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	<title>CEPID CancerThera</title>
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	<description>Centro de Inovação Teranóstica em Câncer</description>
	<lastBuildDate>Thu, 09 Jul 2026 01:17:35 +0000</lastBuildDate>
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		<title>Difusão científica e letramento: workshop sobre radiofármacos aproxima pesquisadores e imprensa</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Jornalismo CancerThera]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 09 Jul 2026 01:15:46 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O combate à desinformação e o fortalecimento do jornalismo científico passam, inevitavelmente, pela aproximação entre quem produz ciência e quem a comunica. Com esse objetivo, o CEPID CancerThera, em parceria [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>O combate à desinformação e o fortalecimento do jornalismo científico passam, inevitavelmente, pela aproximação entre quem produz ciência e quem a comunica. Com esse objetivo, o <a href="https://www.cancerthera.org.br/" target="_blank" rel="noopener" title="">CEPID CancerThera</a>, em parceria com a Agência Bori, realizou no dia 30 de junho o workshop <em>“O que todo jornalista precisa saber sobre radiofármacos em diagnósticos e terapias de câncer”</em>.</p>


<div class="wp-block-image">
<figure class="alignleft size-large is-resized"><img fetchpriority="high" decoding="async" width="819" height="1024" src="https://www.cancerthera.org.br/wp-content/uploads/2026/07/Screenshot_20260708_220914_Chrome-819x1024.jpg" alt="" class="wp-image-15271" style="width:322px;height:auto" srcset="https://www.cancerthera.org.br/wp-content/uploads/2026/07/Screenshot_20260708_220914_Chrome-819x1024.jpg 819w, https://www.cancerthera.org.br/wp-content/uploads/2026/07/Screenshot_20260708_220914_Chrome-240x300.jpg 240w, https://www.cancerthera.org.br/wp-content/uploads/2026/07/Screenshot_20260708_220914_Chrome.jpg 1080w" sizes="(max-width: 819px) 100vw, 819px" /></figure></div>


<p>O evento, realizado de forma online, promoveu uma manhã de imersão sobre uma das áreas mais promissoras da Oncologia atual. Para <a href="https://www.linkedin.com/in/ana-paula-morales-6b3b1120/">Ana Paula Morales</a>, mestre em Farmacologia, cofundadora e diretora da Agência Bori, a adesão dos profissionais evidencia a relevância da iniciativa: &#8220;O workshop mostrou como existe uma demanda real dos jornalistas por espaços qualificados de troca com pesquisadores que estão atuando na fronteira do conhecimento. Tivemos 52 inscritos, 29 participantes e representantes de veículos de todas as cinco regiões do Brasil — incluindo imprensa nacional, regional e especializada —, o que reforça a importância de ampliar essas conexões&#8221;.</p>



<p></p>



<p><strong>Visão de futuro e compromisso social</strong></p>



<p>A abertura foi conduzida pelo <a href="https://www.cancerthera.org.br/equipe-cancerthera/carmino-antonio-de-souza/">Dr. Carmino Antonio de Souza</a>, médico onco-hematologista, professor da Faculdade de Ciências Médicas da Universidade Estadual de Campinas (FCM/Unicamp), pesquisador principal e diretor no CancerThera, que traçou um panorama crítico da incidência e dos desafios epidemiológicos do câncer no Brasil. Na sequência, o <a href="https://www.cancerthera.org.br/equipe-cancerthera/celso-dario-ramos/">Dr. Celso Dario Ramos</a>, médico nuclear, professor da FCM/Unicamp e vice-diretor do centro, explorou as novas vias de desenvolvimento de radiofármacos para diagnóstico e tratamento oncológicos.&nbsp;</p>


<div class="wp-block-image">
<figure class="alignright size-large is-resized"><img decoding="async" width="886" height="1024" src="https://www.cancerthera.org.br/wp-content/uploads/2026/07/Screenshot_20260708_220234_Chrome-1-886x1024.jpg" alt="" class="wp-image-15270" style="width:361px;height:auto" srcset="https://www.cancerthera.org.br/wp-content/uploads/2026/07/Screenshot_20260708_220234_Chrome-1-886x1024.jpg 886w, https://www.cancerthera.org.br/wp-content/uploads/2026/07/Screenshot_20260708_220234_Chrome-1-260x300.jpg 260w, https://www.cancerthera.org.br/wp-content/uploads/2026/07/Screenshot_20260708_220234_Chrome-1.jpg 1080w" sizes="(max-width: 886px) 100vw, 886px" /></figure></div>


<p>O painel foi completado pela <a href="https://www.cancerthera.org.br/equipe-cancerthera/barbara-juarez-amorim/">Dra. Bárbara Juarez Amorim</a>, médica nuclear, coordenadora do Serviço de Medicina Nuclear do Hospital de Clínicas da Unicamp e pesquisadora associada e gerente de Difusão do Conhecimento no CancerThera, que detalhou o conceito de “Teranóstico” — a integração entre diagnóstico e terapia em uma mesma estratégia de Medicina Nuclear. Segundo a pesquisadora, essa difusão é uma prioridade institucional: &#8220;O Teranóstico é o centro da pesquisa que desenvolvemos, e ainda é um termo pouco conhecido, muitas vezes mesmo dentro do próprio meio acadêmico. É muito importante que a sociedade saiba o que são os radiofármacos e para que servem, entender o quão seguros eles são&#8221;, afirma.</p>



<p>Amorim destaca ainda que o Teranóstico é um dos pilares da medicina de precisão, atuando como uma terapia-alvo capaz de destruir células tumorais de maneira extremamente precisa, sem afetar tecidos e órgãos sadios ao redor, técnica que já apresenta resultados consolidados em casos como o câncer de próstata e tumores neuroendócrinos.</p>



<p>Na avaliação de Souza, o evento tocou em um ponto crítico da saúde pública. “Creio que a primeira e mais importante mensagem é a de que o enfrentamento do câncer é o maior desafio que a humanidade vive no presente e viverá no futuro. A longevidade, associada aos hábitos de vida que assumimos, são fatores que farão com que o número de casos não se reduza, façamos o que façamos&#8221;, pontua o pesquisador.</p>



<p><strong>Ciência sem mistérios</strong></p>



<p>A iniciativa surgiu da necessidade de traduzir conceitos complexos, como o papel dos radiofármacos — substâncias que são capazes de diagnosticar e tratar os tumores com precisão. A aproximação entre comunicadores e cientistas também foi orientada com objetivo de desmistificar a área, especialmente o estigma em torno da Medicina Nuclear. Segundo Ramos, o termo costuma causar estranheza ou receio injustificado no público leigo. &#8220;A Medicina Nuclear, embora chame a atenção, às vezes assusta por não deixar claro o que a especialidade faz. E o que fazemos é estudar como as moléculas se distribuem pelo corpo&#8221;, explica.</p>



<p>Sobre o medo infundado em relação à radiação, Ramos é assertivo: &#8220;Como qualquer substância, em doses inadequadas, ela é prejudicial. Porém, em doses controladas e adequadas, é uma ferramenta poderosa e essencialmente benéfica para o paciente&#8221;.</p>



<p><strong>O valor do letramento científico</strong></p>



<p>Além da exposição técnica, o workshop também funcionou como um espaço de diálogo aberto e trocas sobre as dificuldades da cobertura diária de ciência. O Dr. <a href="http://lattes.cnpq.br/8880326956314300">Moura Leite Netto</a>, jornalista e diretor da SENSU Consultoria de Comunicação, agência especializada em ciência, saúde e educação, destacou o valor da imersão proporcionada pelo evento: “Embora a medicina de precisão seja um tema presente na mídia, a Teranóstica ainda é pouco conhecida fora dos círculos especializados. A conversa com os pesquisadores do CancerThera ampliou significativamente minha visão sobre a diversidade de radioisótopos que vêm sendo estudados. Foi uma oportunidade de aprofundar um tema altamente promissor que, na minha avaliação, ainda recebe menos atenção da imprensa do que merece&#8221;, avalia.</p>



<p>Para o jornalista, que possui vasta trajetória na cobertura de temas relacionados à saúde e à ciência, esse contato direto é um antídoto contra a desinformação. &#8220;A rotina do jornalismo de ciência é dinâmica, e nem sempre os profissionais conseguem se dedicar exclusivamente à área. Iniciativas como esta contribuem para uma atualização qualificada, ampliam o repertório e ajudam a contextualizar descobertas que, muitas vezes, poderiam ser interpretadas de forma equivocada&#8221;, pontua.</p>



<p>O sucesso da iniciativa reafirma a importância de estreitar essas relações. Afinal, como pontua Morales, &#8220;o contato direto entre jornalistas e pesquisadores permite aprofundar debates, esclarecer dúvidas e oferecer uma visão mais completa sobre áreas que estão avançando rapidamente&#8221;.&nbsp;</p>



<hr class="wp-block-separator has-alpha-channel-opacity"/>



<p class="has-text-align-center"><sub><em><strong>Texto</strong>: <a href="https://bv.fapesp.br/pt/pesquisador/76187/xenya-de-aguiar-bucchioni/" target="_blank" rel="noopener" title="">Xenya Bucchioni</a> </em></sub></p>



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			</item>
		<item>
		<title>JORNAL DA UNICAMP &#124; Prata, quimioterápico e carvona alcançam tumores de pele profundos</title>
		<link>https://www.cancerthera.org.br/jornal-da-unicamp-prata-quimioterapico-e-carvona-alcancam-tumores-de-pele-profundos/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Jornalismo CancerThera]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 06 Jul 2026 20:09:04 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Na Mídia]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Formulação patenteada dobra a liberação do fármaco e pode ser alternativa ao bisturiPor Ana Paula Palazi / INOVA UNICAMP Pesquisadores do Centro de Inovação Teranóstica em Câncer (CancerThera), sediado na [&#8230;]</p>
<p>The post <a href="https://www.cancerthera.org.br/jornal-da-unicamp-prata-quimioterapico-e-carvona-alcancam-tumores-de-pele-profundos/">JORNAL DA UNICAMP | Prata, quimioterápico e carvona alcançam tumores de pele profundos</a> first appeared on <a href="https://www.cancerthera.org.br">CEPID CancerThera</a>.</p>]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><em>Formulação patenteada dobra a liberação do fármaco e pode ser alternativa ao bisturi<br></em><br>Por <strong>Ana Paula Palazi</strong> / <strong>INOVA UNICAMP</strong></p>


<div class="wp-block-image">
<figure class="alignleft size-full is-resized"><img decoding="async" width="605" height="898" src="https://www.cancerthera.org.br/wp-content/uploads/2026/07/Jornal_da_Unicamp_CancerThera.jpeg" alt="" class="wp-image-15251" style="width:383px;height:auto" srcset="https://www.cancerthera.org.br/wp-content/uploads/2026/07/Jornal_da_Unicamp_CancerThera.jpeg 605w, https://www.cancerthera.org.br/wp-content/uploads/2026/07/Jornal_da_Unicamp_CancerThera-202x300.jpeg 202w" sizes="(max-width: 605px) 100vw, 605px" /></figure></div>


<p>Pesquisadores do Centro de Inovação Teranóstica em Câncer (CancerThera), sediado na Unicamp e financiado pela Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo (Fapesp), depositaram o pedido de uma nova patente, ainda em fase de pesquisa e desenvolvimento, com potencial aplicação no tratamento do câncer de pele. A formulação associa um complexo de prata ao quimioterápico 5-fluorouracil (5-FU) e à carvona, um composto orgânico da classe dos monoterpenos presente em óleos essenciais de plantas como hortelã e endro. Nos testes laboratoriais, a combinação com a carvona permitiu uma liberação duas vezes maior do princípio ativo em um período de 48 horas, em relação ao composto sem o monoterpeno, apontando para uma formulação capaz de atingir tumores em fases mais avançadas.</p>



<p>A tecnologia consiste em um sistema de liberação com potencial aplicação direta sobre lesões tumorais. As substâncias poderão ser incorporadas a um gel, creme ou adesivo transdérmico, conforme a abordagem definida pela empresa interessada em levar a invenção ao mercado. A tecnologia está em fase pré-clínica, com testes em animais previstos antes de qualquer aplicação em seres humanos. O pedido de patente foi depositado no Instituto Nacional da Propriedade Industrial (Inpi) com estratégia da Agência de Inovação Inova Unicamp para proteção da propriedade intelectual. A equipe busca parceiros industriais para avançar nas etapas seguintes de pesquisa e viabilizar o uso comercial da tecnologia.</p>



<h2 class="wp-block-heading has-text-align-center">(…)</h2>



<hr class="wp-block-separator has-alpha-channel-opacity"/>



<p class="has-text-align-center"><strong>LEIA O TEXTO ORIGINAL NA ÍNTEGRA <a href="https://jornal.unicamp.br/edicao/746/prata-quimioterapico-e-carvona-alcancam-tumores-de-pele-profundos/" target="_blank" rel="noopener" title="">NESTE LINK</a>.</strong></p>



<p class="has-text-align-center"></p>



<p></p><p>The post <a href="https://www.cancerthera.org.br/jornal-da-unicamp-prata-quimioterapico-e-carvona-alcancam-tumores-de-pele-profundos/">JORNAL DA UNICAMP | Prata, quimioterápico e carvona alcançam tumores de pele profundos</a> first appeared on <a href="https://www.cancerthera.org.br">CEPID CancerThera</a>.</p>]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Do rigor científico ao impacto clínico: os caminhos da inovação no 2º Seminário CancerThera</title>
		<link>https://www.cancerthera.org.br/do-rigor-cientifico-ao-impacto-clinico-os-caminhos-da-inovacao-no-2o-seminario-cancerthera/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Jornalismo CancerThera]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 02 Jul 2026 13:41:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O que separa uma descoberta promissora no laboratório de uma solução efetiva para o paciente oncológico? Esse foi o tema central do 2º Seminário CancerThera – “Da descoberta ao impacto [&#8230;]</p>
<p>The post <a href="https://www.cancerthera.org.br/do-rigor-cientifico-ao-impacto-clinico-os-caminhos-da-inovacao-no-2o-seminario-cancerthera/">Do rigor científico ao impacto clínico: os caminhos da inovação no 2º Seminário CancerThera</a> first appeared on <a href="https://www.cancerthera.org.br">CEPID CancerThera</a>.</p>]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O que separa uma descoberta promissora no laboratório de uma solução efetiva para o paciente oncológico? Esse foi o tema central do 2º Seminário CancerThera – <em>“Da descoberta ao impacto clínico: estratégias e desafios da inovação translacional em Oncologia”</em> –, realizado no dia 25 de junho, na Faculdade de Ciências Médicas da Universidade Estadual de Campinas (FCM/Unicamp).&nbsp;</p>



<p>Organizado pelo <a href="https://www.cancerthera.org.br/sobre-o-cancerthera/" target="_blank" rel="noopener" title="">CEPID CancerThera</a> e pelo <a href="https://portal.fcm.unicamp.br/pos-graduacao/mestrado-doutorado-stricto-sensu/oncologia/" target="_blank" rel="noopener" title="">Programa de Mestrado Profissional em Oncologia da FCM/Unicamp</a>, o evento reuniu pesquisadores e especialistas para debater como a ciência pode transpor barreiras éticas, metodológicas e tecnológicas para chegar à prática clínica. Foram mais de 120 participantes. Entrevistamos alguns de seus organizadores e palestrantes sobre os temas de destaque do evento.</p>



<h4 class="wp-block-heading"><strong>A ciência sob a lente do rigor</strong></h4>


<div class="wp-block-image">
<figure class="alignleft size-large is-resized"><img loading="lazy" decoding="async" width="1024" height="683" src="https://www.cancerthera.org.br/wp-content/uploads/2026/07/2-Seminario-CT_2026-30-1024x683.jpg" alt="" class="wp-image-15231" style="width:538px;height:auto" srcset="https://www.cancerthera.org.br/wp-content/uploads/2026/07/2-Seminario-CT_2026-30-1024x683.jpg 1024w, https://www.cancerthera.org.br/wp-content/uploads/2026/07/2-Seminario-CT_2026-30-300x200.jpg 300w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /></figure></div>


<p>A necessidade de fortalecer a integridade científica foi um dos pontos de atenção discutidos durante o seminário. Em sua palestra, a oncologista clínica e pesquisadora associada ao CancerThera Dra. <a href="https://www.cancerthera.org.br/equipe-cancerthera/ligia-traldi-macedo/" target="_blank" rel="noopener" title=""><strong>Lígia Traldi Macedo</strong></a> fez uma provocação necessária ao apresentar o perfil do &#8220;Oncovictor&#8221;: um profissional que fundamenta decisões em intuição.</p>



<p>&#8220;O &#8216;Oncovictor&#8217; foi criado justamente para ilustrar a importância de seguir uma metodologia científica sólida e os princípios das boas práticas clínicas, evitando que a emoção ou a intuição se sobreponham às evidências. Vivemos em uma época em que as informações circulam rapidamente, muitas vezes sem a devida contextualização. Nesse cenário, o rigor metodológico torna-se indispensável&#8221;, avalia Macedo, que também é professora da FCM/Unicamp.</p>



<p>Para a pesquisadora, tudo começa na formação acadêmica, quando os futuros profissionais aprendem que “metodologia não é uma etapa burocrática da pesquisa, mas a ferramenta que garante a confiabilidade dos resultados”, explica. Seguindo essa linha, ela alerta para o papel central da estatística que, em vez de ser tratada como uma análise de resultados “isolada” ao final do projeto, deve ser um pilar desde a concepção do estudo. “A estatística deve estar presente desde a formulação da pergunta de pesquisa, passando pelo delineamento do estudo, pelo cálculo amostral e pela definição dos métodos analíticos, até a interpretação dos resultados”, defende.</p>



<p>Longe de ser apenas uma exigência acadêmica, o rigor metodológico é também um dos alicerces indispensáveis para a viabilidade da pesquisa translacional. É essa estrutura que permite que a ciência saia da bancada com segurança para alcançar o leito do paciente.</p>



<figure class="wp-block-embed aligncenter is-type-rich is-provider-flickr wp-block-embed-flickr"><div class="wp-block-embed__wrapper">
<a data-flickr-embed='true' href='https://www.flickr.com/photos/200553709@N04/albums/72177720334500769/' title='2º Seminário CancerThera - 25/06/2026 by cepid, on Flickr'><img src='https://live.staticflickr.com/65535/55368955898_2951609018_z.jpg' width='800' height='600' alt='2º Seminário CancerThera - 2026'></a><script async src='https://embedr.flickr.com/assets/client-code.js' charset='utf-8'></script>
</div><figcaption class="wp-element-caption"><strong>Clique no álbum para visualizar melhor e baixar as fotografias do evento –</strong> <strong>ou através <a href="https://www.flickr.com/photos/200553709@N04/albums/72177720334500769/" target="_blank" rel="noopener" title="">deste link</a></strong>.</figcaption></figure>



<h4 class="wp-block-heading"><strong>A prática translacional: do &#8220;docking&#8221; ao paciente</strong></h4>



<p>O CancerThera atua justamente na transposição dessa teoria para a prática clínica. Conforme explica a médica oncologista e hematologista Dra. <a href="https://www.cancerthera.org.br/equipe-cancerthera/carmen-silvia-passos-lima/" target="_blank" rel="noopener" title="">Carmen Silvia Passos Lima</a>, professora da FCM/Unicamp, pesquisadora principal e coordenadora da área de Inovação no CancerThera, o fluxo de trabalho exige uma engrenagem multidisciplinar que une Química, Física, Biologia e Medicina. &#8220;Investigamos inúmeros fármacos com atividade potencial contra tumores. Identificamos alvos terapêuticos via predição computacional e &#8216;docking&#8217; [modelagem molecular para prever a interação entre moléculas], avaliamos a eficácia <em>in vitro</em> [em experimentos controlados fora de organismos vivos, como em culturas de células] e <em>in vivo</em> [em modelos biológicos vivos] e, confirmando a toxicidade tolerável, avançamos para estudos clínicos&#8221;, detalha Lima.</p>



<p>A pesquisadora reforça que o sucesso desse processo depende de uma rede colaborativa. “Profissionais de diversas áreas atuam integrados: químicos e físicos sintetizam fármacos e radiofármacos com potencial ação antitumoral, biólogos, bioquímicos e farmacêuticos avaliam sua eficácia e segurança, e médicos oncologistas e dermatologistas conduzem os estudos clínicos, tudo com o suporte rigoroso da estatística, entre outros”, explica.&nbsp;</p>



<p>Para completar esse ciclo translacional, a conexão com o mercado é fundamental, por isso o CancerThera mantém uma colaboração estratégica com a Agência de Inovação da Unicamp, que atua na proteção intelectual das descobertas realizadas no centro. Esse suporte institucional, segundo a professora, é o que viabiliza a transferência tecnológica para indústrias farmacêuticas privadas ou o desenvolvimento de microempresas para a complementação das descobertas com financiamentos de agências públicas de fomento à pesquisa.</p>



<p>Essa visão integradora é compartilhada pela Dra. <a href="https://www.cancerthera.org.br/equipe-cancerthera/maria-carolina-santos-mendes/" target="_blank" rel="noopener" title="">Maria Carolina Mendes</a>, nutricionista, pesquisadora associada e pós-doutoranda em Gestão da Pesquisa – Inovação e Transferência de Tecnologia no CancerThera. Para ela, embora o ecossistema brasileiro esteja em amadurecimento, o centro de pesquisa tem dado passos fundamentais. &#8220;O CEPID CancerThera foi concebido com uma proposta diferenciada ao integrar pesquisadores da ciência básica e clínica em torno de um objetivo comum: transformar descobertas científicas em soluções para a Oncologia. Mais do que transferir tecnologia ao final da pesquisa, precisamos construir uma cultura de inovação que acompanhe toda a trajetória da produção científica”, afirma Mendes.</p>



<h4 class="wp-block-heading"><strong>O horizonte da inovação</strong></h4>



<p>Para que essa cultura de inovação floresça, Mendes destaca que a mudança deve ser interna à própria academia. “A inovação é um processo que precisa ser incorporado desde a concepção do projeto. Ainda existe a percepção de que os processos de gestão da inovação são burocráticos e ocorrem apenas após a conclusão da pesquisa, quando, na realidade, eles devem fazer parte da estratégia científica desde o início”, pontua.</p>


<div class="wp-block-image">
<figure class="alignright size-large is-resized"><img loading="lazy" decoding="async" width="1024" height="683" src="https://www.cancerthera.org.br/wp-content/uploads/2026/07/2-Seminario-CT_2026-9-1024x683.jpg" alt="" class="wp-image-15232" style="width:479px;height:auto" srcset="https://www.cancerthera.org.br/wp-content/uploads/2026/07/2-Seminario-CT_2026-9-1024x683.jpg 1024w, https://www.cancerthera.org.br/wp-content/uploads/2026/07/2-Seminario-CT_2026-9-300x200.jpg 300w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /></figure></div>


<p>A necessidade de uma visão estratégica na gestão caminha ao lado da busca por inovações tecnológicas que permitam a viabilização de novas abordagens experimentais. Sobre o tema, a Dra. <a href="https://bv.fapesp.br/pt/pesquisador/3013/marcia-regina-cominetti/" target="_blank" rel="noopener" title=""><strong>Márcia Cominetti</strong></a>, bióloga e professora titular do Departamento de Gerontologia da Universidade Federal de São Carlos, destaca que “a cultura 3D, por exemplo, representa um dos avanços mais relevantes da Oncologia Translacional das últimas décadas, pois reproduz a arquitetura tridimensional do tumor, com seus gradientes de oxigênio e nutrientes e a presença do microambiente tumoral, algo que a cultura 2D não consegue captar”. Um ganho que melhora a triagem de fármacos e a compreensão de mecanismos de resistência, reduzindo falsos positivos.</p>



<p>Mais do que uma simples inovação, essa abordagem exemplifica um princípio fundamental da prática científica que é a complementaridade. Como pontua Cominetti, a cultura 3D se soma ao repertório de ferramentas já consagradas, como os modelos 2D e <em>in vivo</em>, e não os substitui. Essa perspectiva ajuda a desmistificar a ideia de que inovar significa, necessariamente, o descarte do legado técnico. Na Oncologia Translacional, a adoção de novas tecnologias atua, na verdade, como uma camada adicional de precisão, refinando o que já era conhecido sem invalidar o conhecimento prévio.</p>



<p>Essa visão integrativa é fundamental para reduzir a resistência à adoção de novas práticas, permitindo que a inovação seja vista como aliada. Contudo, a transição plena de uma inovação para a rotina clínica é um processo gradual, marcado por barreiras que a ciência ainda trabalha para superar. No caso da cultura 3D, Cominetti ressalta os desafios atuais: “Ainda estamos distantes da consolidação total desses modelos. O desafio mais sério é a ausência de vasculatura funcional e de componentes do sistema imune, o que limita a previsão de resposta a imunoterapias. Além disso, a falta de padronização entre laboratórios e o alto custo de tecnologias avançadas, como o <em>tumor-on-a-chip </em>[dispositivo de microfluídica que mimetiza o ambiente, a estrutura e a função de tumores humanos em chips], ainda restringem o seu uso em larga escala&#8221;.</p>



<h4 class="wp-block-heading"><strong>Para além da bancada: o desafio de empreender em saúde</strong></h4>



<p>O seminário também buscou desmistificar a figura do cientista-empreendedor. Segundo o Dr. <a href="https://www.cancerthera.org.br/equipe-cancerthera/pedro-paulo-corbi/" target="_blank" rel="noopener" title="">Pedro Paulo Corbi</a>, químico, professor do Instituto de Química da Unicamp, pesquisador principal e gerente da área de Inovação no CancerThera, o objetivo central é aproximar a pesquisa da aplicação real: &#8220;É de grande importância que os produtos desenvolvidos atinjam um nível de prontidão elevado, chegando ao mercado e, fundamentalmente, aos pacientes. Buscamos incentivar o empreendedorismo nos jovens cientistas, criando oportunidades para levar o produto científico até quem dele precisa&#8221;.</p>


<div class="wp-block-image">
<figure class="alignright size-large is-resized"><img loading="lazy" decoding="async" width="1024" height="683" src="https://www.cancerthera.org.br/wp-content/uploads/2026/07/2-Seminario-CT_2026-51-1024x683.jpg" alt="" class="wp-image-15233" style="width:458px;height:auto" srcset="https://www.cancerthera.org.br/wp-content/uploads/2026/07/2-Seminario-CT_2026-51-1024x683.jpg 1024w, https://www.cancerthera.org.br/wp-content/uploads/2026/07/2-Seminario-CT_2026-51-300x200.jpg 300w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /></figure></div>


<p>Essa transição, contudo, demanda uma nova mentalidade. Para a Dra. <a href="https://bv.fapesp.br/pt/pesquisador/168893/luana-raposo-de-melo-moraes-aps/" target="_blank" rel="noopener" title=""><strong>Luana Raposo</strong></a>, farmacêutica especialista em Gestão da Inovação em Saúde pelo Instituto Butantan e CEO da ImunoTera, o pesquisador deve redirecionar o foco. &#8220;Trata-se de uma mudança importante de perspectiva: sair da pergunta ‘o que eu descobri?’ para ‘qual problema relevante estou resolvendo?’ Nesse processo, o pesquisador passa a lidar com aspectos que muitas vezes não fazem parte da formação acadêmica tradicional, como mercado, estratégia, propriedade intelectual, regulação e captação de recursos&#8221;.</p>



<p>Além da visão estratégica, o enfrentamento dos obstáculos regulatórios no Brasil exige, segundo Raposo, um exercício de resiliência e colaboração, além de persistência e capacidade de adaptação. “Uma lição importante é considerar aspectos regulatórios desde o início do desenvolvimento da solução, e não apenas quando o produto está pronto. Outro ponto é reconhecer que construir parceria é essencial&#8221;, pontua, destacando que, no setor de saúde, ninguém avança sozinho. “Universidades, hospitais, centros de pesquisa e investidores devem desempenhar papéis complementares para acelerar a inovação&#8221;, reforça.</p>



<figure class="wp-block-image size-full"><img loading="lazy" decoding="async" width="960" height="720" src="https://www.cancerthera.org.br/wp-content/uploads/2026/07/2-Seminario-CT_2026-2.jpg" alt="" class="wp-image-15234" srcset="https://www.cancerthera.org.br/wp-content/uploads/2026/07/2-Seminario-CT_2026-2.jpg 960w, https://www.cancerthera.org.br/wp-content/uploads/2026/07/2-Seminario-CT_2026-2-300x225.jpg 300w" sizes="(max-width: 960px) 100vw, 960px" /><figcaption class="wp-element-caption">Os organizadores do evento: <a href="https://www.cancerthera.org.br/equipe-cancerthera/carmen-silvia-passos-lima/" target="_blank" rel="noopener" title="">Carmen Silvia Passos Lima</a>; <a href="https://www.cancerthera.org.br/equipe-cancerthera/pedro-paulo-corbi/" target="_blank" rel="noopener" title="">Pedro Paulo Corbi</a> e <a href="https://www.cancerthera.org.br/equipe-cancerthera/maria-carolina-santos-mendes/" target="_blank" rel="noopener" title="">Maria Carolina Mendes</a>.</figcaption></figure>



<hr class="wp-block-separator has-alpha-channel-opacity"/>



<p class="has-text-align-center"><sub><em><strong>Texto</strong>: <a href="https://bv.fapesp.br/pt/pesquisador/76187/xenya-de-aguiar-bucchioni/" target="_blank" rel="noopener" title="">Xenya Bucchioni</a> | <strong>Fotos</strong>: <a href="https://www.cancerthera.org.br/equipe-cancerthera/romulo-santana-osthues/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Romulo Santana Osthues</a></em> </sub></p><p>The post <a href="https://www.cancerthera.org.br/do-rigor-cientifico-ao-impacto-clinico-os-caminhos-da-inovacao-no-2o-seminario-cancerthera/">Do rigor científico ao impacto clínico: os caminhos da inovação no 2º Seminário CancerThera</a> first appeared on <a href="https://www.cancerthera.org.br">CEPID CancerThera</a>.</p>]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Pesquisadores do CEPID CancerThera participam do Encontro Anual da SNMMI, nos Estados Unidos; trabalho apresentado é premiado como melhor abstract internacional</title>
		<link>https://www.cancerthera.org.br/pesquisadores-do-cepid-cancerthera-participam-do-encontro-anual-da-snmmi-nos-estados-unidos-trabalho-apresentado-e-premiado-como-melhor-abstract-internacional/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Jornalismo CancerThera]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 15 Jun 2026 17:43:29 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Entre os dias 30 de maio e 2 de junho, a cidade de Los Angeles (Estados Unidos) sediou o Encontro Anual da SNMMI (Society of Nuclear Medicine &#38; Molecular Imaging), [&#8230;]</p>
<p>The post <a href="https://www.cancerthera.org.br/pesquisadores-do-cepid-cancerthera-participam-do-encontro-anual-da-snmmi-nos-estados-unidos-trabalho-apresentado-e-premiado-como-melhor-abstract-internacional/">Pesquisadores do CEPID CancerThera participam do Encontro Anual da SNMMI, nos Estados Unidos; trabalho apresentado é premiado como melhor abstract internacional</a> first appeared on <a href="https://www.cancerthera.org.br">CEPID CancerThera</a>.</p>]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Entre os dias 30 de maio e 2 de junho, a cidade de Los Angeles (Estados Unidos) sediou o <a href="https://snmmi.org/AM/AM/Home.aspx" target="_blank" rel="noopener" title="">Encontro Anual da SNMMI</a> (Society of Nuclear Medicine &amp; Molecular Imaging), um dos maiores e mais prestigiados eventos mundiais voltados à inovação em Medicina Nuclear. A ciência brasileira marcou presença no encontro, com destaque para a equipe de pesquisadores do <a href="https://www.cancerthera.org.br/sobre-o-cancerthera/" target="_blank" rel="noopener" title="">CEPID CancerThera</a>.</p>



<p>Um importante momento da delegação ocorreu com a premiação do Dr. <a href="https://www.cancerthera.org.br/equipe-cancerthera/celso-dario-ramos/" target="_blank" rel="noopener" title="">Celso Dario Ramos</a>, médico nuclear, professor da Faculdade de Ciências Médicas da Universidade Estadual de Campinas (FCM/Unicamp) e pesquisador principal no CancerThera. Conduzido e apresentado por ele no evento, o estudo “<em>Whole-body ¹18F-FDG PET/CT Reveals More Extensive Multiorgan Disease than Conventional Staging in Paracoccidioidomycosis</em>” (em português, &#8220;PET/CT de corpo inteiro com 18F-FDG revela doença multiorgânica mais extensa do que o estadiamento convencional na paracoccidioidomicose&#8221;) foi o vencedor do prêmio de melhor abstract internacional. </p>



<p>O estudo inova ao utilizar a tecnologia do exame de PET/CT (Tomografia por Emissão de Pósitrons combinada com Tomografia Computadorizada) de corpo inteiro com o radiofármaco 18F-FDG (fluordesoxiglicose marcada com Flúor-18) para avaliar a extensão da paracoccidioidomicose, uma doença fúngica sistêmica e infecciosa, endêmica na América do Sul. &#8220;É pouco estudada e considerada uma doença negligenciada&#8221;, diz Ramos.</p>



<p>Ele explica que há esforços para novas drogas, mas faltam investimentos em diagnóstico, já que os métodos convencionais não revelam a gravidade do quadro. Ele justifica o que pode ter chamado a atenção da comissão julgadora para definir o mérito do trabalho: &#8220;Nós conseguimos detectar a real extensão, identificando sítios de doença que, até agora, com a frequência que nós identificamos, só eram vistos em estudos com autópsia”.</p>



<p>Além do estudo sobre o diagnóstico da paracoccidioidomicose, Ramos também levou ao congresso os avanços do CancerThera na área oncológica, apresentando uma investigação que compara a captação, no câncer de pulmão, dos radiofármacos 18F-FDG e Lu177-PSMA (Antígeno de Membrana Específico da Próstata marcado com Lutécio-177). &#8220;Verificamos que a captação de PSMA acontece em muitos casos de câncer de pulmão, mas ela tende a ser diferente em dois tipos histológicos&#8221;, diz. O pesquisador pontua que o adenocarcinoma pulmonar possui captação mais intensa que o carcinoma espinocelular, achado ainda inédito na literatura médica. O título do estudo apresentado foi “<em>Intraindividual Comparison of ¹⁸F-FDG and ¹⁸F-PSMA PET/CT in Non–Small Cell Lung Cancer</em>&#8221; (&#8220;Comparação intraindividual de PET/CT com ¹⁸F-FDG e ¹⁸F-PSMA em câncer de pulmão de células não pequenas&#8221;).</p>



<figure class="wp-block-image size-large"><img loading="lazy" decoding="async" width="1024" height="576" src="https://www.cancerthera.org.br/wp-content/uploads/2026/06/Encontro-SNMMI_2026-1024x576.jpg" alt="" class="wp-image-15201" srcset="https://www.cancerthera.org.br/wp-content/uploads/2026/06/Encontro-SNMMI_2026-1024x576.jpg 1024w, https://www.cancerthera.org.br/wp-content/uploads/2026/06/Encontro-SNMMI_2026-300x169.jpg 300w, https://www.cancerthera.org.br/wp-content/uploads/2026/06/Encontro-SNMMI_2026.jpg 1595w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /><figcaption class="wp-element-caption"><a href="https://www.cancerthera.org.br/equipe-cancerthera/celso-dario-ramos/" target="_blank" rel="noopener" title="">Celso Dario Ramos</a> em apresentação durante o Encontro Anual da SNMMI 2026; trabalho foi eleito melhor abstract internacional.</figcaption></figure>



<h4 class="wp-block-heading"><strong>Liderança global da Medicina Nuclear do Brasil</strong></h4>



<p>O panorama institucional da Medicina Nuclear teve voz por meio da Dra. <a href="https://www.cancerthera.org.br/equipe-cancerthera/elba-cristina-sa-de-camargo-etchebehere/" target="_blank" rel="noopener" title="">Elba Etchebehere</a>, médica nuclear, professora da FCM/Unicamp, pesquisadora principal no CancerThera e presidente da <a href="https://sbmn.org.br/" target="_blank" rel="noopener" title="">Sociedade Brasileira de Medicina Nuclear e Imagem Molecular</a> (SBMN). A pesquisadora foi um dos destaques em sessões estratégicas globais, como a organizada pela <a href="https://www.wfnmb.org/" target="_blank" rel="noopener" title="">Federação Mundial de Medicina Nuclear e Biologia</a> (WFNMB – World Federation of Nuclear Medicine and Biology).</p>



<p>Essa participação coincidiu com o protagonismo brasileiro na WFNMB, evidenciado pelos esforços de Etchebehere à frente da SBMN em<a href="https://www.cancerthera.org.br/cepid-cancerthera-presente-no-eanm-2025-o-maior-congresso-mundial-de-medicina-nuclear-palestra-de-pesquisadora-principal-sobre-radio-223-tem-publico-de-mais-de-3-mil-pesquisadores/" target="_blank" rel="noopener" title=""> trazer o congresso mundial da Federação que ocorrerá em 2030 para o Rio de Janeiro</a> e em garantir o Brasil no corpo diretivo da entidade pelos próximos quatros anos.</p>



<p>Em coautoria com os doutores <a href="https://www.chuv.ch/fr/braintumour/about-us/staff/john-prior" target="_blank" rel="noopener" title="">John O. Prior</a>, <a href="https://www.hedvighricak.com/">Hedi H</a><a href="https://www.hedvighricak.com/" target="_blank" rel="noopener" title="">r</a><a href="https://www.hedvighricak.com/">icak</a>, <a href="https://hsph.harvard.edu/profile/zachary-jonathan-ward/" target="_blank" rel="noopener" title="">Zachary J. Ward</a>, <a href="https://bv.fapesp.br/pt/pesquisador/348/giovanni-guido-cerri/" target="_blank" rel="noopener" title="">Giovani G. Cerri</a> e <a href="https://www.onjcri.org.au/about/andrew-scott/" target="_blank" rel="noopener" title="">Andrew M. Scott</a>, a pesquisadora apresentou o trabalho intitulado &#8220;<em>Brazilian Nuclear Medicine in the Context of the Historic Resolution of the World Health Organization – WHA 78.13: Strengthening Medical Imaging</em>&#8221; (&#8220;Medicina Nuclear brasileira no contexto da histórica resolução da Organização Mundial da Saúde – <em>WHA 78.13: fortalecendo a imagem médica</em>&#8220;), ressaltando o alinhamento e o empenho do país com as novas diretrizes da OMS para a expansão do setor. </p>



<p>Etchebehere valoriza o espaço de troca internacional: &#8220;Agradecemos pela oportunidade de participar do encontro e de compartilhar a perspectiva brasileira em um ambiente de diálogo global, contribuindo para a construção de iniciativas que impulsionam a Medicina Nuclear e a Imagem Molecular em benefício dos pacientes&#8221;.</p>



<figure class="wp-block-image size-large"><img loading="lazy" decoding="async" width="1024" height="576" src="https://www.cancerthera.org.br/wp-content/uploads/2026/06/Encontro-SNMMI_2026-4-1024x576.jpg" alt="" class="wp-image-15203" srcset="https://www.cancerthera.org.br/wp-content/uploads/2026/06/Encontro-SNMMI_2026-4-1024x576.jpg 1024w, https://www.cancerthera.org.br/wp-content/uploads/2026/06/Encontro-SNMMI_2026-4-300x169.jpg 300w, https://www.cancerthera.org.br/wp-content/uploads/2026/06/Encontro-SNMMI_2026-4.jpg 1276w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /><figcaption class="wp-element-caption">As pesquisadoras <a href="https://www.cancerthera.org.br/equipe-cancerthera/elba-cristina-sa-de-camargo-etchebehere/" target="_blank" rel="noopener" title="">Elba Etchebehere</a> e <a href="https://www.cancerthera.org.br/equipe-cancerthera/ellen-nogueira-lima/" target="_blank" rel="noopener" title="">Ellen Nogueira Lima</a>: atuação colaborativa em prol de formas mais precisas de diagnosticar e tratar o câncer.</figcaption></figure>



<h4 class="wp-block-heading"><strong>Abordagem inovadora em tumores raros</strong></h4>



<p>A Dra. <a href="https://www.cancerthera.org.br/equipe-cancerthera/ellen-nogueira-lima/" target="_blank" rel="noopener" title="">Ellen Nogueira Lima</a>, bióloga e pesquisadora de pós-doutorado vinculada ao CancerThera, supervisionada por Etchebehere, apresentou o trabalho &#8220;<em>Neoadjuvant Theranostics in a Patient with a Desmoid Tumor: a Case Report</em>&#8221; (&#8220;Teranóstico neoadjuvante em um paciente com tumor desmoide: um relato de caso&#8221;), explorando a aplicação do modelo Teranóstico em tumores desmoides – é um tipo raro de tumor benigno do tecido conjuntivo (como músculos e tendões), porém altamente agressivo localmente e infiltrativo, podendo invadir tecidos adjacentes e comprometer a qualidade de vida do paciente. </p>



<p>“Além disso, por serem raros e compostos por diferentes tipos de células, estruturas ou características de forma e aparência, muitas vezes representam um desafio diagnóstico e terapêutico. Atualmente, ainda há poucos estudos avaliando abordagens teranósticas nesse tipo tumoral”, explica Lima. A utilização dessa abordagem proposta por ela e seu grupo foi motivada, segundo a pesquisadora, pela oferta de uma alternativa terapêutica menos invasiva, podendo preservar a função do membro acometido.</p>



<p>Ressaltando a relevância de estar em um evento com o porte do Encontro Anual da SNMMI, ela compartilha seu entusiasmo com a boa recepção do trabalho: &#8220;Foi uma experiência muito enriquecedora, tanto do ponto de vista científico quanto profissional. Tive a oportunidade de conhecer e conversar com importantes nomes da área, abrindo possibilidades para futuras colaborações internacionais&#8221;.</p>



<p>Para Lima, a experiência ainda validou as linhas de pesquisa conduzidas no centro. &#8220;Ficou claro o quanto a abordagem desenvolvida pelo CancerThera, explorando o PSMA como potencial alvo teranóstico em diferentes tipos tumorais, além do câncer de próstata, é inovadora e ainda pouco explorada internacionalmente&#8221;, completa.</p>



<figure class="wp-block-image size-large"><img loading="lazy" decoding="async" width="1024" height="576" src="https://www.cancerthera.org.br/wp-content/uploads/2026/06/Encontro-SNMMI_2026-3-1024x576.jpg" alt="" class="wp-image-15202" srcset="https://www.cancerthera.org.br/wp-content/uploads/2026/06/Encontro-SNMMI_2026-3-1024x576.jpg 1024w, https://www.cancerthera.org.br/wp-content/uploads/2026/06/Encontro-SNMMI_2026-3-300x169.jpg 300w, https://www.cancerthera.org.br/wp-content/uploads/2026/06/Encontro-SNMMI_2026-3.jpg 1173w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /><figcaption class="wp-element-caption">Os pesquisadores do CancerThera também estiveram acompanhados de outros parceiros nacionais: da esquerda para a direita, <a href="https://br.linkedin.com/in/diego-bromfman-pianta" target="_blank" rel="noopener" title="">Diego Pianta</a>, ex-secretário da SBMN; <a href="https://www.cancerthera.org.br/equipe-cancerthera/celso-dario-ramos/" target="_blank" rel="noopener" title="">Celso Dario Ramos</a>, pesquisador principal no CancerThera; <a href="https://br.linkedin.com/in/camila-mosci-99164651" target="_blank" rel="noopener" title="">Camila Mosci</a>, diretora científica na SBMN; <a href="https://www.cancerthera.org.br/equipe-cancerthera/ellen-nogueira-lima/" target="_blank" rel="noopener" title="">Ellen Nogueira Lima</a>, pesquisadora de pós-doutorado no CancerThera; <a href="https://www.cancerthera.org.br/equipe-cancerthera/elba-cristina-sa-de-camargo-etchebehere/" target="_blank" rel="noopener" title="">Elba Etchebeher</a>e, pesquisadora principal no CancerThera; <a href="https://www.linkedin.com/in/drpaulorosado/" target="_blank" rel="noopener" title="">Paulo Rosado</a>, assessor cientifico na SBMN e na WFNMB; <a href="https://medphysics.wisc.edu/news/medicalphysicsnamesfellowshiprecipient/" target="_blank" rel="noopener" title="">Victor Santoro-Fernandes</a>, pesquisador de pós-doutorado na Universidade de Wisconsin-Madison.</figcaption></figure>



<hr class="wp-block-separator has-alpha-channel-opacity"/>



<p class="has-text-align-center"><sup><em><strong>Texto</strong>: <a href="https://www.cancerthera.org.br/equipe-cancerthera/romulo-santana-osthues/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Romulo Santana Osthues</a></em> | <em><strong>Fotos:</strong> Acervo pessoal</em></sup></p><p>The post <a href="https://www.cancerthera.org.br/pesquisadores-do-cepid-cancerthera-participam-do-encontro-anual-da-snmmi-nos-estados-unidos-trabalho-apresentado-e-premiado-como-melhor-abstract-internacional/">Pesquisadores do CEPID CancerThera participam do Encontro Anual da SNMMI, nos Estados Unidos; trabalho apresentado é premiado como melhor abstract internacional</a> first appeared on <a href="https://www.cancerthera.org.br">CEPID CancerThera</a>.</p>]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>G1 I Câncer de pele: pesquisa testa novo tratamento que pode reduzir tumores sem cirurgia invasiva</title>
		<link>https://www.cancerthera.org.br/cancer-de-pele-pesquisa-testa-novo-tratamento-que-pode-reduzir-tumores-sem-cirurgia-invasiva/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Jornalismo CancerThera]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 13 Jun 2026 12:49:44 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Na Mídia]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://www.cancerthera.org.br/?p=15258</guid>

					<description><![CDATA[<p>Estudo da Unicamp avalia um composto que une prata a anti-inflamatório. Expectativa é reduzir procedimentos invasivos, como a extração total de órgãos. Por&#160;Yasmin Castro, g1 Campinas e região A combinação [&#8230;]</p>
<p>The post <a href="https://www.cancerthera.org.br/cancer-de-pele-pesquisa-testa-novo-tratamento-que-pode-reduzir-tumores-sem-cirurgia-invasiva/">G1 I Câncer de pele: pesquisa testa novo tratamento que pode reduzir tumores sem cirurgia invasiva</a> first appeared on <a href="https://www.cancerthera.org.br">CEPID CancerThera</a>.</p>]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><em>Estudo da Unicamp avalia um composto que une prata a anti-inflamatório. Expectativa é reduzir procedimentos invasivos, como a extração total de órgãos.</em></p>



<p>Por&nbsp;<a href="https://g1.globo.com/autores/yasmin-castro/">Yasmin Castro</a>, g1 Campinas e região</p>


<div class="wp-block-image">
<figure class="alignleft size-full is-resized"><img loading="lazy" decoding="async" width="726" height="1010" src="https://www.cancerthera.org.br/wp-content/uploads/2026/07/Captura-de-Tela-2026-07-08-as-09.47.18.png" alt="" class="wp-image-15260" style="width:309px;height:auto" srcset="https://www.cancerthera.org.br/wp-content/uploads/2026/07/Captura-de-Tela-2026-07-08-as-09.47.18.png 726w, https://www.cancerthera.org.br/wp-content/uploads/2026/07/Captura-de-Tela-2026-07-08-as-09.47.18-216x300.png 216w" sizes="(max-width: 726px) 100vw, 726px" /></figure></div>


<p>A combinação entre anti-inflamatório e um complexo de prata pode transformar o tratamento do câncer de pele não melanoma,&nbsp;<strong>considerado o de maior incidência no Brasil,&nbsp;</strong>em uma terapia menos invasiva e traumática para os pacientes.</p>



<p>A técnica, que está em fase de testes, faz parte de uma pesquisa da&nbsp;<a class="" href="https://g1.globo.com/educacao/universidade/unicamp/">Universidade Estadual de Campinas</a>&nbsp;(Unicamp) que busca desenvolver uma alternativa aos tratamentos convencionais deste tipo de câncer.</p>



<p>Em estudos preliminares, o tratamento mostrou potencial para dispensar a cirurgia, já que consiste na aplicação, direto na pele, da substância que une a prata ao anti-inflamatório.</p>



<p>O câncer de pele não melanoma atinge áreas do corpo que ficam mais expostas ao sol, como orelha, nariz e boca. O principal tratamento convencional é chamado de “ressecção”, que consiste na remoção de uma parte ou da totalidade do órgão ou tecido atingidos.&nbsp;Esse procedimento pode ser agressivo, afetar a função do tecido e a autoestima do paciente.</p>



<p>O estudo já passou por etapas pré-clínicas, que envolvem testes em células e em camundongos, e&nbsp;está sendo avaliado em humanos desde o início de 2026.</p>



<p>Dependendo dos resultados, os pesquisadores pretendem submeter a técnica à análise da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (<a class="" href="https://g1.globo.com/tudo-sobre/anvisa/">Anvisa</a>), com a expectativa de que ela possa chegar ao mercado nos próximos anos.</p>



<p>O&nbsp;<strong>Dia Global de Conscientização sobre o Câncer de Pele Não Melanoma</strong>&nbsp;é celebrado neste sábado (13). Para entender o tratamento, o&nbsp;<a class="" href="https://g1.globo.com/sp/campinas-regiao/">g1</a>&nbsp;conversou com a médica oncologista&nbsp;<strong>Carmen Silvia Passos Lima</strong>, coordenadora do Serviço de Oncologia Clínica do Hospital de Clínicas da Unicamp e do Laboratório de Genética do Câncer (Lageca) da Faculdade de Ciências Médicas (FCM).</p>



<h2 class="wp-block-heading has-text-align-center">(…)</h2>



<hr class="wp-block-separator has-alpha-channel-opacity"/>



<p class="has-text-align-center"><strong>LEIA O TEXTO ORIGINAL NA ÍNTEGRA&nbsp;<a href="https://g1.globo.com/sp/campinas-regiao/noticia/2026/06/13/cancer-de-pele-pesquisa-testa-novo-tratamento-que-pode-reduzir-tumores-sem-cirurgia-invasiva.ghtml" target="_blank" rel="noopener" title="">NESTE LINK</a>.</strong></p>



<p></p><p>The post <a href="https://www.cancerthera.org.br/cancer-de-pele-pesquisa-testa-novo-tratamento-que-pode-reduzir-tumores-sem-cirurgia-invasiva/">G1 I Câncer de pele: pesquisa testa novo tratamento que pode reduzir tumores sem cirurgia invasiva</a> first appeared on <a href="https://www.cancerthera.org.br">CEPID CancerThera</a>.</p>]]></content:encoded>
					
		
		
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		<item>
		<title>Pesquisador principal no CEPID CancerThera, Carmino Antonio de Souza é eleito membro titular da Academia de Medicina de São Paulo</title>
		<link>https://www.cancerthera.org.br/pesquisador-principal-no-cepid-cancerthera-carmino-antonio-de-souza-e-eleito-membro-titular-da-academia-de-medicina-de-sao-paulo/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Jornalismo CancerThera]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 12 Jun 2026 17:29:38 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://www.cancerthera.org.br/?p=15172</guid>

					<description><![CDATA[<p>Em Assembleia Geral Extraordinária realizada em 10 de junho, o médico onco-hematologista Dr. Carmino Antonio de Souza foi eleito membro titular da Academia de Medicina de São Paulo. Professor da [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<div class="wp-block-image">
<figure class="alignleft size-full is-resized"><img decoding="async" src="https://www.cancerthera.org.br/wp-content/uploads/2025/12/RPF-entrevista-carmino-2023-01-1140-edited.jpg" alt="" class="wp-image-13961" style="width:365px;height:auto"/><figcaption class="wp-element-caption">Pesquisador principal e diretor no CEPID CancerThera, <a href="https://www.cancerthera.org.br/equipe-cancerthera/carmino-antonio-de-souza/">Carmino Antonio de Souza</a> foi eleito membro titular da <a href="https://www.academiamedicinasaopaulo.org.br/">Academia de Medicina de São Paulo</a>.</figcaption></figure></div>


<p>Em Assembleia Geral Extraordinária realizada em 10 de junho, o médico onco-hematologista Dr. <a href="https://www.cancerthera.org.br/equipe-cancerthera/carmino-antonio-de-souza/">Carmino Antonio de Souza</a> foi eleito membro titular da <a href="https://www.academiamedicinasaopaulo.org.br/">Academia de Medicina de São Paulo</a>. Professor da Faculdade de Ciências Médicas da Universidade Estadual de Campinas (FCM/Unicamp) e pesquisador principal no CEPID CancerThera, Souza foi eleito em sua primeira apresentação ao cargo, ocupando a cadeira de número 52: &#8220;É uma enorme alegria, uma honra, uma grande responsabilidade ser eleito pelos pares para ocupar uma cadeira que será eternamente lembrada com meu nome&#8221;, diz. A cerimônia de posse está marcada para o dia 24 de setembro.</p>



<p>&#8220;Essa cadeira foi ocupada no passado por três colegas, mas um deles com grande proximidade comigo, que foi o professor Pinotti. Uma incrível coincidência&#8221;, destaca o novo membro. A vaga pertenceu ao Dr. <a href="https://www.academiamedicinasaopaulo.org.br/membros-academicos/jose-aristodemo-pinotti/" target="_blank" rel="noopener" title="">José Aristódemo Pinotti</a> (1934–2009), ginecologista e obstetra especializado no tratamento de câncer ginecológico e mamário, tendo sido professor da FCM/Unicamp e reitor da universidade, além de ocupar cargos públicos de destaque, como secretário de educação e saúde de São Paulo e deputado federal. </p>



<p>O patrono da cadeira foi o Dr. <a href="https://www.academiamedicinasaopaulo.org.br/membros-academicos/raul-carlos-briquet/" target="_blank" rel="noopener" title="">Raul Carlos Briquet</a> (1887-1953), um destacado médico obstetra e professor catedrático da Universidade de São Paulo. Além de criar uma escola de obstetrícia no estado de São Paulo e fomentar o ensino de enfermagem, teve papel pioneiro no Brasil ao introduzir o ensino superior de Psicologia Social. Já o Dr. <a href="https://www.academiamedicinasaopaulo.org.br/membros-academicos/enio-buffolo/" target="_blank" rel="noopener" title="">Enio Buffolo</a> (1941-2025), o outro ocupante da cadeira citado por Souza, foi um renomado cirurgião cardiovascular formado pela Escola Paulista de Medicina, pioneiro internacionalmente pela técnica de revascularização miocárdica sem circulação extracorpórea. Ao longo de sua carreira, operou cerca de 35 mil pacientes.</p>



<figure class="wp-block-gallery has-nested-images columns-default is-cropped wp-block-gallery-1 is-layout-flex wp-block-gallery-is-layout-flex">
<figure class="wp-block-image size-large"><img loading="lazy" decoding="async" width="218" height="260" data-id="15174" src="https://www.cancerthera.org.br/wp-content/uploads/2026/06/briquet_AMSP.jpg" alt="" class="wp-image-15174"/><figcaption class="wp-element-caption"><a href="https://www.academiamedicinasaopaulo.org.br/membros-academicos/raul-carlos-briquet/">Raul Carlos Briquet</a></figcaption></figure>



<figure class="wp-block-image size-large"><img loading="lazy" decoding="async" width="241" height="297" data-id="15173" src="https://www.cancerthera.org.br/wp-content/uploads/2026/06/pinotti_AMSP.jpg" alt="" class="wp-image-15173"/><figcaption class="wp-element-caption"><a href="https://www.academiamedicinasaopaulo.org.br/membros-academicos/jose-aristodemo-pinotti/">José Aristódemo Pinotti</a></figcaption></figure>



<figure class="wp-block-image size-large"><img loading="lazy" decoding="async" width="226" height="296" data-id="15175" src="https://www.cancerthera.org.br/wp-content/uploads/2026/06/buffolo_AMSP.jpg" alt="" class="wp-image-15175"/><figcaption class="wp-element-caption"><a href="https://www.academiamedicinasaopaulo.org.br/membros-academicos/enio-buffolo/">Enio Buffolo</a></figcaption></figure>
</figure>



<p>Ao refletir sobre a entidade que passa a integrar, Souza enfatiza a excelência e a diversidade de seus pares: &#8220;Essa é uma entidade que tem médicos de todas as especialidades, de muitas instituições e quase todos eles com grande trajetória, seja na educação, seja na ciência e seja na medicina como sua profissão principal&#8221;. Diante dessa representatividade institucional, cujos pilares apontou serem &#8220;a ética, o conhecimento, o respeito&#8221;, ele adianta sua intenção de engajamento na nova casa: &#8220;Vou participar de maneira muito ativa dentro do possível para engrandecer esse reconhecimento e engrandecer também a instituição&#8221;.</p>



<h4 class="wp-block-heading"><strong>Reconhecimento de uma relevante trajetória profissional</strong></h4>



<p>Aos mais de 50 anos de carreira, Carmino Antonio de Souza concilia a atuação médica com a pesquisa científica e a administração pública. &#8220;Eu dediquei a minha vida a dois segmentos dos mais importantes dentro da medicina, e um deles foi o da hematologia, hemoterapia e terapia celular&#8221;, explica. Na Unicamp, sua atuação foi estrutural para o avanço dessa área médica. &#8220;Eu tenho um enorme orgulho de ter sido um dos fundadores do <a href="https://www.hemocentro.unicamp.br/" target="_blank" rel="noopener" title="">Hemocentro da Unicamp</a>, um dos criadores da <a href="https://www.hemocentro.unicamp.br/hemorrede/" target="_blank" rel="noopener" title="">Hemorrede</a>, do governo do estado de São Paulo e de todo o país&#8221;, relata. Ele também foi o responsável por idealizar a unidade de transplante de medula óssea, destacando que o serviço permanece &#8220;funcionando plenamente e continuamente desde a sua criação&#8221;.</p>



<p>No ambiente associativo, o pesquisador assumiu posições de liderança por um longo período. Ao relembrar o processo de fusão que originou a atual <a href="https://www.abhhoficial.com.br/" target="_blank" rel="noopener" title="">Associação Brasileira de Hematologia, Hemoterapia e Terapia Celular</a> (ABHH), detalhou o seu envolvimento com a entidade, da qual foi o primeiro presidente eleito por quatro anos e diretor científico por mais de 6 anos. O seu engajamento se estendeu aos Conselhos Federal e Regional de Medicina e à Associação Médica Brasileira. </p>



<p>No cenário científico exterior, Souza integra ativamente a Sociedade Americana de Hematologia (ASH), a Sociedade Europeia de Hematologia (EHA) e é um dos fundadores da Associação Ítalo Brasileira de Hematologia (AIBE).</p>



<p>Além de sua atuação acadêmica e associativa primária, em outubro de 2024, ele foi <a href="https://www.cancerthera.org.br/pesquisador-responsavel-pelo-cepid-cancerthera-carmino-antonio-de-souza-e-nomeado-vice-presidente-da-fapesp/" target="_blank" rel="noopener" title="">nomeado pelo governador Tarcísio de Freitas como vice-presidente da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo</a> (FAPESP) para um mandato de três anos. Ele também atua hoje como presidente do Conselho de Curadores da Fundação Butantan.</p>



<p>A segunda grande vertente da carreira do novo acadêmico se desenvolveu na administração estatal e municipal de saúde, um trajeto moldado, nas suas palavras, &#8220;por essas circunstâncias que a vida te oferece&#8221;. Souza chefiou a Secretaria de Estado da Saúde de São Paulo entre os anos de 1993 e 1994, e foi secretário municipal de Saúde de Campinas entre 2013 e 2020. Sobre o seu tempo dedicado ao município paulista, o pesquisador declarou um afeto particular por sua ligação com o local, tratando-se “da cidade onde eu escolhi para viver, a cidade onde eu tive meus filhos, meus netos&#8221;.</p>



<p>Em 2022, o médico compartilhou a liderança da Secretaria Extraordinária de Ciência, Tecnologia e Inovação em Saúde do Estado de São Paulo. De acordo com os registros, a pasta foi desenhada pelo então governador Rodrigo Garcia com a missão de &#8220;tentar entender e planejar o futuro pós-pandêmico na área da indústria da saúde&#8221;.</p>



<p>Ao avaliar essa imersão governamental, o especialista mantém uma visão construtiva dos desafios superados. &#8220;Esse trabalho dentro da gestão pública, que foi acidental – eu diria –, foi extremamente importante para que eu criasse uma maturidade profissional e pessoal muito grande&#8221;. Segundo ele, a vivência diária e a articulação exigidas no alto escalão dos governos ampliaram sua rede de contatos com a comunidade científica do estado, fator que culminou, indiretamente, na própria admissão recente à entidade paulista de notáveis. &#8220;Acabei me aproximando de muitos acadêmicos que encontrei nesse processo de eleição para essa honrosa função da Academia de Medicina do Estado de São Paulo&#8221;, avalia.</p>



<hr class="wp-block-separator has-alpha-channel-opacity"/>



<p class="has-text-align-center"><sup><em><strong>Texto</strong>: <a href="https://www.cancerthera.org.br/equipe-cancerthera/romulo-santana-osthues/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Romulo Santana Osthues</a></em> | <em><strong>Fotos:</strong> Acervo pessoal e da <a href="https://www.academiamedicinasaopaulo.org.br/" target="_blank" rel="noopener" title="">Academia de Medicina de São Paulo</a> </em></sup></p><p>The post <a href="https://www.cancerthera.org.br/pesquisador-principal-no-cepid-cancerthera-carmino-antonio-de-souza-e-eleito-membro-titular-da-academia-de-medicina-de-sao-paulo/">Pesquisador principal no CEPID CancerThera, Carmino Antonio de Souza é eleito membro titular da Academia de Medicina de São Paulo</a> first appeared on <a href="https://www.cancerthera.org.br">CEPID CancerThera</a>.</p>]]></content:encoded>
					
		
		
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		<title>CEPID CancerThera aproxima estudantes da rede municipal de Campinas das pesquisas contra o câncer no Viva Ciência 2026</title>
		<link>https://www.cancerthera.org.br/cepid-cancerthera-aproxima-estudantes-da-rede-municipal-de-campinas-das-pesquisas-contra-o-cancer-no-viva-ciencia-2026/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Jornalismo CancerThera]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 28 May 2026 21:32:58 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Entre os dias 19 e 21 de maio, o Museu Exploratório de Ciências da Universidade Estadual de Campinas (MEC/Unicamp) tornou-se um vibrante polo de descobertas durante a terceira edição do [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Entre os dias 19 e 21 de maio, o <a href="https://www.proec.unicamp.br/museu-exploratorio-de-ciencias/" target="_blank" rel="noopener" title="">Museu Exploratório de Ciências</a> da Universidade Estadual de Campinas (MEC/Unicamp) tornou-se um vibrante polo de descobertas durante a terceira edição do Viva Ciência. O evento, realizado pelo museu em parceria com a <a href="https://educa.campinas.sp.gov.br/" target="_blank" rel="noopener" title="">Secretaria Municipal de Educação de Campinas</a> (SME/Campinas), reuniu cerca de 2 mil alunos do sexto ano da rede pública. </p>



<p>Em meio a foguetes de garrafas PET, animais vivos e amostras de meteoritos, o <a href="https://www.cancerthera.org.br/sobre-o-cancerthera/" target="_blank" rel="noopener" title="">CEPID CancerThera</a> marcou presença pelo segundo ano consecutivo com o desafio de descomplicar e desmistificar o uso da tecnologia nuclear na área da Saúde, especialmente quanto ao diagnóstico e ao tratamento do câncer utilizando <a href="https://www.cancerthera.org.br/conhecer" target="_blank" rel="noopener" title="">radiofármacos</a>.</p>



<p>A escalada do evento a cada ano sublinha o seu impacto na comunidade local. A Ma. <a href="https://br.linkedin.com/in/mariana-martins-volpato-mariutti-4a16bb86" target="_blank" rel="noopener" title="">Mariana Martins Volpato Mariutti</a>, pedagoga e supervisora educacional na SME/Campinas, avaliou positivamente a imersão de três dias por permitir que as crianças pudessem se aproximar da universidade, relatando que a vivência ajuda a “plantar a sementinha da importância do conhecimento científico”. E completa: &#8220;O Viva Ciência é pura vida. São muitos alunos e alunas circulando, desbravando as questões científicas, estabelecendo relações com o conhecimento, com o cotidiano”.</p>



<p>Essa integração é igualmente celebrada pela universidade. O Dr. <a href="https://bv.fapesp.br/pt/pesquisador/79520/guilherme-oliveira-barbosa/" target="_blank" rel="noopener" title="">Guilherme Oliveira Barbosa</a>, biólogo, professor do Instituto de Biologia da Unicamp e coordenador adjunto do MEC/Unicamp, destacou o valor social de abrir as portas da instituição para que os estudantes possam reconhecer a universidade para além do lugar onde está situado o Hospital de Clínicas, que é bastante visitado pela população da cidade dados os serviços de saúde que oferece. “É um local de ensino, um local de pesquisa, um local do qual eles podem fazer parte”, diz o professor.</p>



<figure class="wp-block-embed aligncenter is-type-rich is-provider-flickr wp-block-embed-flickr"><div class="wp-block-embed__wrapper">
<a data-flickr-embed='true' href='https://www.flickr.com/photos/200553709@N04/albums/72177720333900892/' title='CEPID CancerThera no 3º Viva Ciência - 19 a 21/05/2026 by cepid, on Flickr'><img src='https://live.staticflickr.com/65535/55299014617_489f935bce_z.jpg' width='800' height='600' alt='CEPID CancerThera no 3º Viva Ciência'></a><script async src='https://embedr.flickr.com/assets/client-code.js' charset='utf-8'></script>
</div><figcaption class="wp-element-caption"><strong>Clique no álbum para visualizar melhor e baixar as fotografias do evento –</strong> <strong>ou através <a href="https://www.flickr.com/photos/200553709@N04/albums/72177720333900892/" target="_blank" rel="noopener" title="">deste link</a></strong>.</figcaption></figure>



<h4 class="wp-block-heading"><strong>Ciência para tocar e sentir</strong></h4>



<p>O estande do CancerThera, batizado de &#8220;Teranóstico: o lado bom da radiação no diagnóstico e no tratamento do câncer&#8221;, foi organizado em seis estações interativas, com um circuito no qual foram apresentados conceitos desde a dupla camada lipídica das células e o circuito de desenvolvimento de radiofármacos até a presença natural da radiação em areias monazíticas (como as presentes na praia de Guarapari, no Espírito Santo) e bananas.</p>



<p>Para quem acompanha os alunos no dia a dia, a materialidade das atividades fez a diferença. Claudia Souza de Melo, estudante de pedagogia e cuidadora na Escola Municipal Padre Domingos Zatti, ressaltou esse aspecto: &#8220;Eu achei maravilhoso pela parte lúdica, de ter tudo assim para tocar, para sentir… e os profissionais explicando aos estudantes sobre cada experiência&#8221;. Ela afirma que, antes de passar pelo estande, tinha pouco conhecimento sobre o tema e os radiofármacos, relacionando o uso da radiação apenas a tratamentos de radioterapia.</p>



<h4 class="wp-block-heading"><strong>O desafio e a alegria de divulgar a ciência</strong></h4>


<div class="wp-block-image">
<figure class="alignright size-large is-resized"><img loading="lazy" decoding="async" width="1024" height="683" src="https://www.cancerthera.org.br/wp-content/uploads/2026/05/CT_Viva-Ciencia_2026-4-1024x683.jpg" alt="" class="wp-image-15063" style="width:469px;height:auto" srcset="https://www.cancerthera.org.br/wp-content/uploads/2026/05/CT_Viva-Ciencia_2026-4-1024x683.jpg 1024w, https://www.cancerthera.org.br/wp-content/uploads/2026/05/CT_Viva-Ciencia_2026-4-300x200.jpg 300w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /></figure></div>


<p>A aproximação do público jovem com conceitos complexos foi possível graças ao empenho da equipe de pesquisadores do centro, que adaptou a linguagem acadêmica ao patamar de conhecimento no qual os estudantes do sexto ano estavam. <a href="https://bv.fapesp.br/pt/pesquisador/720164/laura-barros-silva/" target="_blank" rel="noopener" title=""><strong><mark style="background-color:#f78da6" class="has-inline-color has-white-color">Laura Barros Silva</mark></strong></a>, química e doutoranda no Instituto de Química da Unicamp (IQ/Unicamp), atuou como mediadora no CancerThera e destacou essa dinâmica: &#8220;Foi desafiador poder transpor o dia a dia no laboratório para uma forma que as crianças pudessem entender&#8221;, permitindo que os estudantes correlacionassem as atividades com outros assuntos que já eram do repertório deles.</p>


<div class="wp-block-image">
<figure class="alignright size-large is-resized"><img loading="lazy" decoding="async" width="1024" height="683" src="https://www.cancerthera.org.br/wp-content/uploads/2026/05/CT_Viva-Ciencia_2026-23-1024x683.jpg" alt="" class="wp-image-15064" style="width:467px;height:auto" srcset="https://www.cancerthera.org.br/wp-content/uploads/2026/05/CT_Viva-Ciencia_2026-23-1024x683.jpg 1024w, https://www.cancerthera.org.br/wp-content/uploads/2026/05/CT_Viva-Ciencia_2026-23-300x200.jpg 300w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /></figure></div>


<p>O retorno desse esforço foi contagiante. <a href="https://www.linkedin.com/in/giovana-camargo-ribeiro-663b35214/" target="_blank" rel="noopener" title=""><strong><mark style="background-color:#f78da7" class="has-inline-color has-white-color">Giovana Camargo Ribeiro</mark></strong></a>, graduanda em Química no IQ/Unicamp e mediadora do CancerThera, descreveu a experiência como “sensacional” por ter podido expandir um pouco o mundo científico das crianças visitantes do estande. “Eu adoro ver o brilho nos olhos delas falando sobre ciência, descobrindo alguma coisa nova a partir do que a gente pesquisa”, conta.</p>


<div class="wp-block-image">
<figure class="alignright size-large is-resized"><img loading="lazy" decoding="async" width="1024" height="683" src="https://www.cancerthera.org.br/wp-content/uploads/2026/05/CT_Viva-Ciencia_2026-19-1024x683.jpg" alt="" class="wp-image-15065" style="width:465px;height:auto" srcset="https://www.cancerthera.org.br/wp-content/uploads/2026/05/CT_Viva-Ciencia_2026-19-1024x683.jpg 1024w, https://www.cancerthera.org.br/wp-content/uploads/2026/05/CT_Viva-Ciencia_2026-19-300x200.jpg 300w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /></figure></div>


<p>Nesse processo de trocas, os pesquisadores acabam transformados. A Ma. <strong><a href="https://www.linkedin.com/in/ana-carolini-cavallieri-zatta-631030216/" target="_blank" rel="noopener" title=""><mark style="background-color:#f78da7" class="has-inline-color has-white-color">Ana Carolini Cavallieri Zatta</mark></a></strong>, bióloga e doutoranda na Faculdade de Ciências Farmacêuticas da Unicamp, destacou a importância de sua atuação como mediadora: “Cada aluno aqui, cada passagem que eles têm pelo nosso estande são novos aprendizados, novas experiências. É muito intenso saber que pode contribuir na formação deles”.</p>



<p></p>



<h4 class="wp-block-heading"><strong>Inspirando futuros cientistas</strong></h4>


<div class="wp-block-image">
<figure class="alignleft size-large is-resized"><img loading="lazy" decoding="async" width="1024" height="683" src="https://www.cancerthera.org.br/wp-content/uploads/2026/05/CT_Viva-Ciencia_2026-33-1024x683.jpg" alt="" class="wp-image-15066" style="width:461px;height:auto" srcset="https://www.cancerthera.org.br/wp-content/uploads/2026/05/CT_Viva-Ciencia_2026-33-1024x683.jpg 1024w, https://www.cancerthera.org.br/wp-content/uploads/2026/05/CT_Viva-Ciencia_2026-33-300x200.jpg 300w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /></figure></div>


<p>As atividades do CancerThera não apenas demonstraram como funcionam os medicamentos, mas evidenciaram o método de investigação científica envolvido até a sua aprovação – estudos básicos, pré-clínicos e clínicos. <a href="http://lattes.cnpq.br/8551274687594977" target="_blank" rel="noopener" title=""><strong><mark style="background-color:#f78da7" class="has-inline-color has-white-color">Richard Silva de Sousa</mark></strong></a>, nutricionista, mestrando na Faculdade de Ciências Médicas da Unicamp e mediador no estande, focou em compartilhar sua experiência diária. “O que mais me marca é poder contribuir com a minha vivência, minha prática na pesquisa clínica, o modo como a gente faz passo a passo”. Ele ressalta, ainda, o desejo de inspirar os futuros e potenciais pesquisadores a “fazer ciência no SUS [Sistema Único de Saúde]”.</p>


<div class="wp-block-image">
<figure class="alignleft size-large is-resized"><img loading="lazy" decoding="async" width="1024" height="683" src="https://www.cancerthera.org.br/wp-content/uploads/2026/05/CT_Viva-Ciencia_2026-41-1024x683.jpg" alt="" class="wp-image-15067" style="width:467px;height:auto" srcset="https://www.cancerthera.org.br/wp-content/uploads/2026/05/CT_Viva-Ciencia_2026-41-1024x683.jpg 1024w, https://www.cancerthera.org.br/wp-content/uploads/2026/05/CT_Viva-Ciencia_2026-41-300x200.jpg 300w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /></figure></div>


<p>Esse esforço de divulgação científica consolida o desenvolvimento de uma sociedade mais crítica e bem informada. &#8220;É muito interessante a gente ver como os estudantes se interessam, um olhar atento, os olhinhos brilhando, tirando dúvidas, fazendo perguntas inteligentes, e isso é muito bonito”, diz a Dra. <a href="https://www.cancerthera.org.br/equipe-cancerthera/barbara-juarez-amorim/" target="_blank" rel="noopener" title=""><strong><mark style="background-color:#f78da7" class="has-inline-color has-white-color">Bárbara Juarez Amorim</mark></strong></a>, médica nuclear e gerente executiva da área de Difusão do Conhecimento no CancerThera. Além de ressaltar a participação entusiasmada dos estudantes, ela descreve benefícios diretos dessa experiência de diálogo com eles: &#8220;Isso inibe também as <em>fake news</em>. São jovens que saberão a importância de buscar conteúdos corretos e verdadeiros, além de estimular que eles possam trilhar o seu caminho como cientistas&#8221;.</p>



<hr class="wp-block-separator has-alpha-channel-opacity"/>



<p class="has-text-align-center"><sub><em><strong>Texto</strong>&nbsp;<strong>e fotos</strong>:&nbsp;<a href="https://www.cancerthera.org.br/equipe-cancerthera/romulo-santana-osthues/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Romulo Santana Osthues</a></em>&nbsp;</sub></p><p>The post <a href="https://www.cancerthera.org.br/cepid-cancerthera-aproxima-estudantes-da-rede-municipal-de-campinas-das-pesquisas-contra-o-cancer-no-viva-ciencia-2026/">CEPID CancerThera aproxima estudantes da rede municipal de Campinas das pesquisas contra o câncer no Viva Ciência 2026</a> first appeared on <a href="https://www.cancerthera.org.br">CEPID CancerThera</a>.</p>]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Pesquisadora principal no CEPID CancerThera, Elba Etchebehere passa a integrar conselho de novo periódico do grupo The Lancet</title>
		<link>https://www.cancerthera.org.br/pesquisadora-principal-no-cepid-cancerthera-elba-etchebehere-passa-a-integrar-conselho-de-novo-periodico-do-grupo-the-lancet/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Jornalismo CancerThera]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 25 May 2026 15:25:47 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://www.cancerthera.org.br/?p=15048</guid>

					<description><![CDATA[<p>A Dra. Elba Etchebehere, médica nuclear e pesquisadora principal no CEPID CancerThera, acaba de ser nomeada membro do Conselho Consultivo Internacional (International Advisory Board) do The Lancet Medical Imaging &#38; [&#8230;]</p>
<p>The post <a href="https://www.cancerthera.org.br/pesquisadora-principal-no-cepid-cancerthera-elba-etchebehere-passa-a-integrar-conselho-de-novo-periodico-do-grupo-the-lancet/">Pesquisadora principal no CEPID CancerThera, Elba Etchebehere passa a integrar conselho de novo periódico do grupo The Lancet</a> first appeared on <a href="https://www.cancerthera.org.br">CEPID CancerThera</a>.</p>]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="wp-block-image">
<figure class="alignleft size-large is-resized"><img loading="lazy" decoding="async" width="1024" height="849" src="https://www.cancerthera.org.br/wp-content/uploads/2024/09/elba-etchebehere_2024-11-1024x849.jpg" alt="" class="wp-image-11318" style="width:367px;height:auto" srcset="https://www.cancerthera.org.br/wp-content/uploads/2024/09/elba-etchebehere_2024-11-1024x849.jpg 1024w, https://www.cancerthera.org.br/wp-content/uploads/2024/09/elba-etchebehere_2024-11-300x249.jpg 300w, https://www.cancerthera.org.br/wp-content/uploads/2024/09/elba-etchebehere_2024-11-1536x1274.jpg 1536w, https://www.cancerthera.org.br/wp-content/uploads/2024/09/elba-etchebehere_2024-11-2048x1699.jpg 2048w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /><figcaption class="wp-element-caption"><strong><a href="https://www.cancerthera.org.br/equipe-cancerthera/elba-cristina-sa-de-camargo-etchebehere/" target="_blank" rel="noopener" title="">Elba Etchebehere</a></strong>, médica nuclear e pesquisadora principal no CancerThera.</figcaption></figure></div>


<p>A Dra. <a href="https://www.cancerthera.org.br/equipe-cancerthera/elba-cristina-sa-de-camargo-etchebehere/" target="_blank" rel="noopener" title=""><strong>Elba Etchebehere</strong></a>, médica nuclear e pesquisadora principal no <a href="https://www.cancerthera.org.br/sobre-o-cancerthera/" target="_blank" rel="noopener" title="">CEPID CancerThera</a>, acaba de ser nomeada membro do Conselho Consultivo Internacional (International Advisory Board) do <a href="https://www.thelancet.com/lanmit/about" target="_blank" rel="noopener" title=""><em>The Lancet Medical Imaging &amp; Theranostics</em></a>, o mais novo periódico científico de acesso aberto do grupo The Lancet. </p>



<p>A revista, lançada em fevereiro de 2026, terá sua primeira edição publicada em agosto de 2026, e terá como foco pesquisas inovadoras e de alto impacto clínico em modalidades como Medicina Nuclear (incluindo PET/CT, SPECT/CT e Teranóstico) e Radiologia (incluindo ressonância magnética, ultrassonografia, tomografia computadorizada etc.).</p>



<p>Para a especialista, que também é professora da Faculdade de Ciências Médicas da Universidade Estadual de Campinas (FCM/Unicamp) e presidente da Sociedade Brasileira de Medicina Nuclear e Imagem Molecular (SBMN), a nomeação é um reconhecimento significativo e uma oportunidade de impacto global. &#8220;Recebo com honra o convite&#8221;, celebra Etchebehere.</p>



<p><strong>O papel da nova conselheira</strong></p>


<div class="wp-block-image">
<figure class="alignright size-full is-resized"><img decoding="async" src="https://www.cancerthera.org.br/wp-content/uploads/2026/05/LANMIT_capa_25-05-2026.jpg" alt="" class="wp-image-15049" style="width:304px;height:auto"/><figcaption class="wp-element-caption">Capa da primeira edição da revista <a href="https://www.thelancet.com/lanmit/about" target="_blank" rel="noopener" title=""><em>The Lancet Medical Imaging &amp; Theranostics</em></a>, com publicação prevista para agosto de 2026.</figcaption></figure></div>


<p>O periódico tem como proposta principal publicar aplicações inéditas de imagem para triagem, diagnóstico, prognóstico e tratamento de doenças em todas as especialidades médicas. Destacando a relevância da criação de um veículo científico focado exclusivamente nestes avanços contínuos, a pesquisadora enfatiza a relevância da publicação: &#8220;O lançamento de um periódico de excelência com este escopo pelo grupo The Lancet é um marco fundamental para a nossa área; o Teranóstico e a imagem médica avançada estão revolucionando a medicina personalizada, e ter um espaço dedicado exclusivamente a pesquisas de alto nível certamente acelerará a chegada de novas tecnologias à prática clínica&#8221;.</p>



<p>Etchebehere aconselhará a equipe editorial, liderada pela editora-chefe <a href="https://www.thelancet.com/lanmit/about" target="_blank" rel="noopener" title="">Ali Landman</a>, sobre os mais recentes desenvolvimentos e tendências da especialidade. Os membros do conselho também atuarão como embaixadores globais da revista, auxiliando na indicação de revisores, no fornecimento de <em>feedback</em> sobre o desenvolvimento do periódico e no mapeamento de grandes ensaios clínicos e pesquisas ao redor do mundo.</p>



<p>A presença da pesquisadora no grupo consolida a inserção de instituições brasileiras de excelência no cenário científico internacional. Nesse sentido, a médica ressalta o caráter colaborativo da nova publicação: &#8220;A iniciativa reunirá especialistas internacionais em torno de discussões científicas e clínicas sobre diagnóstico, prognóstico e tratamento de doenças em diferentes especialidades médicas. Agradeço pela confiança e por poder contribuir com esse importante projeto internacional, também representando a FCM/Unicamp e a SBMN&#8221;.</p>



<hr class="wp-block-separator has-alpha-channel-opacity"/>



<p class="has-text-align-center"><em><sup><strong>Texto:</strong>&nbsp;<a href="https://www.cancerthera.org.br/equipe-cancerthera/romulo-santana-osthues/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Romulo Santana Osthues</a></sup></em></p><p>The post <a href="https://www.cancerthera.org.br/pesquisadora-principal-no-cepid-cancerthera-elba-etchebehere-passa-a-integrar-conselho-de-novo-periodico-do-grupo-the-lancet/">Pesquisadora principal no CEPID CancerThera, Elba Etchebehere passa a integrar conselho de novo periódico do grupo The Lancet</a> first appeared on <a href="https://www.cancerthera.org.br">CEPID CancerThera</a>.</p>]]></content:encoded>
					
		
		
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		<title>EPTV &#124; Estudo da Unicamp revela risco de morte por câncer até 3 vezes maior entre os mais pobres</title>
		<link>https://www.cancerthera.org.br/eptv-estudo-da-unicamp-revela-risco-de-morte-por-cancer-ate-3-vezes-maior-entre-os-mais-pobres/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Jornalismo CancerThera]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 11 May 2026 18:58:43 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Na Mídia]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Pesquisa analisou dados de 2010 a 2019 de Campinas (SP) e aponta que moradores de áreas vulneráveis têm menos acesso a diagnóstico e tratamento. Mortalidade é agravada por dependência do [&#8230;]</p>
<p>The post <a href="https://www.cancerthera.org.br/eptv-estudo-da-unicamp-revela-risco-de-morte-por-cancer-ate-3-vezes-maior-entre-os-mais-pobres/">EPTV | Estudo da Unicamp revela risco de morte por câncer até 3 vezes maior entre os mais pobres</a> first appeared on <a href="https://www.cancerthera.org.br">CEPID CancerThera</a>.</p>]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Pesquisa analisou dados de 2010 a 2019 de Campinas (SP) e aponta que moradores de áreas vulneráveis têm menos acesso a diagnóstico e tratamento. Mortalidade é agravada por dependência do SUS, demora em exames e desigualdade no atendimento.</p>



<figure class="wp-block-image size-full"><img loading="lazy" decoding="async" width="1920" height="1080" src="https://www.cancerthera.org.br/wp-content/uploads/2026/05/Jornal-EPTV-RCBP_CT_Na-Midia_07-05-2026_c.png" alt="" class="wp-image-15009" srcset="https://www.cancerthera.org.br/wp-content/uploads/2026/05/Jornal-EPTV-RCBP_CT_Na-Midia_07-05-2026_c.png 1920w, https://www.cancerthera.org.br/wp-content/uploads/2026/05/Jornal-EPTV-RCBP_CT_Na-Midia_07-05-2026_c-300x169.png 300w, https://www.cancerthera.org.br/wp-content/uploads/2026/05/Jornal-EPTV-RCBP_CT_Na-Midia_07-05-2026_c-1024x576.png 1024w" sizes="(max-width: 1920px) 100vw, 1920px" /></figure>



<p><strong>Jornal da EPTV 2 | Estudo da Unicamp revela risco de morte por câncer até 3 vezes maior entre os mais pobres</strong>.</p>



<hr class="wp-block-separator has-alpha-channel-opacity"/>



<p class="has-text-align-center"><strong>VÍDEO ORIGINAL <a href="https://globoplay.globo.com/v/14593669/" target="_blank" rel="noopener" title="">NESTE LINK</a>.</strong></p>



<p></p><p>The post <a href="https://www.cancerthera.org.br/eptv-estudo-da-unicamp-revela-risco-de-morte-por-cancer-ate-3-vezes-maior-entre-os-mais-pobres/">EPTV | Estudo da Unicamp revela risco de morte por câncer até 3 vezes maior entre os mais pobres</a> first appeared on <a href="https://www.cancerthera.org.br">CEPID CancerThera</a>.</p>]]></content:encoded>
					
		
		
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		<title>G1 &#124; Mais pobres têm maior risco de morte por câncer, mesmo com menos diagnósticos, aponta estudo da Unicamp</title>
		<link>https://www.cancerthera.org.br/g1-mais-pobres-tem-maior-risco-de-morte-por-cancer-mesmo-com-menos-diagnosticos-aponta-estudo-da-unicamp/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Jornalismo CancerThera]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 11 May 2026 18:51:55 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Na Mídia]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Pesquisa analisou dados de Campinas por 10 anos e indica que moradores de áreas vulneráveis enfrentam mais dificuldade para diagnóstico e tratamento e a mortalidade pode ser até três vezes [&#8230;]</p>
<p>The post <a href="https://www.cancerthera.org.br/g1-mais-pobres-tem-maior-risco-de-morte-por-cancer-mesmo-com-menos-diagnosticos-aponta-estudo-da-unicamp/">G1 | Mais pobres têm maior risco de morte por câncer, mesmo com menos diagnósticos, aponta estudo da Unicamp</a> first appeared on <a href="https://www.cancerthera.org.br">CEPID CancerThera</a>.</p>]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><em>Pesquisa analisou dados de Campinas por 10 anos e indica que moradores de áreas vulneráveis enfrentam mais dificuldade para diagnóstico e tratamento e a mortalidade pode ser até três vezes maior.</em><br><br>Por <strong>g1 Campinas e Região</strong></p>


<div class="wp-block-image">
<figure class="alignleft size-large is-resized"><img loading="lazy" decoding="async" width="1024" height="1024" src="https://www.cancerthera.org.br/wp-content/uploads/2026/05/g1_RCBP_CT_Na-Midia_07-05-2026-1024x1024.png" alt="" class="wp-image-15003" style="width:309px;height:auto" srcset="https://www.cancerthera.org.br/wp-content/uploads/2026/05/g1_RCBP_CT_Na-Midia_07-05-2026-1024x1024.png 1024w, https://www.cancerthera.org.br/wp-content/uploads/2026/05/g1_RCBP_CT_Na-Midia_07-05-2026-300x300.png 300w, https://www.cancerthera.org.br/wp-content/uploads/2026/05/g1_RCBP_CT_Na-Midia_07-05-2026-150x150.png 150w, https://www.cancerthera.org.br/wp-content/uploads/2026/05/g1_RCBP_CT_Na-Midia_07-05-2026.png 1080w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /></figure></div>


<p>Um estudo da&nbsp;<a class="" href="https://g1.globo.com/educacao/universidade/unicamp/">Unicamp</a>&nbsp;apontou que moradores de áreas mais vulneráveis de&nbsp;<a class="" href="https://g1.globo.com/sp/campinas-regiao/cidade/campinas/">Campinas</a>&nbsp;(SP)&nbsp;têm maior risco de morte por câncer, mesmo com menor incidência de casos nesses grupos.</p>



<p>Segundo pesquisadores do Centro de Inovação Teranóstica em Câncer (CancerThera),&nbsp;<strong>o acesso desigual aos serviços de saúde é um dos principais fatores para esse cenário</strong>. O trabalho foi publicado na revista científica internacional&nbsp;<em>Cancer Epidemiology</em>.</p>



<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow">
<p>&#8220;Os dados mostram que a mortalidade por câncer pode ser até três vezes maior entre os mais vulneráveis, evidenciando que pode haver acesso tardio ao diagnóstico e ao tratamento&#8221;, afirma a epidemiologista Andrea von Zuben.</p>
</blockquote>



<p>Para os autores, os dados indicam&nbsp;<strong>subdiagnóstico</strong>:&nbsp;a população mais vulnerável não necessariamente adoece menos, mas tem menos acesso a exames e descobre a doença em estágios mais avançados.</p>



<p><strong>Entre os principais problemas identificados nesses grupos estão:</strong></p>



<ul class="wp-block-list">
<li>Dependência quase exclusiva do SUS;</li>



<li>Maior tempo de espera para exames e consultas;</li>



<li>Diagnósticos tardios e menor chance de cura.</li>
</ul>



<p>Segundo Andrea von Zuben, o estudo que teve como base uma década de dados deixa claro que&nbsp;&#8220;a desigualdade em saúde não só persiste, como em alguns casos está aumentando, exigindo políticas públicas direcionadas e territorializadas.&#8221;</p>



<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow">
<p>&#8220;O câncer não vai diminuir, o câncer só vai aumentar. Então, nós temos que nos preparar&#8221;, afirma Carmino Antonio de Souza, pesquisador responsável pelo CancerThera.</p>
</blockquote>



<h2 class="wp-block-heading has-text-align-center">(…)</h2>



<hr class="wp-block-separator has-alpha-channel-opacity"/>



<p class="has-text-align-center"><strong>LEIA O TEXTO ORIGINAL NA ÍNTEGRA <a href="https://g1.globo.com/sp/campinas-regiao/noticia/2026/05/07/mais-pobres-tem-maior-risco-de-morte-por-cancer-mesmo-com-menos-diagnosticos-aponta-estudo-da-unicamp.ghtml" target="_blank" rel="noopener" title="">NESTE LINK</a>.</strong></p><p>The post <a href="https://www.cancerthera.org.br/g1-mais-pobres-tem-maior-risco-de-morte-por-cancer-mesmo-com-menos-diagnosticos-aponta-estudo-da-unicamp/">G1 | Mais pobres têm maior risco de morte por câncer, mesmo com menos diagnósticos, aponta estudo da Unicamp</a> first appeared on <a href="https://www.cancerthera.org.br">CEPID CancerThera</a>.</p>]]></content:encoded>
					
		
		
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