartilhar sua experiência diária. “O que mais me marca é poder contribuir com a minha vivência, minha prática na pesquisa clínica, o modo como a gente faz passo a passo”. Ele ressalta, ainda, o desejo de inspirar os futuros e potenciais pesquisadores a “fazer ciência no SUS [Sistema Único de Saúde]”.</p>


<div class="wp-block-image">
<figure class="alignleft size-large is-resized"><img loading="lazy" decoding="async" width="1024" height="683" src="https://www.cancerthera.org.br/wp-content/uploads/2026/05/CT_Viva-Ciencia_2026-41-1024x683.jpg" alt="" class="wp-image-15067" style="width:467px;height:auto" srcset="https://www.cancerthera.org.br/wp-content/uploads/2026/05/CT_Viva-Ciencia_2026-41-1024x683.jpg 1024w, https://www.cancerthera.org.br/wp-content/uploads/2026/05/CT_Viva-Ciencia_2026-41-300x200.jpg 300w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /></figure></div>


<p>Esse esforço de divulgação científica consolida o desenvolvimento de uma sociedade mais crítica e bem informada. &#8220;É muito interessante a gente ver como os estudantes se interessam, um olhar atento, os olhinhos brilhando, tirando dúvidas, fazendo perguntas inteligentes, e isso é muito bonito”, diz a Dra. <a href="https://www.cancerthera.org.br/equipe-cancerthera/barbara-juarez-amorim/" target="_blank" rel="noopener" title=""><strong><mark style="background-color:#f78da7" class="has-inline-color has-white-color">Bárbara Juarez Amorim</mark></strong></a>, médica nuclear e gerente executiva da área de Difusão do Conhecimento no CancerThera. Além de ressaltar a participação entusiasmada dos estudantes, ela descreve benefícios diretos dessa experiência de diálogo com eles: &#8220;Isso inibe também as <em>fake news</em>. São jovens que saberão a importância de buscar conteúdos corretos e verdadeiros, além de estimular que eles possam trilhar o seu caminho como cientistas&#8221;.</p>



<hr class="wp-block-separator has-alpha-channel-opacity"/>



<p class="has-text-align-center"><sub><em><strong>Texto</strong>&nbsp;<strong>e fotos</strong>:&nbsp;<a href="https://www.cancerthera.org.br/equipe-cancerthera/romulo-santana-osthues/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Romulo Santana Osthues</a></em>&nbsp;</sub></p><p>The post <a href="https://www.cancerthera.org.br/cepid-cancerthera-aproxima-estudantes-da-rede-municipal-de-campinas-das-pesquisas-contra-o-cancer-no-viva-ciencia-2026/">CEPID CancerThera aproxima estudantes da rede municipal de Campinas das pesquisas contra o câncer no Viva Ciência 2026</a> first appeared on <a href="https://www.cancerthera.org.br">CEPID CancerThera</a>.</p>]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Pesquisadora principal no CEPID CancerThera, Elba Etchebehere passa a integrar conselho de novo periódico do grupo The Lancet</title>
		<link>https://www.cancerthera.org.br/pesquisadora-principal-no-cepid-cancerthera-elba-etchebehere-passa-a-integrar-conselho-de-novo-periodico-do-grupo-the-lancet/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Jornalismo CancerThera]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 25 May 2026 15:25:47 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A Dra. Elba Etchebehere, médica nuclear e pesquisadora principal no CEPID CancerThera, acaba de ser nomeada membro do Conselho Consultivo Internacional (International Advisory Board) do The Lancet Medical Imaging &#38; [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<div class="wp-block-image">
<figure class="alignleft size-large is-resized"><img loading="lazy" decoding="async" width="1024" height="849" src="https://www.cancerthera.org.br/wp-content/uploads/2024/09/elba-etchebehere_2024-11-1024x849.jpg" alt="" class="wp-image-11318" style="width:367px;height:auto" srcset="https://www.cancerthera.org.br/wp-content/uploads/2024/09/elba-etchebehere_2024-11-1024x849.jpg 1024w, https://www.cancerthera.org.br/wp-content/uploads/2024/09/elba-etchebehere_2024-11-300x249.jpg 300w, https://www.cancerthera.org.br/wp-content/uploads/2024/09/elba-etchebehere_2024-11-1536x1274.jpg 1536w, https://www.cancerthera.org.br/wp-content/uploads/2024/09/elba-etchebehere_2024-11-2048x1699.jpg 2048w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /><figcaption class="wp-element-caption"><strong><a href="https://www.cancerthera.org.br/equipe-cancerthera/elba-cristina-sa-de-camargo-etchebehere/" target="_blank" rel="noopener" title="">Elba Etchebehere</a></strong>, médica nuclear e pesquisadora principal no CancerThera.</figcaption></figure></div>


<p>A Dra. <a href="https://www.cancerthera.org.br/equipe-cancerthera/elba-cristina-sa-de-camargo-etchebehere/" target="_blank" rel="noopener" title=""><strong>Elba Etchebehere</strong></a>, médica nuclear e pesquisadora principal no <a href="https://www.cancerthera.org.br/sobre-o-cancerthera/" target="_blank" rel="noopener" title="">CEPID CancerThera</a>, acaba de ser nomeada membro do Conselho Consultivo Internacional (International Advisory Board) do <a href="https://www.thelancet.com/lanmit/about" target="_blank" rel="noopener" title=""><em>The Lancet Medical Imaging &amp; Theranostics</em></a>, o mais novo periódico científico de acesso aberto do grupo The Lancet. </p>



<p>A revista, lançada em fevereiro de 2026, terá sua primeira edição publicada em agosto de 2026, e terá como foco pesquisas inovadoras e de alto impacto clínico em modalidades como Medicina Nuclear (incluindo PET/CT, SPECT/CT e Teranóstico) e Radiologia (incluindo ressonância magnética, ultrassonografia, tomografia computadorizada etc.).</p>



<p>Para a especialista, que também é professora da Faculdade de Ciências Médicas da Universidade Estadual de Campinas (FCM/Unicamp) e presidente da Sociedade Brasileira de Medicina Nuclear e Imagem Molecular (SBMN), a nomeação é um reconhecimento significativo e uma oportunidade de impacto global. &#8220;Recebo com honra o convite&#8221;, celebra Etchebehere.</p>



<p><strong>O papel da nova conselheira</strong></p>


<div class="wp-block-image">
<figure class="alignright size-full is-resized"><img decoding="async" src="https://www.cancerthera.org.br/wp-content/uploads/2026/05/LANMIT_capa_25-05-2026.jpg" alt="" class="wp-image-15049" style="width:304px;height:auto"/><figcaption class="wp-element-caption">Capa da primeira edição da revista <a href="https://www.thelancet.com/lanmit/about" target="_blank" rel="noopener" title=""><em>The Lancet Medical Imaging &amp; Theranostics</em></a>, com publicação prevista para agosto de 2026.</figcaption></figure></div>


<p>O periódico tem como proposta principal publicar aplicações inéditas de imagem para triagem, diagnóstico, prognóstico e tratamento de doenças em todas as especialidades médicas. Destacando a relevância da criação de um veículo científico focado exclusivamente nestes avanços contínuos, a pesquisadora enfatiza a relevância da publicação: &#8220;O lançamento de um periódico de excelência com este escopo pelo grupo The Lancet é um marco fundamental para a nossa área; o Teranóstico e a imagem médica avançada estão revolucionando a medicina personalizada, e ter um espaço dedicado exclusivamente a pesquisas de alto nível certamente acelerará a chegada de novas tecnologias à prática clínica&#8221;.</p>



<p>Etchebehere aconselhará a equipe editorial, liderada pela editora-chefe <a href="https://www.thelancet.com/lanmit/about" target="_blank" rel="noopener" title="">Ali Landman</a>, sobre os mais recentes desenvolvimentos e tendências da especialidade. Os membros do conselho também atuarão como embaixadores globais da revista, auxiliando na indicação de revisores, no fornecimento de <em>feedback</em> sobre o desenvolvimento do periódico e no mapeamento de grandes ensaios clínicos e pesquisas ao redor do mundo.</p>



<p>A presença da pesquisadora no grupo consolida a inserção de instituições brasileiras de excelência no cenário científico internacional. Nesse sentido, a médica ressalta o caráter colaborativo da nova publicação: &#8220;A iniciativa reunirá especialistas internacionais em torno de discussões científicas e clínicas sobre diagnóstico, prognóstico e tratamento de doenças em diferentes especialidades médicas. Agradeço pela confiança e por poder contribuir com esse importante projeto internacional, também representando a FCM/Unicamp e a SBMN&#8221;.</p>



<hr class="wp-block-separator has-alpha-channel-opacity"/>



<p class="has-text-align-center"><em><sup><strong>Texto:</strong>&nbsp;<a href="https://www.cancerthera.org.br/equipe-cancerthera/romulo-santana-osthues/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Romulo Santana Osthues</a></sup></em></p><p>The post <a href="https://www.cancerthera.org.br/pesquisadora-principal-no-cepid-cancerthera-elba-etchebehere-passa-a-integrar-conselho-de-novo-periodico-do-grupo-the-lancet/">Pesquisadora principal no CEPID CancerThera, Elba Etchebehere passa a integrar conselho de novo periódico do grupo The Lancet</a> first appeared on <a href="https://www.cancerthera.org.br">CEPID CancerThera</a>.</p>]]></content:encoded>
					
		
		
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		<item>
		<title>EPTV &#124; Estudo da Unicamp revela risco de morte por câncer até 3 vezes maior entre os mais pobres</title>
		<link>https://www.cancerthera.org.br/eptv-estudo-da-unicamp-revela-risco-de-morte-por-cancer-ate-3-vezes-maior-entre-os-mais-pobres/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Jornalismo CancerThera]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 11 May 2026 18:58:43 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Na Mídia]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://www.cancerthera.org.br/?p=15005</guid>

					<description><![CDATA[<p>Pesquisa analisou dados de 2010 a 2019 de Campinas (SP) e aponta que moradores de áreas vulneráveis têm menos acesso a diagnóstico e tratamento. Mortalidade é agravada por dependência do [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Pesquisa analisou dados de 2010 a 2019 de Campinas (SP) e aponta que moradores de áreas vulneráveis têm menos acesso a diagnóstico e tratamento. Mortalidade é agravada por dependência do SUS, demora em exames e desigualdade no atendimento.</p>



<figure class="wp-block-image size-full"><img loading="lazy" decoding="async" width="1920" height="1080" src="https://www.cancerthera.org.br/wp-content/uploads/2026/05/Jornal-EPTV-RCBP_CT_Na-Midia_07-05-2026_c.png" alt="" class="wp-image-15009" srcset="https://www.cancerthera.org.br/wp-content/uploads/2026/05/Jornal-EPTV-RCBP_CT_Na-Midia_07-05-2026_c.png 1920w, https://www.cancerthera.org.br/wp-content/uploads/2026/05/Jornal-EPTV-RCBP_CT_Na-Midia_07-05-2026_c-300x169.png 300w, https://www.cancerthera.org.br/wp-content/uploads/2026/05/Jornal-EPTV-RCBP_CT_Na-Midia_07-05-2026_c-1024x576.png 1024w" sizes="(max-width: 1920px) 100vw, 1920px" /></figure>



<p><strong>Jornal da EPTV 2 | Estudo da Unicamp revela risco de morte por câncer até 3 vezes maior entre os mais pobres</strong>.</p>



<hr class="wp-block-separator has-alpha-channel-opacity"/>



<p class="has-text-align-center"><strong>VÍDEO ORIGINAL <a href="https://globoplay.globo.com/v/14593669/" target="_blank" rel="noopener" title="">NESTE LINK</a>.</strong></p>



<p></p><p>The post <a href="https://www.cancerthera.org.br/eptv-estudo-da-unicamp-revela-risco-de-morte-por-cancer-ate-3-vezes-maior-entre-os-mais-pobres/">EPTV | Estudo da Unicamp revela risco de morte por câncer até 3 vezes maior entre os mais pobres</a> first appeared on <a href="https://www.cancerthera.org.br">CEPID CancerThera</a>.</p>]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>G1 &#124; Mais pobres têm maior risco de morte por câncer, mesmo com menos diagnósticos, aponta estudo da Unicamp</title>
		<link>https://www.cancerthera.org.br/g1-mais-pobres-tem-maior-risco-de-morte-por-cancer-mesmo-com-menos-diagnosticos-aponta-estudo-da-unicamp/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Jornalismo CancerThera]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 11 May 2026 18:51:55 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Na Mídia]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Pesquisa analisou dados de Campinas por 10 anos e indica que moradores de áreas vulneráveis enfrentam mais dificuldade para diagnóstico e tratamento e a mortalidade pode ser até três vezes [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><em>Pesquisa analisou dados de Campinas por 10 anos e indica que moradores de áreas vulneráveis enfrentam mais dificuldade para diagnóstico e tratamento e a mortalidade pode ser até três vezes maior.</em><br><br>Por <strong>g1 Campinas e Região</strong></p>


<div class="wp-block-image">
<figure class="alignleft size-large is-resized"><img loading="lazy" decoding="async" width="1024" height="1024" src="https://www.cancerthera.org.br/wp-content/uploads/2026/05/g1_RCBP_CT_Na-Midia_07-05-2026-1024x1024.png" alt="" class="wp-image-15003" style="width:309px;height:auto" srcset="https://www.cancerthera.org.br/wp-content/uploads/2026/05/g1_RCBP_CT_Na-Midia_07-05-2026-1024x1024.png 1024w, https://www.cancerthera.org.br/wp-content/uploads/2026/05/g1_RCBP_CT_Na-Midia_07-05-2026-300x300.png 300w, https://www.cancerthera.org.br/wp-content/uploads/2026/05/g1_RCBP_CT_Na-Midia_07-05-2026-150x150.png 150w, https://www.cancerthera.org.br/wp-content/uploads/2026/05/g1_RCBP_CT_Na-Midia_07-05-2026.png 1080w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /></figure></div>


<p>Um estudo da&nbsp;<a class="" href="https://g1.globo.com/educacao/universidade/unicamp/">Unicamp</a>&nbsp;apontou que moradores de áreas mais vulneráveis de&nbsp;<a class="" href="https://g1.globo.com/sp/campinas-regiao/cidade/campinas/">Campinas</a>&nbsp;(SP)&nbsp;têm maior risco de morte por câncer, mesmo com menor incidência de casos nesses grupos.</p>



<p>Segundo pesquisadores do Centro de Inovação Teranóstica em Câncer (CancerThera),&nbsp;<strong>o acesso desigual aos serviços de saúde é um dos principais fatores para esse cenário</strong>. O trabalho foi publicado na revista científica internacional&nbsp;<em>Cancer Epidemiology</em>.</p>



<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow">
<p>&#8220;Os dados mostram que a mortalidade por câncer pode ser até três vezes maior entre os mais vulneráveis, evidenciando que pode haver acesso tardio ao diagnóstico e ao tratamento&#8221;, afirma a epidemiologista Andrea von Zuben.</p>
</blockquote>



<p>Para os autores, os dados indicam&nbsp;<strong>subdiagnóstico</strong>:&nbsp;a população mais vulnerável não necessariamente adoece menos, mas tem menos acesso a exames e descobre a doença em estágios mais avançados.</p>



<p><strong>Entre os principais problemas identificados nesses grupos estão:</strong></p>



<ul class="wp-block-list">
<li>Dependência quase exclusiva do SUS;</li>



<li>Maior tempo de espera para exames e consultas;</li>



<li>Diagnósticos tardios e menor chance de cura.</li>
</ul>



<p>Segundo Andrea von Zuben, o estudo que teve como base uma década de dados deixa claro que&nbsp;&#8220;a desigualdade em saúde não só persiste, como em alguns casos está aumentando, exigindo políticas públicas direcionadas e territorializadas.&#8221;</p>



<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow">
<p>&#8220;O câncer não vai diminuir, o câncer só vai aumentar. Então, nós temos que nos preparar&#8221;, afirma Carmino Antonio de Souza, pesquisador responsável pelo CancerThera.</p>
</blockquote>



<h2 class="wp-block-heading has-text-align-center">(…)</h2>



<hr class="wp-block-separator has-alpha-channel-opacity"/>



<p class="has-text-align-center"><strong>LEIA O TEXTO ORIGINAL NA ÍNTEGRA <a href="https://g1.globo.com/sp/campinas-regiao/noticia/2026/05/07/mais-pobres-tem-maior-risco-de-morte-por-cancer-mesmo-com-menos-diagnosticos-aponta-estudo-da-unicamp.ghtml" target="_blank" rel="noopener" title="">NESTE LINK</a>.</strong></p><p>The post <a href="https://www.cancerthera.org.br/g1-mais-pobres-tem-maior-risco-de-morte-por-cancer-mesmo-com-menos-diagnosticos-aponta-estudo-da-unicamp/">G1 | Mais pobres têm maior risco de morte por câncer, mesmo com menos diagnósticos, aponta estudo da Unicamp</a> first appeared on <a href="https://www.cancerthera.org.br">CEPID CancerThera</a>.</p>]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Estudo do CEPID CancerThera revela que a vulnerabilidade social interfere no prognóstico de pacientes com câncer em Campinas</title>
		<link>https://www.cancerthera.org.br/estudo-do-cepid-cancerthera-revela-que-a-vulnerabilidade-social-interfere-no-prognostico-de-pacientes-com-cancer-em-campinas/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Jornalismo CancerThera]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 07 May 2026 20:49:16 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Campinas possui um Índice de Desenvolvimento Humano (IDH) considerado muito alto (0,805) e uma taxa de urbanização de 98,28%, números frequentemente comparáveis aos de países de alta renda. No entanto, [&#8230;]</p>
<p>The post <a href="https://www.cancerthera.org.br/estudo-do-cepid-cancerthera-revela-que-a-vulnerabilidade-social-interfere-no-prognostico-de-pacientes-com-cancer-em-campinas/">Estudo do CEPID CancerThera revela que a vulnerabilidade social interfere no prognóstico de pacientes com câncer em Campinas</a> first appeared on <a href="https://www.cancerthera.org.br">CEPID CancerThera</a>.</p>]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="wp-block-image">
<figure class="alignleft size-full is-resized"><img loading="lazy" decoding="async" width="576" height="768" src="https://www.cancerthera.org.br/wp-content/uploads/2026/05/capa_cancer-epidemiology_07-05-2026.jpg" alt="" class="wp-image-14976" style="width:306px;height:auto" srcset="https://www.cancerthera.org.br/wp-content/uploads/2026/05/capa_cancer-epidemiology_07-05-2026.jpg 576w, https://www.cancerthera.org.br/wp-content/uploads/2026/05/capa_cancer-epidemiology_07-05-2026-225x300.jpg 225w" sizes="(max-width: 576px) 100vw, 576px" /><figcaption class="wp-element-caption"><em><a href="https://www.sciencedirect.com/science/article/pii/S1877782126001177" target="_blank" rel="noopener" title="">O impacto das desigualdades sociais na incidência e na mortalidade por câncer em uma cidade brasileira: dados do Registro de Câncer de Base Populacional</a></em> é o título do artigo publicado na revista <em>Cancer Epidemiology</em> (volume 103) pelos pesquisadores do CancerThera. </figcaption></figure></div>


<p>Campinas possui um Índice de Desenvolvimento Humano (IDH) considerado muito alto (0,805) e uma taxa de urbanização de 98,28%, números frequentemente comparáveis aos de países de alta renda. No entanto, um levantamento epidemiológico minucioso, conduzido por pesquisadores do Centro de Inovação Teranóstica em Câncer (CancerThera), sediado no Centro de Hematologia e Hemoterapia da Universidade Estadual de Campinas (Hemocentro/Unicamp), revela uma face preocupante: a vulnerabilidade social no município é um fator determinante para a mortalidade por câncer.</p>



<p>Atualmente, segundo o último censo demográfico, Campinas abriga mais de 1,186 milhão de habitantes. Através dos dados do Registro de Câncer de Base Populacional (RCBP) de Campinas — um dos poucos do país auditados e chancelados pela Agência Internacional de Pesquisa em Câncer (IARC), entidade ligada à Organização Mundial da Saúde (OMS) —, os pesquisadores mapearam as disparidades no diagnóstico e na letalidade dos tumores mais comuns entre os munícipes: próstata, estômago, mama, pulmão, cavidade oral, colo do útero e colorretal.</p>



<p>O estudo analisou dados consolidados de 10 anos consecutivos (2010 a 2019), cruzando as informações do RCBP com o Sistema de Informação sobre Mortalidade (SIM), do Governo Federal, e o Índice Paulista de Vulnerabilidade Social (IPVS), mantido pelo Governo do Estado, para avaliar a incidência e a mortalidade por câncer, lançando luz sobre como a doença afeta de maneira desigual ricos e pobres no mesmo município.&nbsp;</p>



<p>Para fins estatísticos, foi utilizado o Índice Relativo de Desigualdade (RII), que quantifica a magnitude das desigualdades em saúde, ordenando os estratos sociais da menor para a maior vulnerabilidade socioeconômica com base na distribuição cumulativa da população. No estudo, o RII foi aplicado para avaliar as disparidades na incidência e na mortalidade por diferentes tipos de câncer em Campinas ao longo de dois recortes temporais (2010–2014 e 2015–2019). Além de medir a desigualdade isolada de cada período, os pesquisadores utilizaram o RII atrelado a um termo de interação temporal para avaliar se a iniquidade no acesso ao diagnóstico e ao tratamento do câncer se agravou, diminuiu ou permaneceu estável ao longo da década analisada.</p>



<p>O Dr. <a href="https://www.cancerthera.org.br/equipe-cancerthera/carmino-antonio-de-souza/" target="_blank" rel="noopener" title="">Carmino Antonio de Souza</a>, médico onco-hematologista, professor da Faculdade de Ciências Médicas da Unicamp e pesquisador responsável pelo CancerThera, destaca um dos principais paradoxos revelados pelo estudo. &#8220;A cidade como um todo é poderosa, com um dos IDHs mais altos do Brasil, mas não é homogênea. Você tem áreas com IDH ideal, igual a dos países da Escandinávia, por exemplo, mas há regiões com inúmeras vulnerabilidades&#8221;, avalia o pesquisador, que também foi secretário de Saúde de Campinas de 2013 a 2020.</p>



<p>O artigo resultante do estudo acaba de ser <a href="https://www.sciencedirect.com/science/article/pii/S1877782126001177" target="_blank" rel="noopener" title="">publicado</a> na revista científica <em>Cancer Epidemiology</em> (volume 103) sob o título “O impacto das desigualdades sociais na incidência e na mortalidade por câncer em uma cidade brasileira: dados do Registro de Câncer de Base Populacional”.</p>



<h4 class="wp-block-heading"><strong>Diferenças entre tipos de câncer e desigualdades populacionais</strong></h4>



<p>Ao aplicar a lente da desigualdade socioeconômica, o estudo encontrou diferenças drásticas e até crescentes. Um dos achados mais paradoxais do estudo é que a incidência total de câncer (a soma de todos os diagnósticos) é estatisticamente menor entre as populações mais vulneráveis. No entanto, a mortalidade geral é significativamente maior nesses mesmos grupos. Para os pesquisadores, isso demonstra um grave problema de subdiagnóstico: as pessoas mais pobres não estão adoecendo menos; elas simplesmente não têm acesso a exames para descobrir a doença, o que explicaria por que morrem mais e mais rápido quando finalmente chegam ao sistema de saúde.&nbsp;</p>



<p>No caso do <strong>câncer de próstata</strong>, embora a incidência (novos casos) tenha caído na população masculina de Campinas de forma modesta, a desigualdade na mortalidade aumentou significativamente: o risco de morte chegou a ser três vezes maior entre os homens mais vulneráveis (mais pobres) no período de 2015 a 2019 quando comparado aos cinco anos anteriores. Algumas justificativas estão nas barreiras socioculturais, como menor escolaridade, menor letramento em saúde e preconceitos relacionados ao exame de toque retal, que contribuem para a busca tardia por atendimento, geralmente apenas quando os sintomas já são graves.</p>



<p>A Dra. <a href="https://www.cancerthera.org.br/equipe-cancerthera/andrea-paula-bruno-von-zuben/" target="_blank" rel="noopener" title="">Andrea Paula Bruno von Zuben</a>, epidemiologista e pesquisadora associada ao CancerThera, reforça que esse fato se deve a variações estruturais profundas. &#8220;Homens em situação de maior vulnerabilidade dependem quase exclusivamente do Sistema Único de Saúde (SUS), onde enfrentam maiores tempos de espera para consultas especializadas, exames diagnósticos como o Antígeno Prostático Específico (PSA), biópsia e ressonância, e para o início do tratamento&#8221;, esclarece.</p>



<p>E completa: “Como consequência, grande parte desses pacientes recebe o diagnóstico em estágios mais avançados da doença, o que reduz as chances de cura e controle clínico”. Já os homens de menor vulnerabilidade social têm acesso mais rápido a urologistas, realizam diagnóstico mais precocemente e iniciam o tratamento de forma oportuna, o que aumenta substancialmente as chances de sobrevida.</p>



<p>Outro dado relevante é o do <strong>câncer de cavidade oral</strong>, cuja desigualdade na mortalidade também permaneceu consistentemente maior, com o risco de morte chegando a ser 3,3 vezes maior entre os mais pobres. Segundo Zuben, falhas na atenção básica local podem estar influenciando o problema. &#8220;A proporção de equipes de saúde bucal no SUS é inferior ao ideal para o tamanho da população, com foco ainda muito centrado em procedimentos curativos, como restaurações e extrações, em detrimento de ações sistemáticas de rastreamento e busca ativa&#8221;, alerta a pesquisadora, salientando ainda que lesões simples na boca podem evoluir para casos fatais devido ao acesso tardio a biópsias e cirurgias de cabeça e pescoço.</p>



<p>Quanto ao <strong>câncer de estômago</strong>, embora Campinas acompanhe a tendência nacional de queda geral na incidência e na mortalidade entre os homens, o estudo revela que a doença ainda atinge mais a população pobre. Os dados mostram que homens socialmente vulneráveis continuam registrando as maiores taxas de adoecimento e morte devido a barreiras no acesso ao diagnóstico precoce e à maior exposição a fatores de risco tais como fatores genéticos, excesso de sal, alimentos armazenados fora de geladeira e, finalmente, a bactéria <em>Helicobacter pylori</em>, associada a diversos tipos de tumores gástricos. </p>



<p>O cenário é pior entre o público feminino, que sofreu com o surgimento de uma nova disparidade: se no início da década passada a incidência atingia os diferentes grupos sociais de forma semelhante (sem desigualdade), entre 2015 e 2019, o câncer de estômago passou a atingir com mais força justamente as mulheres de baixa renda. Para os pesquisadores, o agravamento dessa disparidade evidencia a urgente necessidade de políticas públicas de saúde com foco em equidade para garantir que a queda geral nos números não mascare o avanço da doença nas periferias.</p>



<p>O estudo do CancerThera também elucida as médias gerais ao analisar a saúde da mulher, revelando um abismo entre as classes sociais. O <strong>câncer de mama</strong>, por exemplo, apresenta maior incidência entre as mulheres menos vulneráveis (as mais ricas), mas isso é consequência de fatores reprodutivos (como ter filhos mais tarde ou não ter filhos, além de menor número de gestações) e um maior acesso a exames preventivos (como mamografias e ultrassonografias). A mortalidade também acompanha esse grupo devido à alta incidência da doença, no entanto, o acesso rápido à rede de saúde permite maiores taxas de cura, diferente das mulheres das áreas vulneráveis, que frequentemente descobrem a doença em estágios avançados.</p>



<p>Em outra ponta, o <strong>câncer de colo do útero</strong> — uma doença altamente prevenível através da vacina contra o Papiloma Vírus Humano (HPV) — quase desapareceu como causa de morte nas áreas ricas de Campinas, mas continua significativo nas regiões mais vulneráveis do município, nas quais é 3,6 vezes maior. &#8220;Quando você observa o câncer de colo uterino na cidade como um todo, ele desaparece das 10 primeiras causas de morte por câncer, mas quando você vai para uma região mais vulnerável, ele está presente ainda&#8221;, exemplifica o pesquisador.</p>



<p>Mais um alerta importante aos gestores públicos que o estudo traz é o do crescimento da incidência e da mortalidade por <strong>câncer de pulmão</strong> entre as mulheres. Diferentemente do que ocorria no passado, as mortes de mulheres por tumores pulmonares apresentaram uma forte tendência de alta, um reflexo tardio da mudança de hábitos, como o aumento do tabagismo entre elas. “Esse padrão é consistente com o que a literatura epidemiológica mundial documenta sobre a transição do tabagismo por gênero”, avalia Andrea von Zuben.</p>



<p>A pesquisadora diz que, embora tenha recursos e iniciativas importantes para abordar o câncer de pulmão, Campinas enfrenta desafios estruturais, como a pressão sobre a rede pública: “Relatórios recentes demonstram aumento de atendimentos oncológicos e filas de espera para iniciar tratamento, destacando a necessidade de mais capacidade instalada e agilidade no diagnóstico e no tratamento, especialmente para grupos vulneráveis”.</p>



<p>Já o <strong>câncer colorretal</strong> (ou câncer de intestino) esbarra na dificuldade de serem ofertados exames complexos, como colonoscopia, em larga escala pelo SUS. O estudo apontou um período de transição: a desigualdade na incidência dessa doença, que antes era muito mais comum nos mais ricos, está diminuindo entre as diferentes classes sociais da cidade. No entanto, um dado preocupante foi registrado entre os homens: a mortalidade geral pela doença aumentou e a desigualdade sofreu uma inversão, indicando que os óbitos por câncer de intestino estão passando a se concentrar na população masculina mais vulnerável. O câncer colorretal, muito ligado ao consumo de ultraprocessados, à obesidade e ao sedentarismo, pode se tornar uma das maiores causas de morte evitável entre os mais pobres nos próximos anos.</p>



<h4 class="wp-block-heading"><strong>Pesquisar a fundo para fundamentar políticas públicas</strong></h4>



<p>A situação nacional de diagnósticos em estágios avançados ainda é vista como um gargalo. &#8220;É constrangedora. Nós temos um volume de diagnóstico de casos avançados que não é compatível com o nível de desenvolvimento que temos. E aí, é claro, se o diagnóstico é tardio, pior é o prognóstico&#8221;, lamenta Carmino de Souza, reforçando que dados locais robustos são a principal ferramenta para reverter esse contexto.</p>



<p>Desde 2017, uma lei municipal (Lei nº 15.371/2017) tornou o câncer uma doença de notificação compulsória em Campinas. Hoje, uma equipe técnica da Secretaria de Saúde monitora ativamente dezenas de laboratórios de patologia, garantindo que nenhum diagnóstico passe despercebido, independentemente de o paciente ser atendido no SUS ou na rede privada.</p>



<p>O objetivo dos autores do estudo, ao divulgar e interpretar os dados do RCBP, do SIM e do IPVS, é subsidiar a gestão pública de saúde local e estadual para o enfrentamento das iniquidades. Para eles, o uso sistemático de informações geográficas e de alta qualidade é a principal estratégia para direcionar o rastreamento, fortalecer a atenção primária, antecipar diagnósticos e, de fato, salvar vidas com tratamento adequado.</p>



<p>Historicamente, o próprio RCBP de Campinas já serviu para alterar o rastreamento na cidade: ao notar uma alta de casos agressivos de câncer de mama em mulheres mais jovens, o município antecipou a idade para a realização de mamografias antes mesmo da recomendação federal. &#8220;A política pública em câncer não é diminuir o número de casos, porque não vai diminuir. A política pública é fazer cada vez mais diagnósticos e tentar prevenir o avanço da doença&#8221;, defende o pesquisador.</p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>SAIBA MAIS</strong></h3>



<figure class="wp-block-image size-full"><img loading="lazy" decoding="async" width="1002" height="649" src="https://www.cancerthera.org.br/wp-content/uploads/2026/05/image.png" alt="" class="wp-image-14974" srcset="https://www.cancerthera.org.br/wp-content/uploads/2026/05/image.png 1002w, https://www.cancerthera.org.br/wp-content/uploads/2026/05/image-300x194.png 300w" sizes="(max-width: 1002px) 100vw, 1002px" /><figcaption class="wp-element-caption"><strong>Áreas de abrangência das Unidades Básicas de Saúde (UBS) no município de Campinas, de acordo com os Estratos de Vulnerabilidade Social (EVS)</strong>.</figcaption></figure>



<p>Para entender as desigualdades, os pesquisadores não olharam para a cidade como um bloco único, eles utilizaram o mapa de atendimento de todas as UBSs do município e calcularam uma &#8220;nota&#8221; social para cada uma delas com base em dados socioeconômicos do Estado de São Paulo. O mapa acima resume esse cruzamento de dados dividindo o território em três grandes zonas: EVS1 (Áreas Claras) – Bairros e regiões com a menor vulnerabilidade social (populações mais ricas); EVS2 (Áreas Intermediárias) – Regiões de transição; EVS3 (Áreas Escuras) – Regiões periféricas com a maior vulnerabilidade social (populações mais pobres).</p>



<p>A sobreposição dos casos de câncer sobre o mapa permitiu aos pesquisadores compreenderem que o local onde a pessoa mora e sua condição social interferem no seu acesso ao diagnóstico e em suas chances de sobreviver ao câncer em Campinas.</p>



<hr class="wp-block-separator has-alpha-channel-opacity"/>



<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow">
<p><strong>Nota de esclarecimento</strong>: O estudo em questão se limita às análises epidemiológicas e não investigou diretamente os determinantes causais dos achados. Portanto, as interpretações apresentadas se baseiam no conhecimento acumulado da literatura científica em epidemiologia do câncer, o que pode não refletir integralmente as especificidades do contexto local de Campinas.</p>
</blockquote>



<hr class="wp-block-separator has-alpha-channel-opacity"/>



<p><strong>São autores do trabalho</strong>:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>Dra. <a href="https://lattes.cnpq.br/6281883636461385" target="_blank" rel="noopener" title="">Andrea Paula Bruno von Zuben</a> — Epidemiologista, coordenadora de informação do Hospital Municipal Mário Gatti (Campinas, São Paulo) e pesquisadora associada ao CEPID CancerThera.</li>



<li>Dra. <a href="https://scholar.google.com/citations?user=2PlelpAAAAAJ&amp;hl=pt-BR" target="_blank" rel="noopener" title="">Maria do Carmo Ferreira</a> — Pesquisadora de pós-doutorado do Programa de Projetos de Pesquisa e Ensino do Instituto Nacional de Câncer.</li>



<li>Dra. <a href="https://bv.fapesp.br/pt/pesquisador/3429/marilisa-berti-de-azevedo-barros/" target="_blank" rel="noopener" title="">Marilisa Berti de Azevedo Barros</a> — Professora Titular de Epidemiologia, na FCM/Unicamp.</li>



<li>Ma. <a href="https://lattes.cnpq.br/2150651952768487" target="_blank" rel="noopener" title="">Juliana Nativo</a> — Coordenadora do Registro de Câncer de Base Populacional, no Departamento de Vigilância em Saúde.</li>



<li>Dra. <a href="https://www.cancerthera.org.br/equipe-cancerthera/maria-elvira-p-correa/" target="_blank" rel="noopener" title="">M. Elvira P. Correa</a> — Pesquisadora de pós-doutorado em Gestão Executiva de Pesquisa no CEPID CancerThera, no Hemocentro/Unicamp.</li>



<li>Dr. <a href="https://www.cancerthera.org.br/equipe-cancerthera/carmino-antonio-de-souza/" target="_blank" rel="noopener" title="">Carmino Antônio de Souza</a> — Professor Titular de Hematologia, na FCM/Unicamp, e pesquisador responsável pelo CEPID CancerThera, no Hemocentro/Unicamp.</li>
</ul>



<hr class="wp-block-separator has-alpha-channel-opacity"/>



<p class="has-text-align-center"><em><sup><strong>Texto:</strong> <a href="https://www.cancerthera.org.br/equipe-cancerthera/romulo-santana-osthues/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Romulo Santana Osthues</a></sup></em></p><p>The post <a href="https://www.cancerthera.org.br/estudo-do-cepid-cancerthera-revela-que-a-vulnerabilidade-social-interfere-no-prognostico-de-pacientes-com-cancer-em-campinas/">Estudo do CEPID CancerThera revela que a vulnerabilidade social interfere no prognóstico de pacientes com câncer em Campinas</a> first appeared on <a href="https://www.cancerthera.org.br">CEPID CancerThera</a>.</p>]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>CORREIO POPULAR &#124; Novo tratamento para câncer de pele da Unicamp gera esperança aos pacientes</title>
		<link>https://www.cancerthera.org.br/correio-popular-novo-tratamento-para-cancer-de-pele-da-unicamp-gera-esperanca-aos-pacientes/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Jornalismo CancerThera]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 05 May 2026 11:27:34 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Na Mídia]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://www.cancerthera.org.br/?p=14992</guid>

					<description><![CDATA[<p>O objetivo do estudo é evitar a possível perda de parte do rosto e de outras áreas do corpo Por Mariana &#x43;&#97;m&#x62;&#97;/&#x6d;&#97;r&#x69;&#97;n&#x61;&#46;c&#x61;&#x6d;b&#x61;&#x40;&#114;&#x61;&#x63;&#46;&#x63;&#x6f;&#109;&#46;&#x62;&#114; Pesquisadores da Faculdade de Ciências Médicas (FCM) e [&#8230;]</p>
<p>The post <a href="https://www.cancerthera.org.br/correio-popular-novo-tratamento-para-cancer-de-pele-da-unicamp-gera-esperanca-aos-pacientes/">CORREIO POPULAR | Novo tratamento para câncer de pele da Unicamp gera esperança aos pacientes</a> first appeared on <a href="https://www.cancerthera.org.br">CEPID CancerThera</a>.</p>]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><em>O objetivo do estudo é evitar a possível perda de parte do rosto e de outras áreas do corpo</em></p>



<p>Por <strong>Mariana C&#97;&#x6d;&#x62;&#x61;/&#109;&#x61;&#x72;&#x69;a&#110;&#x61;&#x2e;&#x63;a&#109;&#x62;&#x61;&#x40;r&#97;&#x63;&#x2e;&#x63;o&#109;&#x2e;&#x62;&#x72;</strong></p>


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<figure class="alignleft size-large is-resized"><img loading="lazy" decoding="async" width="1024" height="1024" src="https://www.cancerthera.org.br/wp-content/uploads/2026/05/Correio-Popular-Corbi-Carmen_CT_Na-Midia_05-05-2026-1-1024x1024.png" alt="" class="wp-image-14994" style="width:383px;height:auto" srcset="https://www.cancerthera.org.br/wp-content/uploads/2026/05/Correio-Popular-Corbi-Carmen_CT_Na-Midia_05-05-2026-1-1024x1024.png 1024w, https://www.cancerthera.org.br/wp-content/uploads/2026/05/Correio-Popular-Corbi-Carmen_CT_Na-Midia_05-05-2026-1-300x300.png 300w, https://www.cancerthera.org.br/wp-content/uploads/2026/05/Correio-Popular-Corbi-Carmen_CT_Na-Midia_05-05-2026-1-150x150.png 150w, https://www.cancerthera.org.br/wp-content/uploads/2026/05/Correio-Popular-Corbi-Carmen_CT_Na-Midia_05-05-2026-1.png 1080w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /></figure></div>


<p>Pesquisadores da Faculdade de Ciências Médicas (FCM) e do Instituto de Química (IQ) da Unicamp desenvolveram um tratamento promissor para o câncer de pele, como uma alternativa à remoção cirúrgica de áreas lesionadas pelo tumor. A pesquisa parte da mistura do complexo de prata e de um anti-inflamatório, que nos testes iniciais apresentou resultado positivo com a remissão parcial e total da doença em animais e, agora, segue na fase de testes clínicos em humanos. O estudo parte do uso do fármaco por meio de uma membrana, desenvolvida em parceria com a Faculdade de Araraquara, que deve ser aplicada sobre a pele como um adesivo desenvolvido de acordo com a região lesionada de cada paciente.&nbsp;</p>



<p>Segundo o professor associado do IQ e coordenador do Laboratório de Pesquisas em Química Bioinorgânica e Medicinal (LQBM) da Unicamp, Pedro Paulo Corbi, compostos com metais, como a prata, são eficazes no tratamento de lesões de pele, assim como as causadas pelo Carcinoma de Células Escamosas (CCE) — o segundo tipo mais comum de câncer de pele, com origem nas principais células da epiderme e que ocorre devido a vários fatores, como a exposição ao sol.&nbsp;</p>



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<p class="has-text-align-center"><strong>LEIA O TEXTO ORIGINAL NA ÍNTEGRA <a href="https://correio.rac.com.br/saude/novo-tratamento-para-cancer-de-pele-da-unicamp-gera-esperanca-aos-pacientes-1.1802083" target="_blank" rel="noopener" title="">NESTE LINK</a>.</strong></p><p>The post <a href="https://www.cancerthera.org.br/correio-popular-novo-tratamento-para-cancer-de-pele-da-unicamp-gera-esperanca-aos-pacientes/">CORREIO POPULAR | Novo tratamento para câncer de pele da Unicamp gera esperança aos pacientes</a> first appeared on <a href="https://www.cancerthera.org.br">CEPID CancerThera</a>.</p>]]></content:encoded>
					
		
		
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		<title>AGÊNCIA SP &#124; Unicamp desenvolve novo tratamento contra câncer de pele</title>
		<link>https://www.cancerthera.org.br/agencia-sp-unicamp-desenvolve-novo-tratamento-contra-cancer-de-pele/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Jornalismo CancerThera]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 04 May 2026 12:56:55 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Na Mídia]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Um composto inovador, nascido da mistura de um complexo de prata combinado com um anti-inflamatório começou a ser testado em humanos no início deste ano Por Agência SP O câncer [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><em>Um composto inovador, nascido da mistura de um complexo de prata combinado com um anti-inflamatório começou a ser testado em humanos no início deste ano</em></p>



<p>Por <a href="https://www.agenciasp.sp.gov.br/" target="_blank" rel="noopener" title="">Agência SP</a></p>


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<figure class="alignleft size-large is-resized"><img loading="lazy" decoding="async" width="1024" height="1024" src="https://www.cancerthera.org.br/wp-content/uploads/2026/05/Agencia-SP_prata-nimesulida_CT_Na-Midia_04-05-2026-1024x1024.png" alt="" class="wp-image-14971" style="width:365px;height:auto" srcset="https://www.cancerthera.org.br/wp-content/uploads/2026/05/Agencia-SP_prata-nimesulida_CT_Na-Midia_04-05-2026-1024x1024.png 1024w, https://www.cancerthera.org.br/wp-content/uploads/2026/05/Agencia-SP_prata-nimesulida_CT_Na-Midia_04-05-2026-300x300.png 300w, https://www.cancerthera.org.br/wp-content/uploads/2026/05/Agencia-SP_prata-nimesulida_CT_Na-Midia_04-05-2026-150x150.png 150w, https://www.cancerthera.org.br/wp-content/uploads/2026/05/Agencia-SP_prata-nimesulida_CT_Na-Midia_04-05-2026.png 1080w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /></figure></div>


<p>O câncer de pele não melanoma não é o tipo mais letal, nem o mais agressivo – mas é o de maior incidência no Brasil e traz consigo alto potencial estigmatizante. Tumor que atinge regiões expostas ao sol – como o rosto, orelhas, boca, braços, pernas e pescoço –, é geralmente tratado com o que os médicos chamam de “ressecção cirúrgica”, a remoção de uma parte ou da totalidade do órgão ou tecido atingidos, num procedimento que pode deixar cicatrizes ou resultar em mutilação.</p>



<p>“Muitas vezes, o paciente perde partes do nariz, das orelhas, ou fica com cicatrizes profundas na boca ou em outras partes do corpo, o que provoca uma pressão social muito grande”, diz o químico Pedro Paulo Corbi, coordenador do Laboratório de Pesquisas em Química Bioinorgânica e Medicinal (LQBM) da Unicamp. Há 12 anos, Corbi trabalha no desenvolvimento de uma molécula que, agora, após colaboração com a médica oncologista Carmen Silvia Passos Lima – coordenadora do Serviço de Oncologia Clínica do Hospital de Clínicas (HC) da Unicamp e do Laboratório de Genética do Câncer (Lageca) da Faculdade de Ciências Médicas (FCM) da Unicamp – e com a farmacêutica Gisele Goulart, pesquisadora do Lageca, tem se mostrado altamente promissora no tratamento desse tipo de enfermidade.</p>



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<p class="has-text-align-center"><strong>LEIA O TEXTO ORIGINAL NA ÍNTEGRA <a href="https://www.agenciasp.sp.gov.br/unicamp-desenvolve-novo-tratamento-contra-cancer-de-pele/" target="_blank" rel="noopener" title="">NESTE LINK</a>.</strong></p><p>The post <a href="https://www.cancerthera.org.br/agencia-sp-unicamp-desenvolve-novo-tratamento-contra-cancer-de-pele/">AGÊNCIA SP | Unicamp desenvolve novo tratamento contra câncer de pele</a> first appeared on <a href="https://www.cancerthera.org.br">CEPID CancerThera</a>.</p>]]></content:encoded>
					
		
		
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		<title>G1 &#124; IA da Unicamp mapeia músculo e gordura de pacientes com câncer em menos de 1 minuto e pode guiar tratamento</title>
		<link>https://www.cancerthera.org.br/g1-ia-da-unicamp-mapeia-musculo-e-gordura-de-pacientes-com-cancer-em-menos-de-1-minuto-e-pode-guiar-tratamento/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Jornalismo CancerThera]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 04 May 2026 12:06:48 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Na Mídia]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Por Yasmin Castro, g1 Campinas e Região Programa analisa tomografias e consegue diferenciar cada tipo de gordura e massa muscular. Ferramenta pode proporcionar prognósticos mais exatos e terapias personalizadas. Pesquisadores da&#160;Unicamp&#160;desenvolveram [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Por <a href="https://g1.globo.com/autores/yasmin-castro/">Yasmin Castro</a>, g1 Campinas e Região</p>



<p><em>Programa analisa tomografias e consegue diferenciar cada tipo de gordura e massa muscular. Ferramenta pode proporcionar prognósticos mais exatos e terapias personalizadas.</em></p>


<div class="wp-block-image">
<figure class="alignleft size-large is-resized"><img loading="lazy" decoding="async" width="1024" height="1024" src="https://www.cancerthera.org.br/wp-content/uploads/2026/05/g1-IA_CT_Na-Midia-02-05-2026-1024x1024.png" alt="" class="wp-image-14968" style="width:390px;height:auto" srcset="https://www.cancerthera.org.br/wp-content/uploads/2026/05/g1-IA_CT_Na-Midia-02-05-2026-1024x1024.png 1024w, https://www.cancerthera.org.br/wp-content/uploads/2026/05/g1-IA_CT_Na-Midia-02-05-2026-300x300.png 300w, https://www.cancerthera.org.br/wp-content/uploads/2026/05/g1-IA_CT_Na-Midia-02-05-2026-150x150.png 150w, https://www.cancerthera.org.br/wp-content/uploads/2026/05/g1-IA_CT_Na-Midia-02-05-2026.png 1080w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /></figure></div>


<p>Pesquisadores da&nbsp;<a class="" href="https://g1.globo.com/educacao/universidade/unicamp/">Unicamp</a>&nbsp;desenvolveram um modelo de inteligência artificial capaz de&nbsp;mapear em detalhes a composição corporal de pacientes com câncer, incluindo músculos e gordura, em&nbsp;<strong>menos de um minuto</strong>, a partir de exames de tomografia computadorizada.</p>



<p>A tecnologia, que otimiza um&nbsp;processo que antes levava até uma hora para ser feito manualmente, pode contribuir para prognósticos mais precisos e direcionar tratamentos de forma personalizada. A expectativa é que o sistema apoie decisões médicas no futuro.</p>



<p>Hoje, a perspectiva clínica sobre uma pessoa em tratamento se baseia, principalmente, nas características do tumor, como tamanho e metástases. A análise da composição corporal é uma forma de ampliar a leitura, considerando o organismo do paciente e sua resposta ao tratamento.</p>



<h2 class="wp-block-heading has-text-align-center">(…)</h2>



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<p class="has-text-align-center"><strong>LEIA O TEXTO ORIGINAL NA ÍNTEGRA <a href="https://g1.globo.com/google/amp/sp/campinas-regiao/noticia/2026/05/02/ia-da-unicamp-mapeia-musculo-e-gordura-de-pacientes-com-cancer-em-menos-de-1-minuto-e-pode-guiar-tratamento.ghtml" target="_blank" rel="noopener" title="">NESTE LINK</a>.</strong></p><p>The post <a href="https://www.cancerthera.org.br/g1-ia-da-unicamp-mapeia-musculo-e-gordura-de-pacientes-com-cancer-em-menos-de-1-minuto-e-pode-guiar-tratamento/">G1 | IA da Unicamp mapeia músculo e gordura de pacientes com câncer em menos de 1 minuto e pode guiar tratamento</a> first appeared on <a href="https://www.cancerthera.org.br">CEPID CancerThera</a>.</p>]]></content:encoded>
					
		
		
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