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	<title>CEPID CancerThera</title>
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	<description>Centro de Inovação Teranóstica em Câncer</description>
	<lastBuildDate>Mon, 25 May 2026 15:43:58 +0000</lastBuildDate>
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		<title>Pesquisadora principal no CEPID CancerThera, Elba Etchebehere passa a integrar conselho de novo periódico do grupo The Lancet</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Jornalismo CancerThera]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 25 May 2026 15:25:47 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A Dra. Elba Etchebehere, médica nuclear e pesquisadora principal no CEPID CancerThera, acaba de ser nomeada membro do Conselho Consultivo Internacional (International Advisory Board) do The Lancet Medical Imaging &#38; [&#8230;]</p>
<p>The post <a href="https://www.cancerthera.org.br/pesquisadora-principal-no-cepid-cancerthera-elba-etchebehere-passa-a-integrar-conselho-de-novo-periodico-do-grupo-the-lancet/">Pesquisadora principal no CEPID CancerThera, Elba Etchebehere passa a integrar conselho de novo periódico do grupo The Lancet</a> first appeared on <a href="https://www.cancerthera.org.br">CEPID CancerThera</a>.</p>]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="wp-block-image">
<figure class="alignleft size-large is-resized"><img fetchpriority="high" decoding="async" width="1024" height="849" src="https://www.cancerthera.org.br/wp-content/uploads/2024/09/elba-etchebehere_2024-11-1024x849.jpg" alt="" class="wp-image-11318" style="width:367px;height:auto" srcset="https://www.cancerthera.org.br/wp-content/uploads/2024/09/elba-etchebehere_2024-11-1024x849.jpg 1024w, https://www.cancerthera.org.br/wp-content/uploads/2024/09/elba-etchebehere_2024-11-300x249.jpg 300w, https://www.cancerthera.org.br/wp-content/uploads/2024/09/elba-etchebehere_2024-11-1536x1274.jpg 1536w, https://www.cancerthera.org.br/wp-content/uploads/2024/09/elba-etchebehere_2024-11-2048x1699.jpg 2048w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /><figcaption class="wp-element-caption"><strong><a href="https://www.cancerthera.org.br/equipe-cancerthera/elba-cristina-sa-de-camargo-etchebehere/" target="_blank" rel="noopener" title="">Elba Etchebehere</a></strong>, médica nuclear e pesquisadora principal no CancerThera.</figcaption></figure></div>


<p>A Dra. <a href="https://www.cancerthera.org.br/equipe-cancerthera/elba-cristina-sa-de-camargo-etchebehere/" target="_blank" rel="noopener" title=""><strong>Elba Etchebehere</strong></a>, médica nuclear e pesquisadora principal no <a href="https://www.cancerthera.org.br/sobre-o-cancerthera/" target="_blank" rel="noopener" title="">CEPID CancerThera</a>, acaba de ser nomeada membro do Conselho Consultivo Internacional (International Advisory Board) do <a href="https://www.thelancet.com/lanmit/about" target="_blank" rel="noopener" title=""><em>The Lancet Medical Imaging &amp; Theranostics</em></a>, o mais novo periódico científico de acesso aberto do grupo The Lancet. </p>



<p>A revista, lançada em fevereiro de 2026, terá sua primeira edição publicada em agosto de 2026, e terá como foco pesquisas inovadoras e de alto impacto clínico em modalidades como Medicina Nuclear (incluindo PET/CT, SPECT/CT e Teranóstico) e Radiologia (incluindo ressonância magnética, ultrassonografia, tomografia computadorizada etc.).</p>



<p>Para a especialista, que também é professora da Faculdade de Ciências Médicas da Universidade Estadual de Campinas (FCM/Unicamp) e presidente da Sociedade Brasileira de Medicina Nuclear e Imagem Molecular (SBMN), a nomeação é um reconhecimento significativo e uma oportunidade de impacto global. &#8220;Recebo com honra o convite&#8221;, celebra Etchebehere.</p>



<p><strong>O papel da nova conselheira</strong></p>


<div class="wp-block-image">
<figure class="alignright size-full is-resized"><img decoding="async" src="https://www.cancerthera.org.br/wp-content/uploads/2026/05/LANMIT_capa_25-05-2026.jpg" alt="" class="wp-image-15049" style="width:304px;height:auto"/><figcaption class="wp-element-caption">Capa da primeira edição da revista <a href="https://www.thelancet.com/lanmit/about" target="_blank" rel="noopener" title=""><em>The Lancet Medical Imaging &amp; Theranostics</em></a>, com publicação prevista para agosto de 2026.</figcaption></figure></div>


<p>O periódico tem como proposta principal publicar aplicações inéditas de imagem para triagem, diagnóstico, prognóstico e tratamento de doenças em todas as especialidades médicas. Destacando a relevância da criação de um veículo científico focado exclusivamente nestes avanços contínuos, a pesquisadora enfatiza a relevância da publicação: &#8220;O lançamento de um periódico de excelência com este escopo pelo grupo The Lancet é um marco fundamental para a nossa área; o Teranóstico e a imagem médica avançada estão revolucionando a medicina personalizada, e ter um espaço dedicado exclusivamente a pesquisas de alto nível certamente acelerará a chegada de novas tecnologias à prática clínica&#8221;.</p>



<p>Etchebehere aconselhará a equipe editorial, liderada pela editora-chefe <a href="https://www.thelancet.com/lanmit/about" target="_blank" rel="noopener" title="">Ali Landman</a>, sobre os mais recentes desenvolvimentos e tendências da especialidade. Os membros do conselho também atuarão como embaixadores globais da revista, auxiliando na indicação de revisores, no fornecimento de <em>feedback</em> sobre o desenvolvimento do periódico e no mapeamento de grandes ensaios clínicos e pesquisas ao redor do mundo.</p>



<p>A presença da pesquisadora no grupo consolida a inserção de instituições brasileiras de excelência no cenário científico internacional. Nesse sentido, a médica ressalta o caráter colaborativo da nova publicação: &#8220;A iniciativa reunirá especialistas internacionais em torno de discussões científicas e clínicas sobre diagnóstico, prognóstico e tratamento de doenças em diferentes especialidades médicas. Agradeço pela confiança e por poder contribuir com esse importante projeto internacional, também representando a FCM/Unicamp e a SBMN&#8221;.</p>



<hr class="wp-block-separator has-alpha-channel-opacity"/>



<p class="has-text-align-center"><em><sup><strong>Texto:</strong>&nbsp;<a href="https://www.cancerthera.org.br/equipe-cancerthera/romulo-santana-osthues/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Romulo Santana Osthues</a></sup></em></p><p>The post <a href="https://www.cancerthera.org.br/pesquisadora-principal-no-cepid-cancerthera-elba-etchebehere-passa-a-integrar-conselho-de-novo-periodico-do-grupo-the-lancet/">Pesquisadora principal no CEPID CancerThera, Elba Etchebehere passa a integrar conselho de novo periódico do grupo The Lancet</a> first appeared on <a href="https://www.cancerthera.org.br">CEPID CancerThera</a>.</p>]]></content:encoded>
					
		
		
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		<title>EPTV &#124; Estudo da Unicamp revela risco de morte por câncer até 3 vezes maior entre os mais pobres</title>
		<link>https://www.cancerthera.org.br/eptv-estudo-da-unicamp-revela-risco-de-morte-por-cancer-ate-3-vezes-maior-entre-os-mais-pobres/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Jornalismo CancerThera]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 11 May 2026 18:58:43 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Na Mídia]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Pesquisa analisou dados de 2010 a 2019 de Campinas (SP) e aponta que moradores de áreas vulneráveis têm menos acesso a diagnóstico e tratamento. Mortalidade é agravada por dependência do [&#8230;]</p>
<p>The post <a href="https://www.cancerthera.org.br/eptv-estudo-da-unicamp-revela-risco-de-morte-por-cancer-ate-3-vezes-maior-entre-os-mais-pobres/">EPTV | Estudo da Unicamp revela risco de morte por câncer até 3 vezes maior entre os mais pobres</a> first appeared on <a href="https://www.cancerthera.org.br">CEPID CancerThera</a>.</p>]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Pesquisa analisou dados de 2010 a 2019 de Campinas (SP) e aponta que moradores de áreas vulneráveis têm menos acesso a diagnóstico e tratamento. Mortalidade é agravada por dependência do SUS, demora em exames e desigualdade no atendimento.</p>



<figure class="wp-block-image size-full"><img decoding="async" width="1920" height="1080" src="https://www.cancerthera.org.br/wp-content/uploads/2026/05/Jornal-EPTV-RCBP_CT_Na-Midia_07-05-2026_c.png" alt="" class="wp-image-15009" srcset="https://www.cancerthera.org.br/wp-content/uploads/2026/05/Jornal-EPTV-RCBP_CT_Na-Midia_07-05-2026_c.png 1920w, https://www.cancerthera.org.br/wp-content/uploads/2026/05/Jornal-EPTV-RCBP_CT_Na-Midia_07-05-2026_c-300x169.png 300w, https://www.cancerthera.org.br/wp-content/uploads/2026/05/Jornal-EPTV-RCBP_CT_Na-Midia_07-05-2026_c-1024x576.png 1024w" sizes="(max-width: 1920px) 100vw, 1920px" /></figure>



<p><strong>Jornal da EPTV 2 | Estudo da Unicamp revela risco de morte por câncer até 3 vezes maior entre os mais pobres</strong>.</p>



<hr class="wp-block-separator has-alpha-channel-opacity"/>



<p class="has-text-align-center"><strong>VÍDEO ORIGINAL <a href="https://globoplay.globo.com/v/14593669/" target="_blank" rel="noopener" title="">NESTE LINK</a>.</strong></p>



<p></p><p>The post <a href="https://www.cancerthera.org.br/eptv-estudo-da-unicamp-revela-risco-de-morte-por-cancer-ate-3-vezes-maior-entre-os-mais-pobres/">EPTV | Estudo da Unicamp revela risco de morte por câncer até 3 vezes maior entre os mais pobres</a> first appeared on <a href="https://www.cancerthera.org.br">CEPID CancerThera</a>.</p>]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>G1 &#124; Mais pobres têm maior risco de morte por câncer, mesmo com menos diagnósticos, aponta estudo da Unicamp</title>
		<link>https://www.cancerthera.org.br/g1-mais-pobres-tem-maior-risco-de-morte-por-cancer-mesmo-com-menos-diagnosticos-aponta-estudo-da-unicamp/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Jornalismo CancerThera]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 11 May 2026 18:51:55 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Na Mídia]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Pesquisa analisou dados de Campinas por 10 anos e indica que moradores de áreas vulneráveis enfrentam mais dificuldade para diagnóstico e tratamento e a mortalidade pode ser até três vezes [&#8230;]</p>
<p>The post <a href="https://www.cancerthera.org.br/g1-mais-pobres-tem-maior-risco-de-morte-por-cancer-mesmo-com-menos-diagnosticos-aponta-estudo-da-unicamp/">G1 | Mais pobres têm maior risco de morte por câncer, mesmo com menos diagnósticos, aponta estudo da Unicamp</a> first appeared on <a href="https://www.cancerthera.org.br">CEPID CancerThera</a>.</p>]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><em>Pesquisa analisou dados de Campinas por 10 anos e indica que moradores de áreas vulneráveis enfrentam mais dificuldade para diagnóstico e tratamento e a mortalidade pode ser até três vezes maior.</em><br><br>Por <strong>g1 Campinas e Região</strong></p>


<div class="wp-block-image">
<figure class="alignleft size-large is-resized"><img decoding="async" width="1024" height="1024" src="https://www.cancerthera.org.br/wp-content/uploads/2026/05/g1_RCBP_CT_Na-Midia_07-05-2026-1024x1024.png" alt="" class="wp-image-15003" style="width:309px;height:auto" srcset="https://www.cancerthera.org.br/wp-content/uploads/2026/05/g1_RCBP_CT_Na-Midia_07-05-2026-1024x1024.png 1024w, https://www.cancerthera.org.br/wp-content/uploads/2026/05/g1_RCBP_CT_Na-Midia_07-05-2026-300x300.png 300w, https://www.cancerthera.org.br/wp-content/uploads/2026/05/g1_RCBP_CT_Na-Midia_07-05-2026-150x150.png 150w, https://www.cancerthera.org.br/wp-content/uploads/2026/05/g1_RCBP_CT_Na-Midia_07-05-2026.png 1080w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /></figure></div>


<p>Um estudo da&nbsp;<a class="" href="https://g1.globo.com/educacao/universidade/unicamp/">Unicamp</a>&nbsp;apontou que moradores de áreas mais vulneráveis de&nbsp;<a class="" href="https://g1.globo.com/sp/campinas-regiao/cidade/campinas/">Campinas</a>&nbsp;(SP)&nbsp;têm maior risco de morte por câncer, mesmo com menor incidência de casos nesses grupos.</p>



<p>Segundo pesquisadores do Centro de Inovação Teranóstica em Câncer (CancerThera),&nbsp;<strong>o acesso desigual aos serviços de saúde é um dos principais fatores para esse cenário</strong>. O trabalho foi publicado na revista científica internacional&nbsp;<em>Cancer Epidemiology</em>.</p>



<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow">
<p>&#8220;Os dados mostram que a mortalidade por câncer pode ser até três vezes maior entre os mais vulneráveis, evidenciando que pode haver acesso tardio ao diagnóstico e ao tratamento&#8221;, afirma a epidemiologista Andrea von Zuben.</p>
</blockquote>



<p>Para os autores, os dados indicam&nbsp;<strong>subdiagnóstico</strong>:&nbsp;a população mais vulnerável não necessariamente adoece menos, mas tem menos acesso a exames e descobre a doença em estágios mais avançados.</p>



<p><strong>Entre os principais problemas identificados nesses grupos estão:</strong></p>



<ul class="wp-block-list">
<li>Dependência quase exclusiva do SUS;</li>



<li>Maior tempo de espera para exames e consultas;</li>



<li>Diagnósticos tardios e menor chance de cura.</li>
</ul>



<p>Segundo Andrea von Zuben, o estudo que teve como base uma década de dados deixa claro que&nbsp;&#8220;a desigualdade em saúde não só persiste, como em alguns casos está aumentando, exigindo políticas públicas direcionadas e territorializadas.&#8221;</p>



<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow">
<p>&#8220;O câncer não vai diminuir, o câncer só vai aumentar. Então, nós temos que nos preparar&#8221;, afirma Carmino Antonio de Souza, pesquisador responsável pelo CancerThera.</p>
</blockquote>



<h2 class="wp-block-heading has-text-align-center">(…)</h2>



<hr class="wp-block-separator has-alpha-channel-opacity"/>



<p class="has-text-align-center"><strong>LEIA O TEXTO ORIGINAL NA ÍNTEGRA <a href="https://g1.globo.com/sp/campinas-regiao/noticia/2026/05/07/mais-pobres-tem-maior-risco-de-morte-por-cancer-mesmo-com-menos-diagnosticos-aponta-estudo-da-unicamp.ghtml" target="_blank" rel="noopener" title="">NESTE LINK</a>.</strong></p><p>The post <a href="https://www.cancerthera.org.br/g1-mais-pobres-tem-maior-risco-de-morte-por-cancer-mesmo-com-menos-diagnosticos-aponta-estudo-da-unicamp/">G1 | Mais pobres têm maior risco de morte por câncer, mesmo com menos diagnósticos, aponta estudo da Unicamp</a> first appeared on <a href="https://www.cancerthera.org.br">CEPID CancerThera</a>.</p>]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Estudo do CEPID CancerThera revela que a vulnerabilidade social interfere no prognóstico de pacientes com câncer em Campinas</title>
		<link>https://www.cancerthera.org.br/estudo-do-cepid-cancerthera-revela-que-a-vulnerabilidade-social-interfere-no-prognostico-de-pacientes-com-cancer-em-campinas/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Jornalismo CancerThera]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 07 May 2026 20:49:16 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Campinas possui um Índice de Desenvolvimento Humano (IDH) considerado muito alto (0,805) e uma taxa de urbanização de 98,28%, números frequentemente comparáveis aos de países de alta renda. No entanto, [&#8230;]</p>
<p>The post <a href="https://www.cancerthera.org.br/estudo-do-cepid-cancerthera-revela-que-a-vulnerabilidade-social-interfere-no-prognostico-de-pacientes-com-cancer-em-campinas/">Estudo do CEPID CancerThera revela que a vulnerabilidade social interfere no prognóstico de pacientes com câncer em Campinas</a> first appeared on <a href="https://www.cancerthera.org.br">CEPID CancerThera</a>.</p>]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="wp-block-image">
<figure class="alignleft size-full is-resized"><img loading="lazy" decoding="async" width="576" height="768" src="https://www.cancerthera.org.br/wp-content/uploads/2026/05/capa_cancer-epidemiology_07-05-2026.jpg" alt="" class="wp-image-14976" style="width:306px;height:auto" srcset="https://www.cancerthera.org.br/wp-content/uploads/2026/05/capa_cancer-epidemiology_07-05-2026.jpg 576w, https://www.cancerthera.org.br/wp-content/uploads/2026/05/capa_cancer-epidemiology_07-05-2026-225x300.jpg 225w" sizes="(max-width: 576px) 100vw, 576px" /><figcaption class="wp-element-caption"><em><a href="https://www.sciencedirect.com/science/article/pii/S1877782126001177" target="_blank" rel="noopener" title="">O impacto das desigualdades sociais na incidência e na mortalidade por câncer em uma cidade brasileira: dados do Registro de Câncer de Base Populacional</a></em> é o título do artigo publicado na revista <em>Cancer Epidemiology</em> (volume 103) pelos pesquisadores do CancerThera. </figcaption></figure></div>


<p>Campinas possui um Índice de Desenvolvimento Humano (IDH) considerado muito alto (0,805) e uma taxa de urbanização de 98,28%, números frequentemente comparáveis aos de países de alta renda. No entanto, um levantamento epidemiológico minucioso, conduzido por pesquisadores do Centro de Inovação Teranóstica em Câncer (CancerThera), sediado no Centro de Hematologia e Hemoterapia da Universidade Estadual de Campinas (Hemocentro/Unicamp), revela uma face preocupante: a vulnerabilidade social no município é um fator determinante para a mortalidade por câncer.</p>



<p>Atualmente, segundo o último censo demográfico, Campinas abriga mais de 1,186 milhão de habitantes. Através dos dados do Registro de Câncer de Base Populacional (RCBP) de Campinas — um dos poucos do país auditados e chancelados pela Agência Internacional de Pesquisa em Câncer (IARC), entidade ligada à Organização Mundial da Saúde (OMS) —, os pesquisadores mapearam as disparidades no diagnóstico e na letalidade dos tumores mais comuns entre os munícipes: próstata, estômago, mama, pulmão, cavidade oral, colo do útero e colorretal.</p>



<p>O estudo analisou dados consolidados de 10 anos consecutivos (2010 a 2019), cruzando as informações do RCBP com o Sistema de Informação sobre Mortalidade (SIM), do Governo Federal, e o Índice Paulista de Vulnerabilidade Social (IPVS), mantido pelo Governo do Estado, para avaliar a incidência e a mortalidade por câncer, lançando luz sobre como a doença afeta de maneira desigual ricos e pobres no mesmo município.&nbsp;</p>



<p>Para fins estatísticos, foi utilizado o Índice Relativo de Desigualdade (RII), que quantifica a magnitude das desigualdades em saúde, ordenando os estratos sociais da menor para a maior vulnerabilidade socioeconômica com base na distribuição cumulativa da população. No estudo, o RII foi aplicado para avaliar as disparidades na incidência e na mortalidade por diferentes tipos de câncer em Campinas ao longo de dois recortes temporais (2010–2014 e 2015–2019). Além de medir a desigualdade isolada de cada período, os pesquisadores utilizaram o RII atrelado a um termo de interação temporal para avaliar se a iniquidade no acesso ao diagnóstico e ao tratamento do câncer se agravou, diminuiu ou permaneceu estável ao longo da década analisada.</p>



<p>O Dr. <a href="https://www.cancerthera.org.br/equipe-cancerthera/carmino-antonio-de-souza/" target="_blank" rel="noopener" title="">Carmino Antonio de Souza</a>, médico onco-hematologista, professor da Faculdade de Ciências Médicas da Unicamp e pesquisador responsável pelo CancerThera, destaca um dos principais paradoxos revelados pelo estudo. &#8220;A cidade como um todo é poderosa, com um dos IDHs mais altos do Brasil, mas não é homogênea. Você tem áreas com IDH ideal, igual a dos países da Escandinávia, por exemplo, mas há regiões com inúmeras vulnerabilidades&#8221;, avalia o pesquisador, que também foi secretário de Saúde de Campinas de 2013 a 2020.</p>



<p>O artigo resultante do estudo acaba de ser <a href="https://www.sciencedirect.com/science/article/pii/S1877782126001177" target="_blank" rel="noopener" title="">publicado</a> na revista científica <em>Cancer Epidemiology</em> (volume 103) sob o título “O impacto das desigualdades sociais na incidência e na mortalidade por câncer em uma cidade brasileira: dados do Registro de Câncer de Base Populacional”.</p>



<h4 class="wp-block-heading"><strong>Diferenças entre tipos de câncer e desigualdades populacionais</strong></h4>



<p>Ao aplicar a lente da desigualdade socioeconômica, o estudo encontrou diferenças drásticas e até crescentes. Um dos achados mais paradoxais do estudo é que a incidência total de câncer (a soma de todos os diagnósticos) é estatisticamente menor entre as populações mais vulneráveis. No entanto, a mortalidade geral é significativamente maior nesses mesmos grupos. Para os pesquisadores, isso demonstra um grave problema de subdiagnóstico: as pessoas mais pobres não estão adoecendo menos; elas simplesmente não têm acesso a exames para descobrir a doença, o que explicaria por que morrem mais e mais rápido quando finalmente chegam ao sistema de saúde.&nbsp;</p>



<p>No caso do <strong>câncer de próstata</strong>, embora a incidência (novos casos) tenha caído na população masculina de Campinas de forma modesta, a desigualdade na mortalidade aumentou significativamente: o risco de morte chegou a ser três vezes maior entre os homens mais vulneráveis (mais pobres) no período de 2015 a 2019 quando comparado aos cinco anos anteriores. Algumas justificativas estão nas barreiras socioculturais, como menor escolaridade, menor letramento em saúde e preconceitos relacionados ao exame de toque retal, que contribuem para a busca tardia por atendimento, geralmente apenas quando os sintomas já são graves.</p>



<p>A Dra. <a href="https://www.cancerthera.org.br/equipe-cancerthera/andrea-paula-bruno-von-zuben/" target="_blank" rel="noopener" title="">Andrea Paula Bruno von Zuben</a>, epidemiologista e pesquisadora associada ao CancerThera, reforça que esse fato se deve a variações estruturais profundas. &#8220;Homens em situação de maior vulnerabilidade dependem quase exclusivamente do Sistema Único de Saúde (SUS), onde enfrentam maiores tempos de espera para consultas especializadas, exames diagnósticos como o Antígeno Prostático Específico (PSA), biópsia e ressonância, e para o início do tratamento&#8221;, esclarece.</p>



<p>E completa: “Como consequência, grande parte desses pacientes recebe o diagnóstico em estágios mais avançados da doença, o que reduz as chances de cura e controle clínico”. Já os homens de menor vulnerabilidade social têm acesso mais rápido a urologistas, realizam diagnóstico mais precocemente e iniciam o tratamento de forma oportuna, o que aumenta substancialmente as chances de sobrevida.</p>



<p>Outro dado relevante é o do <strong>câncer de cavidade oral</strong>, cuja desigualdade na mortalidade também permaneceu consistentemente maior, com o risco de morte chegando a ser 3,3 vezes maior entre os mais pobres. Segundo Zuben, falhas na atenção básica local podem estar influenciando o problema. &#8220;A proporção de equipes de saúde bucal no SUS é inferior ao ideal para o tamanho da população, com foco ainda muito centrado em procedimentos curativos, como restaurações e extrações, em detrimento de ações sistemáticas de rastreamento e busca ativa&#8221;, alerta a pesquisadora, salientando ainda que lesões simples na boca podem evoluir para casos fatais devido ao acesso tardio a biópsias e cirurgias de cabeça e pescoço.</p>



<p>Quanto ao <strong>câncer de estômago</strong>, embora Campinas acompanhe a tendência nacional de queda geral na incidência e na mortalidade entre os homens, o estudo revela que a doença ainda atinge mais a população pobre. Os dados mostram que homens socialmente vulneráveis continuam registrando as maiores taxas de adoecimento e morte devido a barreiras no acesso ao diagnóstico precoce e à maior exposição a fatores de risco tais como fatores genéticos, excesso de sal, alimentos armazenados fora de geladeira e, finalmente, a bactéria <em>Helicobacter pylori</em>, associada a diversos tipos de tumores gástricos. </p>



<p>O cenário é pior entre o público feminino, que sofreu com o surgimento de uma nova disparidade: se no início da década passada a incidência atingia os diferentes grupos sociais de forma semelhante (sem desigualdade), entre 2015 e 2019, o câncer de estômago passou a atingir com mais força justamente as mulheres de baixa renda. Para os pesquisadores, o agravamento dessa disparidade evidencia a urgente necessidade de políticas públicas de saúde com foco em equidade para garantir que a queda geral nos números não mascare o avanço da doença nas periferias.</p>



<p>O estudo do CancerThera também elucida as médias gerais ao analisar a saúde da mulher, revelando um abismo entre as classes sociais. O <strong>câncer de mama</strong>, por exemplo, apresenta maior incidência entre as mulheres menos vulneráveis (as mais ricas), mas isso é consequência de fatores reprodutivos (como ter filhos mais tarde ou não ter filhos, além de menor número de gestações) e um maior acesso a exames preventivos (como mamografias e ultrassonografias). A mortalidade também acompanha esse grupo devido à alta incidência da doença, no entanto, o acesso rápido à rede de saúde permite maiores taxas de cura, diferente das mulheres das áreas vulneráveis, que frequentemente descobrem a doença em estágios avançados.</p>



<p>Em outra ponta, o <strong>câncer de colo do útero</strong> — uma doença altamente prevenível através da vacina contra o Papiloma Vírus Humano (HPV) — quase desapareceu como causa de morte nas áreas ricas de Campinas, mas continua significativo nas regiões mais vulneráveis do município, nas quais é 3,6 vezes maior. &#8220;Quando você observa o câncer de colo uterino na cidade como um todo, ele desaparece das 10 primeiras causas de morte por câncer, mas quando você vai para uma região mais vulnerável, ele está presente ainda&#8221;, exemplifica o pesquisador.</p>



<p>Mais um alerta importante aos gestores públicos que o estudo traz é o do crescimento da incidência e da mortalidade por <strong>câncer de pulmão</strong> entre as mulheres. Diferentemente do que ocorria no passado, as mortes de mulheres por tumores pulmonares apresentaram uma forte tendência de alta, um reflexo tardio da mudança de hábitos, como o aumento do tabagismo entre elas. “Esse padrão é consistente com o que a literatura epidemiológica mundial documenta sobre a transição do tabagismo por gênero”, avalia Andrea von Zuben.</p>



<p>A pesquisadora diz que, embora tenha recursos e iniciativas importantes para abordar o câncer de pulmão, Campinas enfrenta desafios estruturais, como a pressão sobre a rede pública: “Relatórios recentes demonstram aumento de atendimentos oncológicos e filas de espera para iniciar tratamento, destacando a necessidade de mais capacidade instalada e agilidade no diagnóstico e no tratamento, especialmente para grupos vulneráveis”.</p>



<p>Já o <strong>câncer colorretal</strong> (ou câncer de intestino) esbarra na dificuldade de serem ofertados exames complexos, como colonoscopia, em larga escala pelo SUS. O estudo apontou um período de transição: a desigualdade na incidência dessa doença, que antes era muito mais comum nos mais ricos, está diminuindo entre as diferentes classes sociais da cidade. No entanto, um dado preocupante foi registrado entre os homens: a mortalidade geral pela doença aumentou e a desigualdade sofreu uma inversão, indicando que os óbitos por câncer de intestino estão passando a se concentrar na população masculina mais vulnerável. O câncer colorretal, muito ligado ao consumo de ultraprocessados, à obesidade e ao sedentarismo, pode se tornar uma das maiores causas de morte evitável entre os mais pobres nos próximos anos.</p>



<h4 class="wp-block-heading"><strong>Pesquisar a fundo para fundamentar políticas públicas</strong></h4>



<p>A situação nacional de diagnósticos em estágios avançados ainda é vista como um gargalo. &#8220;É constrangedora. Nós temos um volume de diagnóstico de casos avançados que não é compatível com o nível de desenvolvimento que temos. E aí, é claro, se o diagnóstico é tardio, pior é o prognóstico&#8221;, lamenta Carmino de Souza, reforçando que dados locais robustos são a principal ferramenta para reverter esse contexto.</p>



<p>Desde 2017, uma lei municipal (Lei nº 15.371/2017) tornou o câncer uma doença de notificação compulsória em Campinas. Hoje, uma equipe técnica da Secretaria de Saúde monitora ativamente dezenas de laboratórios de patologia, garantindo que nenhum diagnóstico passe despercebido, independentemente de o paciente ser atendido no SUS ou na rede privada.</p>



<p>O objetivo dos autores do estudo, ao divulgar e interpretar os dados do RCBP, do SIM e do IPVS, é subsidiar a gestão pública de saúde local e estadual para o enfrentamento das iniquidades. Para eles, o uso sistemático de informações geográficas e de alta qualidade é a principal estratégia para direcionar o rastreamento, fortalecer a atenção primária, antecipar diagnósticos e, de fato, salvar vidas com tratamento adequado.</p>



<p>Historicamente, o próprio RCBP de Campinas já serviu para alterar o rastreamento na cidade: ao notar uma alta de casos agressivos de câncer de mama em mulheres mais jovens, o município antecipou a idade para a realização de mamografias antes mesmo da recomendação federal. &#8220;A política pública em câncer não é diminuir o número de casos, porque não vai diminuir. A política pública é fazer cada vez mais diagnósticos e tentar prevenir o avanço da doença&#8221;, defende o pesquisador.</p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>SAIBA MAIS</strong></h3>



<figure class="wp-block-image size-full"><img loading="lazy" decoding="async" width="1002" height="649" src="https://www.cancerthera.org.br/wp-content/uploads/2026/05/image.png" alt="" class="wp-image-14974" srcset="https://www.cancerthera.org.br/wp-content/uploads/2026/05/image.png 1002w, https://www.cancerthera.org.br/wp-content/uploads/2026/05/image-300x194.png 300w" sizes="(max-width: 1002px) 100vw, 1002px" /><figcaption class="wp-element-caption"><strong>Áreas de abrangência das Unidades Básicas de Saúde (UBS) no município de Campinas, de acordo com os Estratos de Vulnerabilidade Social (EVS)</strong>.</figcaption></figure>



<p>Para entender as desigualdades, os pesquisadores não olharam para a cidade como um bloco único, eles utilizaram o mapa de atendimento de todas as UBSs do município e calcularam uma &#8220;nota&#8221; social para cada uma delas com base em dados socioeconômicos do Estado de São Paulo. O mapa acima resume esse cruzamento de dados dividindo o território em três grandes zonas: EVS1 (Áreas Claras) – Bairros e regiões com a menor vulnerabilidade social (populações mais ricas); EVS2 (Áreas Intermediárias) – Regiões de transição; EVS3 (Áreas Escuras) – Regiões periféricas com a maior vulnerabilidade social (populações mais pobres).</p>



<p>A sobreposição dos casos de câncer sobre o mapa permitiu aos pesquisadores compreenderem que o local onde a pessoa mora e sua condição social interferem no seu acesso ao diagnóstico e em suas chances de sobreviver ao câncer em Campinas.</p>



<hr class="wp-block-separator has-alpha-channel-opacity"/>



<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow">
<p><strong>Nota de esclarecimento</strong>: O estudo em questão se limita às análises epidemiológicas e não investigou diretamente os determinantes causais dos achados. Portanto, as interpretações apresentadas se baseiam no conhecimento acumulado da literatura científica em epidemiologia do câncer, o que pode não refletir integralmente as especificidades do contexto local de Campinas.</p>
</blockquote>



<hr class="wp-block-separator has-alpha-channel-opacity"/>



<p><strong>São autores do trabalho</strong>:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>Dra. <a href="https://lattes.cnpq.br/6281883636461385" target="_blank" rel="noopener" title="">Andrea Paula Bruno von Zuben</a> — Epidemiologista, coordenadora de informação do Hospital Municipal Mário Gatti (Campinas, São Paulo) e pesquisadora associada ao CEPID CancerThera.</li>



<li>Dra. <a href="https://scholar.google.com/citations?user=2PlelpAAAAAJ&amp;hl=pt-BR" target="_blank" rel="noopener" title="">Maria do Carmo Ferreira</a> — Pesquisadora de pós-doutorado do Programa de Projetos de Pesquisa e Ensino do Instituto Nacional de Câncer.</li>



<li>Dra. <a href="https://bv.fapesp.br/pt/pesquisador/3429/marilisa-berti-de-azevedo-barros/" target="_blank" rel="noopener" title="">Marilisa Berti de Azevedo Barros</a> — Professora Titular de Epidemiologia, na FCM/Unicamp.</li>



<li>Ma. <a href="https://lattes.cnpq.br/2150651952768487" target="_blank" rel="noopener" title="">Juliana Nativo</a> — Coordenadora do Registro de Câncer de Base Populacional, no Departamento de Vigilância em Saúde.</li>



<li>Dra. <a href="https://www.cancerthera.org.br/equipe-cancerthera/maria-elvira-p-correa/" target="_blank" rel="noopener" title="">M. Elvira P. Correa</a> — Pesquisadora de pós-doutorado em Gestão Executiva de Pesquisa no CEPID CancerThera, no Hemocentro/Unicamp.</li>



<li>Dr. <a href="https://www.cancerthera.org.br/equipe-cancerthera/carmino-antonio-de-souza/" target="_blank" rel="noopener" title="">Carmino Antônio de Souza</a> — Professor Titular de Hematologia, na FCM/Unicamp, e pesquisador responsável pelo CEPID CancerThera, no Hemocentro/Unicamp.</li>
</ul>



<hr class="wp-block-separator has-alpha-channel-opacity"/>



<p class="has-text-align-center"><em><sup><strong>Texto:</strong> <a href="https://www.cancerthera.org.br/equipe-cancerthera/romulo-santana-osthues/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Romulo Santana Osthues</a></sup></em></p><p>The post <a href="https://www.cancerthera.org.br/estudo-do-cepid-cancerthera-revela-que-a-vulnerabilidade-social-interfere-no-prognostico-de-pacientes-com-cancer-em-campinas/">Estudo do CEPID CancerThera revela que a vulnerabilidade social interfere no prognóstico de pacientes com câncer em Campinas</a> first appeared on <a href="https://www.cancerthera.org.br">CEPID CancerThera</a>.</p>]]></content:encoded>
					
		
		
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		<item>
		<title>CORREIO POPULAR &#124; Novo tratamento para câncer de pele da Unicamp gera esperança aos pacientes</title>
		<link>https://www.cancerthera.org.br/correio-popular-novo-tratamento-para-cancer-de-pele-da-unicamp-gera-esperanca-aos-pacientes/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Jornalismo CancerThera]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 05 May 2026 11:27:34 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Na Mídia]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://www.cancerthera.org.br/?p=14992</guid>

					<description><![CDATA[<p>O objetivo do estudo é evitar a possível perda de parte do rosto e de outras áreas do corpo Por Mariana Camb&#97;&#47;&#109;&#97;&#114;&#x69;&#x61;&#x6e;&#x61;&#x2e;&#x63;&#x61;mba&#64;&#114;&#97;&#99;&#46;&#99;&#x6f;&#x6d;&#x2e;&#x62;&#x72; Pesquisadores da Faculdade de Ciências Médicas (FCM) e [&#8230;]</p>
<p>The post <a href="https://www.cancerthera.org.br/correio-popular-novo-tratamento-para-cancer-de-pele-da-unicamp-gera-esperanca-aos-pacientes/">CORREIO POPULAR | Novo tratamento para câncer de pele da Unicamp gera esperança aos pacientes</a> first appeared on <a href="https://www.cancerthera.org.br">CEPID CancerThera</a>.</p>]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><em>O objetivo do estudo é evitar a possível perda de parte do rosto e de outras áreas do corpo</em></p>



<p>Por <strong>Mariana &#67;&#x61;m&#x62;&#x61;&#47;&#x6d;a&#114;&#x69;&#97;&#x6e;a&#46;&#x63;a&#x6d;b&#97;&#x40;r&#x61;&#x63;&#46;&#x63;o&#109;&#x2e;&#98;&#x72;</strong></p>


<div class="wp-block-image">
<figure class="alignleft size-large is-resized"><img loading="lazy" decoding="async" width="1024" height="1024" src="https://www.cancerthera.org.br/wp-content/uploads/2026/05/Correio-Popular-Corbi-Carmen_CT_Na-Midia_05-05-2026-1-1024x1024.png" alt="" class="wp-image-14994" style="width:383px;height:auto" srcset="https://www.cancerthera.org.br/wp-content/uploads/2026/05/Correio-Popular-Corbi-Carmen_CT_Na-Midia_05-05-2026-1-1024x1024.png 1024w, https://www.cancerthera.org.br/wp-content/uploads/2026/05/Correio-Popular-Corbi-Carmen_CT_Na-Midia_05-05-2026-1-300x300.png 300w, https://www.cancerthera.org.br/wp-content/uploads/2026/05/Correio-Popular-Corbi-Carmen_CT_Na-Midia_05-05-2026-1-150x150.png 150w, https://www.cancerthera.org.br/wp-content/uploads/2026/05/Correio-Popular-Corbi-Carmen_CT_Na-Midia_05-05-2026-1.png 1080w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /></figure></div>


<p>Pesquisadores da Faculdade de Ciências Médicas (FCM) e do Instituto de Química (IQ) da Unicamp desenvolveram um tratamento promissor para o câncer de pele, como uma alternativa à remoção cirúrgica de áreas lesionadas pelo tumor. A pesquisa parte da mistura do complexo de prata e de um anti-inflamatório, que nos testes iniciais apresentou resultado positivo com a remissão parcial e total da doença em animais e, agora, segue na fase de testes clínicos em humanos. O estudo parte do uso do fármaco por meio de uma membrana, desenvolvida em parceria com a Faculdade de Araraquara, que deve ser aplicada sobre a pele como um adesivo desenvolvido de acordo com a região lesionada de cada paciente.&nbsp;</p>



<p>Segundo o professor associado do IQ e coordenador do Laboratório de Pesquisas em Química Bioinorgânica e Medicinal (LQBM) da Unicamp, Pedro Paulo Corbi, compostos com metais, como a prata, são eficazes no tratamento de lesões de pele, assim como as causadas pelo Carcinoma de Células Escamosas (CCE) — o segundo tipo mais comum de câncer de pele, com origem nas principais células da epiderme e que ocorre devido a vários fatores, como a exposição ao sol.&nbsp;</p>



<h2 class="wp-block-heading has-text-align-center"><br>(…)</h2>



<hr class="wp-block-separator has-alpha-channel-opacity"/>



<p class="has-text-align-center"><strong>LEIA O TEXTO ORIGINAL NA ÍNTEGRA <a href="https://correio.rac.com.br/saude/novo-tratamento-para-cancer-de-pele-da-unicamp-gera-esperanca-aos-pacientes-1.1802083" target="_blank" rel="noopener" title="">NESTE LINK</a>.</strong></p><p>The post <a href="https://www.cancerthera.org.br/correio-popular-novo-tratamento-para-cancer-de-pele-da-unicamp-gera-esperanca-aos-pacientes/">CORREIO POPULAR | Novo tratamento para câncer de pele da Unicamp gera esperança aos pacientes</a> first appeared on <a href="https://www.cancerthera.org.br">CEPID CancerThera</a>.</p>]]></content:encoded>
					
		
		
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		<item>
		<title>AGÊNCIA SP &#124; Unicamp desenvolve novo tratamento contra câncer de pele</title>
		<link>https://www.cancerthera.org.br/agencia-sp-unicamp-desenvolve-novo-tratamento-contra-cancer-de-pele/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Jornalismo CancerThera]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 04 May 2026 12:56:55 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Na Mídia]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://www.cancerthera.org.br/?p=14970</guid>

					<description><![CDATA[<p>Um composto inovador, nascido da mistura de um complexo de prata combinado com um anti-inflamatório começou a ser testado em humanos no início deste ano Por Agência SP O câncer [&#8230;]</p>
<p>The post <a href="https://www.cancerthera.org.br/agencia-sp-unicamp-desenvolve-novo-tratamento-contra-cancer-de-pele/">AGÊNCIA SP | Unicamp desenvolve novo tratamento contra câncer de pele</a> first appeared on <a href="https://www.cancerthera.org.br">CEPID CancerThera</a>.</p>]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><em>Um composto inovador, nascido da mistura de um complexo de prata combinado com um anti-inflamatório começou a ser testado em humanos no início deste ano</em></p>



<p>Por <a href="https://www.agenciasp.sp.gov.br/" target="_blank" rel="noopener" title="">Agência SP</a></p>


<div class="wp-block-image">
<figure class="alignleft size-large is-resized"><img loading="lazy" decoding="async" width="1024" height="1024" src="https://www.cancerthera.org.br/wp-content/uploads/2026/05/Agencia-SP_prata-nimesulida_CT_Na-Midia_04-05-2026-1024x1024.png" alt="" class="wp-image-14971" style="width:365px;height:auto" srcset="https://www.cancerthera.org.br/wp-content/uploads/2026/05/Agencia-SP_prata-nimesulida_CT_Na-Midia_04-05-2026-1024x1024.png 1024w, https://www.cancerthera.org.br/wp-content/uploads/2026/05/Agencia-SP_prata-nimesulida_CT_Na-Midia_04-05-2026-300x300.png 300w, https://www.cancerthera.org.br/wp-content/uploads/2026/05/Agencia-SP_prata-nimesulida_CT_Na-Midia_04-05-2026-150x150.png 150w, https://www.cancerthera.org.br/wp-content/uploads/2026/05/Agencia-SP_prata-nimesulida_CT_Na-Midia_04-05-2026.png 1080w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /></figure></div>


<p>O câncer de pele não melanoma não é o tipo mais letal, nem o mais agressivo – mas é o de maior incidência no Brasil e traz consigo alto potencial estigmatizante. Tumor que atinge regiões expostas ao sol – como o rosto, orelhas, boca, braços, pernas e pescoço –, é geralmente tratado com o que os médicos chamam de “ressecção cirúrgica”, a remoção de uma parte ou da totalidade do órgão ou tecido atingidos, num procedimento que pode deixar cicatrizes ou resultar em mutilação.</p>



<p>“Muitas vezes, o paciente perde partes do nariz, das orelhas, ou fica com cicatrizes profundas na boca ou em outras partes do corpo, o que provoca uma pressão social muito grande”, diz o químico Pedro Paulo Corbi, coordenador do Laboratório de Pesquisas em Química Bioinorgânica e Medicinal (LQBM) da Unicamp. Há 12 anos, Corbi trabalha no desenvolvimento de uma molécula que, agora, após colaboração com a médica oncologista Carmen Silvia Passos Lima – coordenadora do Serviço de Oncologia Clínica do Hospital de Clínicas (HC) da Unicamp e do Laboratório de Genética do Câncer (Lageca) da Faculdade de Ciências Médicas (FCM) da Unicamp – e com a farmacêutica Gisele Goulart, pesquisadora do Lageca, tem se mostrado altamente promissora no tratamento desse tipo de enfermidade.</p>



<h2 class="wp-block-heading has-text-align-center">(…)</h2>



<hr class="wp-block-separator has-alpha-channel-opacity"/>



<p class="has-text-align-center"><strong>LEIA O TEXTO ORIGINAL NA ÍNTEGRA <a href="https://www.agenciasp.sp.gov.br/unicamp-desenvolve-novo-tratamento-contra-cancer-de-pele/" target="_blank" rel="noopener" title="">NESTE LINK</a>.</strong></p><p>The post <a href="https://www.cancerthera.org.br/agencia-sp-unicamp-desenvolve-novo-tratamento-contra-cancer-de-pele/">AGÊNCIA SP | Unicamp desenvolve novo tratamento contra câncer de pele</a> first appeared on <a href="https://www.cancerthera.org.br">CEPID CancerThera</a>.</p>]]></content:encoded>
					
		
		
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		<item>
		<title>G1 &#124; IA da Unicamp mapeia músculo e gordura de pacientes com câncer em menos de 1 minuto e pode guiar tratamento</title>
		<link>https://www.cancerthera.org.br/g1-ia-da-unicamp-mapeia-musculo-e-gordura-de-pacientes-com-cancer-em-menos-de-1-minuto-e-pode-guiar-tratamento/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Jornalismo CancerThera]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 04 May 2026 12:06:48 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Na Mídia]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://www.cancerthera.org.br/?p=14967</guid>

					<description><![CDATA[<p>Por Yasmin Castro, g1 Campinas e Região Programa analisa tomografias e consegue diferenciar cada tipo de gordura e massa muscular. Ferramenta pode proporcionar prognósticos mais exatos e terapias personalizadas. Pesquisadores da&#160;Unicamp&#160;desenvolveram [&#8230;]</p>
<p>The post <a href="https://www.cancerthera.org.br/g1-ia-da-unicamp-mapeia-musculo-e-gordura-de-pacientes-com-cancer-em-menos-de-1-minuto-e-pode-guiar-tratamento/">G1 | IA da Unicamp mapeia músculo e gordura de pacientes com câncer em menos de 1 minuto e pode guiar tratamento</a> first appeared on <a href="https://www.cancerthera.org.br">CEPID CancerThera</a>.</p>]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Por <a href="https://g1.globo.com/autores/yasmin-castro/">Yasmin Castro</a>, g1 Campinas e Região</p>



<p><em>Programa analisa tomografias e consegue diferenciar cada tipo de gordura e massa muscular. Ferramenta pode proporcionar prognósticos mais exatos e terapias personalizadas.</em></p>


<div class="wp-block-image">
<figure class="alignleft size-large is-resized"><img loading="lazy" decoding="async" width="1024" height="1024" src="https://www.cancerthera.org.br/wp-content/uploads/2026/05/g1-IA_CT_Na-Midia-02-05-2026-1024x1024.png" alt="" class="wp-image-14968" style="width:390px;height:auto" srcset="https://www.cancerthera.org.br/wp-content/uploads/2026/05/g1-IA_CT_Na-Midia-02-05-2026-1024x1024.png 1024w, https://www.cancerthera.org.br/wp-content/uploads/2026/05/g1-IA_CT_Na-Midia-02-05-2026-300x300.png 300w, https://www.cancerthera.org.br/wp-content/uploads/2026/05/g1-IA_CT_Na-Midia-02-05-2026-150x150.png 150w, https://www.cancerthera.org.br/wp-content/uploads/2026/05/g1-IA_CT_Na-Midia-02-05-2026.png 1080w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /></figure></div>


<p>Pesquisadores da&nbsp;<a class="" href="https://g1.globo.com/educacao/universidade/unicamp/">Unicamp</a>&nbsp;desenvolveram um modelo de inteligência artificial capaz de&nbsp;mapear em detalhes a composição corporal de pacientes com câncer, incluindo músculos e gordura, em&nbsp;<strong>menos de um minuto</strong>, a partir de exames de tomografia computadorizada.</p>



<p>A tecnologia, que otimiza um&nbsp;processo que antes levava até uma hora para ser feito manualmente, pode contribuir para prognósticos mais precisos e direcionar tratamentos de forma personalizada. A expectativa é que o sistema apoie decisões médicas no futuro.</p>



<p>Hoje, a perspectiva clínica sobre uma pessoa em tratamento se baseia, principalmente, nas características do tumor, como tamanho e metástases. A análise da composição corporal é uma forma de ampliar a leitura, considerando o organismo do paciente e sua resposta ao tratamento.</p>



<h2 class="wp-block-heading has-text-align-center">(…)</h2>



<hr class="wp-block-separator has-alpha-channel-opacity"/>



<p class="has-text-align-center"><strong>LEIA O TEXTO ORIGINAL NA ÍNTEGRA <a href="https://g1.globo.com/google/amp/sp/campinas-regiao/noticia/2026/05/02/ia-da-unicamp-mapeia-musculo-e-gordura-de-pacientes-com-cancer-em-menos-de-1-minuto-e-pode-guiar-tratamento.ghtml" target="_blank" rel="noopener" title="">NESTE LINK</a>.</strong></p><p>The post <a href="https://www.cancerthera.org.br/g1-ia-da-unicamp-mapeia-musculo-e-gordura-de-pacientes-com-cancer-em-menos-de-1-minuto-e-pode-guiar-tratamento/">G1 | IA da Unicamp mapeia músculo e gordura de pacientes com câncer em menos de 1 minuto e pode guiar tratamento</a> first appeared on <a href="https://www.cancerthera.org.br">CEPID CancerThera</a>.</p>]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>BAND &#124; Estudo promete revolucionar tratamento de câncer de pele</title>
		<link>https://www.cancerthera.org.br/band-estudo-promete-revolucionar-tratamento-de-cancer-de-pele/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Jornalismo CancerThera]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 30 Apr 2026 21:04:07 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Na Mídia]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://www.cancerthera.org.br/?p=14959</guid>

					<description><![CDATA[<p>Reportagem: Guilherme CelegatoImagens: Márcio Santos Pesquisa da Unicamp com composto inovador mistura complexo de prata com um anti-inflamatório. Testes com humanos teve início no começo do ano. VÍDEO ORIGINAL NESTE LINK.</p>
<p>The post <a href="https://www.cancerthera.org.br/band-estudo-promete-revolucionar-tratamento-de-cancer-de-pele/">BAND | Estudo promete revolucionar tratamento de câncer de pele</a> first appeared on <a href="https://www.cancerthera.org.br">CEPID CancerThera</a>.</p>]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Reportagem</strong>: Guilherme Celegato<br><strong>Imagens</strong>: Márcio Santos<br><br>Pesquisa da Unicamp com composto inovador mistura complexo de prata com um anti-inflamatório. Testes com humanos teve início no começo do ano.</p>



<figure class="wp-block-embed is-type-video is-provider-youtube wp-block-embed-youtube wp-embed-aspect-16-9 wp-has-aspect-ratio"><div class="wp-block-embed__wrapper">
<iframe title="Estudo promete revolucionar tratamento de câncer de pele | Jornal da Noite" width="780" height="439" src="https://www.youtube.com/embed/0NfR-9HFmyQ?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe>
</div></figure>



<hr class="wp-block-separator has-alpha-channel-opacity"/>



<p class="has-text-align-center"><strong>VÍDEO ORIGINAL <a href="https://www.youtube.com/watch?v=0NfR-9HFmyQ" target="_blank" rel="noopener" title="">NESTE LINK</a>.</strong></p><p>The post <a href="https://www.cancerthera.org.br/band-estudo-promete-revolucionar-tratamento-de-cancer-de-pele/">BAND | Estudo promete revolucionar tratamento de câncer de pele</a> first appeared on <a href="https://www.cancerthera.org.br">CEPID CancerThera</a>.</p>]]></content:encoded>
					
		
		
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		<title>ESTADÃO &#124; É falso que folhas de macaxeira curem leucemia em crianças</title>
		<link>https://www.cancerthera.org.br/estadao-e-falso-que-folhas-de-macaxeira-curem-leucemia-em-criancas/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Jornalismo CancerThera]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 29 Apr 2026 20:01:12 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Na Mídia]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://www.cancerthera.org.br/?p=14956</guid>

					<description><![CDATA[<p>Por Gabriela Meireles Apesar dos benefícios para a saúde, não há evidência científica de que alimento possa reverter quadro da doença O que estão compartilhando: relato de uma pessoa que diz ter [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Por </strong><a href="https://www.estadao.com.br/autores/gabriela-meireles/">Gabriela Meireles</a></p>


<div class="wp-block-image">
<figure class="alignleft size-large is-resized"><img loading="lazy" decoding="async" width="1024" height="1024" src="https://www.cancerthera.org.br/wp-content/uploads/2026/04/estadao-verifica-macaxeira_CT_Na-Midia_29-04-2026-1024x1024.png" alt="" class="wp-image-14957" style="width:275px;height:auto" srcset="https://www.cancerthera.org.br/wp-content/uploads/2026/04/estadao-verifica-macaxeira_CT_Na-Midia_29-04-2026-1024x1024.png 1024w, https://www.cancerthera.org.br/wp-content/uploads/2026/04/estadao-verifica-macaxeira_CT_Na-Midia_29-04-2026-300x300.png 300w, https://www.cancerthera.org.br/wp-content/uploads/2026/04/estadao-verifica-macaxeira_CT_Na-Midia_29-04-2026-150x150.png 150w, https://www.cancerthera.org.br/wp-content/uploads/2026/04/estadao-verifica-macaxeira_CT_Na-Midia_29-04-2026.png 1080w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /></figure></div>


<p><em>Apesar dos benefícios para a saúde, não há evidência científica de que alimento possa reverter quadro da doença</em><br><br><strong>O que estão compartilhando: </strong>relato de uma pessoa que diz ter adicionado folhas de macaxeira na comida de uma criança com leucemia por 15 dias, o que teria sido suficiente para reverter a doença.</p>



<p><strong>O Estadão Verifica investigou e concluiu que:</strong>&nbsp;é falso. Não existem evidências científicas que conectem o uso de folhas de macaxeira ao desaparecimento de quadros de leucemia, um tipo de&nbsp;<a href="https://www.estadao.com.br/tv/brasil/leucemia-o-que-e-quais-os-sintomas-e-como-e-o-tratamento-especialista-esclarece/?srsltid=AfmBOorl3TKATB32_oPRKPNo_uc4BO021LSz6jqk_mrtUCItw1QsUGCZ" target="_blank" rel="noreferrer noopener">câncer provocado na medula óssea</a>. Especialistas explicam que leucemias na infância são altamente curáveis quando há diagnóstico precoce e tratamento com quimioterapia.</p>


<div class="wp-block-image">
<figure class="aligncenter"><img decoding="async" src="https://www.estadao.com.br/resizer/v2/UBGZEPQYFFHVFP6V4GR6KFXOZQ.png?quality=80&amp;auth=206d4d316914f6f81afca73b5658502a5a16b4f3ac4146e6fb861c82a4bdd5ac&amp;width=380" alt="Não existem evidências científicas conectando folhas de macaxeira/mandioca/aipim ao desaparecimento de quadros de leucemia."/><figcaption class="wp-element-caption">Não existem evidências científicas conectando folhas de macaxeira/mandioca/aipim ao desaparecimento de quadros de leucemia.&nbsp;<em>Foto:&nbsp;Reprodução/Facebook</em></figcaption></figure></div>


<h2 class="wp-block-heading has-text-align-center">(…)</h2>



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<p class="has-text-align-center"><strong>LEIA O TEXTO ORIGINAL NA ÍNTEGRA <a href="https://www.estadao.com.br/estadao-verifica/e-falso-que-folhas-de-macaxeira-curem-leucemia-em-criancas/" target="_blank" rel="noopener" title="">NESTE LINK</a>.</strong></p>



<p><br></p><p>The post <a href="https://www.cancerthera.org.br/estadao-e-falso-que-folhas-de-macaxeira-curem-leucemia-em-criancas/">ESTADÃO | É falso que folhas de macaxeira curem leucemia em crianças</a> first appeared on <a href="https://www.cancerthera.org.br">CEPID CancerThera</a>.</p>]]></content:encoded>
					
		
		
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		<title>Câncer de estômago: estudo de pesquisadores do CEPID CancerThera mostra como a gravidade da doença pode ser avaliada com base em programa de computador desenvolvido com IA</title>
		<link>https://www.cancerthera.org.br/cancer-de-estomago-estudo-de-pesquisadores-do-cepid-cancerthera-mostra-como-a-gravidade-da-doenca-pode-ser-avaliada-com-base-em-programa-de-computador-desenvolvido-com-ia/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Jornalismo CancerThera]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 28 Apr 2026 18:07:26 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://www.cancerthera.org.br/?p=14717</guid>

					<description><![CDATA[<p>Nos últimos anos, a forma como a Oncologia classifica a gravidade de um câncer ganhou um novo recurso graças ao desenvolvimento de programas de computador com Inteligência Artificial (IA) aplicada [&#8230;]</p>
<p>The post <a href="https://www.cancerthera.org.br/cancer-de-estomago-estudo-de-pesquisadores-do-cepid-cancerthera-mostra-como-a-gravidade-da-doenca-pode-ser-avaliada-com-base-em-programa-de-computador-desenvolvido-com-ia/">Câncer de estômago: estudo de pesquisadores do CEPID CancerThera mostra como a gravidade da doença pode ser avaliada com base em programa de computador desenvolvido com IA</a> first appeared on <a href="https://www.cancerthera.org.br">CEPID CancerThera</a>.</p>]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="wp-block-image">
<figure class="alignright size-full is-resized"><img loading="lazy" decoding="async" width="575" height="768" src="https://www.cancerthera.org.br/wp-content/uploads/2026/04/IMU_cover.jpg" alt="" class="wp-image-14718" style="width:252px;height:auto" srcset="https://www.cancerthera.org.br/wp-content/uploads/2026/04/IMU_cover.jpg 575w, https://www.cancerthera.org.br/wp-content/uploads/2026/04/IMU_cover-225x300.jpg 225w" sizes="(max-width: 575px) 100vw, 575px" /><figcaption class="wp-element-caption"><em>Informatics in Medicine Unlocked</em> (volume 52, 2025): <a href="https://www.sciencedirect.com/science/article/pii/S2352914824001655" target="_blank" rel="noopener" title="">Melhorando a previsão de prognóstico do câncer gástrico ressecável: Uma análise de aprendizado de máquina combinando características clínicas e radiômica da composição corporal</a> é o título do estudo publicado pelos pesquisadores da Unicamp.</figcaption></figure></div>


<p>Nos últimos anos, a forma como a Oncologia classifica a gravidade de um câncer ganhou um novo recurso graças ao desenvolvimento de programas de computador com Inteligência Artificial (IA) aplicada à área médica.</p>



<p>Um estudo recente, por exemplo, conduzido por pesquisadores na Universidade Estadual de Campinas (Unicamp), demonstrou que a análise automatizada da composição corporal de pacientes com câncer gástrico (ou de estômago) é capaz de prever os riscos de mortalidade de forma precisa quando se medem características específicas de músculos e gorduras através de Tomografias Computadorizadas (CTs).</p>



<p>O estudo foi publicado na revista científica <em>Informatics in Medicine Unlocked</em> (volume 52, 2025) sob o título <a href="https://www.sciencedirect.com/science/article/pii/S2352914824001655" target="_blank" rel="noopener" title=""><em>Melhorando a previsão de prognóstico do câncer gástrico ressecável: Uma análise de aprendizado de máquina combinando características clínicas e radiômica da composição corporal</em></a> (do inglês “Improving resectable gastric cancer prognosis prediction: A machine learning analysis combining clinical features and body composition radiomics”), sendo conduzido por pesquisadores do Instituto de Física Gleb Wataghin (IFGW) e da Faculdade de Ciências Médicas (FCM) da Unicamp – entre eles, os do <a href="https://www.cancerthera.org.br/sobre-o-cancerthera/" target="_blank" rel="noopener" title="">CEPID CancerThera</a>.</p>



<h4 class="wp-block-heading"><strong>O que o sistema de estadiamento padrão não vê</strong></h4>



<p>Estadiar (ou realizar o estadiamento) é o processo médico de avaliar a gravidade e a extensão de um câncer no corpo do paciente para tentar prever como a doença vai evoluir e ajudar os profissionais de saúde a definirem o melhor tratamento.&nbsp;</p>



<p>Historicamente, a Oncologia se apoia em um sistema de estadiamento conhecido por TNM para prever desfechos clínicos. A sigla, em inglês, se refere a <em>Tumor</em> (tamanho e extensão do tumor principal), <em>Node</em> (que indica se o câncer atingiu os linfonodos) e <em>Metastasis</em> (apontando se a doença se espalhou para outros órgãos).</p>



<p>Por não avaliar a composição corporal, apenas o TNM não consegue dimensionar toda a diversidade de formas de manifestação do câncer, o que pode resultar em pacientes classificados em um mesmo estágio da doença (como os Estágios II ou III), apresentando evoluções e tempos de sobrevida muito diferentes. Essa falta de precisão pode levar a situações nas quais a gravidade é subestimada pelo sistema TNM ou, por outro lado, pode causar um sobretratamento em pacientes que seriam de baixo risco.&nbsp;</p>



<div class="wp-block-columns is-layout-flex wp-container-core-columns-is-layout-9d6595d7 wp-block-columns-is-layout-flex">
<div class="wp-block-column is-layout-flow wp-block-column-is-layout-flow" style="flex-basis:50%">
<p>&#8220;O que mostramos na nossa linha de pesquisa e neste estudo de forma mais detalhada com a IA é que o TNM é apenas parte da história&#8221;, explica o Dr. <a href="https://www.cancerthera.org.br/equipe-cancerthera/jose-barreto-campello-carvalheira/" target="_blank" rel="noopener" title="">José Barreto Campello Carvalheira</a>, oncologista, professor titular da FCM/Unicamp e pesquisador principal no CancerThera. &#8220;Ao incorporar a composição corporal – especialmente características quantitativas do músculo e da gordura extraídas por <strong>radiômica</strong><em> </em>– passamos a estadiar não apenas o tumor, mas o paciente como um todo&#8221;.</p>



<p>Para chegar a essas conclusões, a equipe utilizou dados e imagens tomográficas (da altura da terceira vértebra lombar – a L3) de 276 pacientes com câncer gástrico tratados no Hospital de Clínicas da Unicamp entre 2009 e 2018. Por meio de algoritmos de aprendizado de máquina, o <a href="https://www.cancerthera.org.br/programa-de-computador-desenvolvido-com-ia-no-cepid-cancerthera-auxilia-a-analise-da-composicao-corporal-de-pacientes-com-cancer/" target="_blank" rel="noopener" title="">programa de computador</a> desenvolvido com IA analisou as imagens e extraiu dados radiômicos complexos sobre a composição corporal (especialmente, músculos e gorduras).</p>
</div>



<div class="wp-block-column is-layout-flow wp-block-column-is-layout-flow" style="flex-basis:50%">
<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow" style="font-size:13px;text-transform:uppercase">
<p class="has-text-align-left has-medium-font-size"><strong><mark style="background-color:#4e4f4f" class="has-inline-color has-white-color">O que é radiômica?</mark></strong></p>
<cite>é uma técnica que utiliza algoritmos de caracterização de dados para extrair, quantificar e analisar informações detalhadas a partir de exames de imagens médicas, como as CTs. Ela atua como um biomarcador não invasivo, permitindo que computadores quantifiquem de forma abrangente as características físicas e estruturais de um tumor ou do corpo de um paciente.<br><br>a radiômica avalia a distribuição dos valores dos pixels e consegue computar inúmeras características matemáticas e estatísticas. Entre as métricas extraídas por esse método estão: percentis da escala de tons de cinza ou radiodensidade (como os percentis 10 e 90 citados anteriormente); entropia, energia e variância; e mediana, assimetria e curtose.</cite></blockquote>
</div>
</div>



<p>O algoritmo cruzou a composição corporal com dados clínicos e identificou que pacientes no Estágio II (teoricamente menos grave), mas que apresentavam um corpo classificado pela IA como de &#8220;alto risco&#8221;, tiveram uma expectativa de vida idêntica à de pacientes no Estágio III. “Isso é potencialmente disruptivo porque explica uma limitação clássica da Oncologia: pacientes no mesmo estágio apresentam evoluções muito diferentes”, pontua o médico. &#8220;Ou seja, existe uma heterogeneidade biológica relevante que, sozinho, o TNM não captura&#8221;, completa.</p>



<figure class="wp-block-image size-large"><img loading="lazy" decoding="async" width="1024" height="576" src="https://www.cancerthera.org.br/wp-content/uploads/2026/04/analise-c3-lom_14-04-2026_menor-1024x576.jpg" alt="" class="wp-image-14744" srcset="https://www.cancerthera.org.br/wp-content/uploads/2026/04/analise-c3-lom_14-04-2026_menor-1024x576.jpg 1024w, https://www.cancerthera.org.br/wp-content/uploads/2026/04/analise-c3-lom_14-04-2026_menor-300x169.jpg 300w, https://www.cancerthera.org.br/wp-content/uploads/2026/04/analise-c3-lom_14-04-2026_menor.jpg 1920w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /><figcaption class="wp-element-caption">Imagem tomográfica da altura da <strong>terceira vértebra lombar</strong>, conhecida como L3.</figcaption></figure>



<h4 class="wp-block-heading"><strong>A massa corporal e a evolução da doença</strong></h4>



<p>Quando são analisadas as estruturas corporais com precisão (pela tomografia e pela radiômica), sinais indiretos de processos importantes podem ser identificados. O estudo revelou que as extremidades da densidade (os percentis 10 e 90) do músculo e da gordura visceral foram os preditores mais fortes de sobrevivência. Pacientes com radiodensidade anormalmente alta na gordura visceral apresentaram maior perda de peso, menor Índice de Massa Corporal e, consequentemente, viram seu tempo de vida mediano cair pela metade.</p>



<p>As alterações observadas pelos profissionais de saúde funcionam como um retrato de processos graves, como inflamações crônicas (que podem favorecer o crescimento tumoral) e caquexia (uma síndrome de perda extrema de peso e músculo que debilita o paciente e reduz a sua capacidade de tolerar quimioterapias). &#8220;Embora o câncer esteja no estômago, ele não é uma doença isolada – ele interage com todo o organismo. Músculos e gorduras são tecidos metabolicamente ativos e refletem o &#8216;estado interno&#8217; do corpo&#8221;, detalha José Barreto.</p>



<p>O pesquisador resume a dinâmica biológica da doença: &#8220;O tumor é o problema, mas o estado do corpo define o quanto o paciente consegue reagir a ele. A IA apenas nos ajuda a medir isso com muito mais precisão do que era possível antes&#8221;.</p>



<h4 class="wp-block-heading"><strong>Um salto em escala e o papel da IA</strong></h4>



<p>Até pouco tempo, realizar essa análise de segmentação de tecidos imagem por imagem era um trabalho exaustivo, demorado e estritamente manual. Com o novo programa de IA, o gargalo operacional deixa de existir. &#8220;De fato, o algoritmo permite que a análise da composição corporal seja feita em larga escala&#8221;, ressalta o físico <a href="http://lattes.cnpq.br/6535470738548434" target="_blank" rel="noopener" title="">Gianni Shigeru Setoue Liveraro</a>, doutorando no IFGW/Unicamp e autor principal do estudo publicado na revista <em>Informatics in Medicine Unlocked</em>.</p>



<p>&#8220;No contexto médico, a IA tem sido usada principalmente como uma ferramenta: ela realiza tarefas pontuais e bem determinadas, mas não toma decisões sobre o que deve ser feito. As decisões continuam sendo tomadas por profissionais qualificados&#8221;, esclarece o pesquisador. Na visão de Liveraro, o objetivo do programa desenvolvido é otimizar a rotina clínica: &#8220;Os resultados deverão ser diagnósticos mais precisos e tratamentos mais eficazes, levando a uma melhor qualidade de vida dos pacientes&#8221;.</p>



<p>Apesar dos resultados promissores, os cientistas envolvidos no desenvolvimento do <a href="https://www.cancerthera.org.br/programa-de-computador-desenvolvido-com-ia-no-cepid-cancerthera-auxilia-a-analise-da-composicao-corporal-de-pacientes-com-cancer/" target="_blank" rel="noopener" title="">programa de computador</a> usado para segmentação e na sua aplicação médica mantêm a cautela metodológica. O programa, que já teve seu <a href="https://tecnologias.inova.unicamp.br/tecnologia/pc346_segmentacao/" target="_blank" rel="noopener" title="">registro efetuado</a> com apoio da <a href="https://www.inova.unicamp.br/" target="_blank" rel="noopener" title="">Agência de Inovação Inova Unicamp</a>, ainda precisará ser testado em outros estudos clínicos prospectivos e com múltiplos centros de saúde. </p>



<p>Atualmente, os dados fornecidos pelo programa devem ser usados apenas para classificar o nível de risco de cada paciente com câncer de estômago, ajudando a prever quem tem maiores chances de complicações. Neste primeiro momento, a tecnologia não serve para determinar mudanças diretas no tratamento oncológico principal – como alterar doses de quimioterapia ou indicar cirurgias diferentes.</p>



<p>O câncer gástrico, segundo o Instituto Nacional de Câncer (Inca), é a <a href="https://www.gov.br/inca/pt-br/assuntos/cancer/tipos/estomago/" target="_blank" rel="noopener" title="">terceira principal causa de mortes por tumores malignos mundialmente</a>, e, mesmo após tratamentos modernos, apresenta altas taxas de recorrência.</p>



<p>Na prática diária dos hospitais, considerando que a taxa de recorrência no câncer gástrico é elevada e a detecção precoce ainda é um desafio, o programa pode funcionar como um importante sinal de alerta, apontando quais pacientes estão mais fragilizados fisicamente e que, por isso, precisam de monitoramento rigoroso e frequente. A partir desse alerta, a equipe de saúde pode agir de forma preventiva em áreas que são fundamentais para a sobrevivência, mas que costumam ser secundárias no tratamento tradicional.&nbsp;</p>



<p>Isso inclui oferecer um suporte nutricional imediato, tentar frear a perda excessiva de massa muscular e controlar inflamações sistêmicas nos doentes identificados como mais vulneráveis. Apenas com a realização de novos estudos no futuro as equipes de saúde poderão saber se a alteração das medicações com base nesses dados ajudará a aumentar o tempo de vida dos pacientes.</p>



<p>“Ainda não sabemos se mudar a conduta com base nesse tipo de modelo melhora a sobrevida. Essa é exatamente a pergunta que precisa ser respondida em estudos prospectivos. Existe, inclusive, um cenário bidirecional a ser testado – tanto intensificar tratamento em pacientes “subestimados” pelo TNM quanto evitar <em>overtreatment</em> em pacientes de baixo risco”, explica o oncologista José Barreto.</p>



<figure class="wp-block-embed is-type-video is-provider-youtube wp-block-embed-youtube wp-embed-aspect-16-9 wp-has-aspect-ratio"><div class="wp-block-embed__wrapper">
<iframe title="Segmentação de CT para Composição Corporal, utilizando AI, em pacientes de cancer gástrico" width="780" height="439" src="https://www.youtube.com/embed/ybE1TbjuTxk?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe>
</div><figcaption class="wp-element-caption">Vídeo produzido pelo pesquisador <a href="https://www.cancerthera.org.br/equipe-cancerthera/jun-takahashi/" target="_blank" rel="noopener" title="">Jun Takahashi</a> explica de maneira simplificada como o programa desenvolvido contribuiu com a equipe de Oncologia na avaliação de dados de pacientes com câncer de estômago.</figcaption></figure>



<p></p>



<hr class="wp-block-separator has-alpha-channel-opacity"/>



<p></p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>Por dentro do programa: como a IA enxerga o corpo do paciente</strong></h3>



<p>O grande trunfo do <a href="https://www.cancerthera.org.br/programa-de-computador-desenvolvido-com-ia-no-cepid-cancerthera-auxilia-a-analise-da-composicao-corporal-de-pacientes-com-cancer/" target="_blank" rel="noopener" title="">programa de computador</a> utilizado é um modelo matemático baseado em Inteligência Artificial (IA) focado na leitura automatizada de Tomografias Computadorizadas (CTs). A principal inovação da ferramenta está no seu nível de detalhamento ao analisar os tecidos musculares e adiposos.&nbsp;</p>



<p>Enquanto algoritmos genéricos costumam identificar órgãos maiores, o programa desenvolvido na Unicamp (com os modelos <a href="https://viso-ai.translate.goog/deep-learning/u-net-a-comprehensive-guide-to-its-architecture-and-applications/" target="_blank" rel="noopener" title="">U-Net</a> e <a href="https://www.geeksforgeeks.org/deep-learning/residual-networks-resnet-deep-learning/" target="_blank" rel="noopener" title="">ResNet18</a>) consegue mapear, a partir da imagem de CT da altura da terceira vértebra lombar (L3), e isolar minuciosamente os músculos e a gordura do paciente em três categorias distintas: a subcutânea (localizada logo abaixo da pele), a visceral (acumulada entre as vísceras) e a intramuscular (entremeada nas fibras dos músculos). O programa faz uma máscara na imagem, separando esses tipos de tecidos e colorindo cada um diferentemente – as imagens originais são geradas em tons de cinza pelo aparelho de CT.</p>



<p>O sucesso do programa foi alcançado ao incorporar a vivência do hospital diretamente na programação. A IA aprendeu a ler as imagens adotando o raciocínio clínico de médicos e nutricionistas. &#8220;Nós trouxemos a experiência de 10 anos da equipe médica para dentro da arquitetura do código”, explica o Dr. <a href="https://www.cancerthera.org.br/equipe-cancerthera/jun-takahashi/" target="_blank" rel="noopener" title="">Jun Takahashi</a>, físico nuclear, professor titular do IFGW/Unicamp, pesquisador associado ao CancerThera e responsável pela equipe que desenvolveu o programa.</p>



<p>A tecnologia resolveu um grande gargalo das pesquisas radiômicas: o tempo. O mapeamento dos tecidos que antes exigia de 30 minutos a uma hora de trabalho manual minucioso da equipe médica, agora é resolvido “em menos de um minuto&#8221;, ressalta o físico. Além da velocidade, que elimina as variações de análise causadas pelo cansaço natural humano e viabiliza pesquisas com grandes volumes de dados, há o ganho em precisão e uniformidade no processo, sendo muito importante para as práticas científicas. Com a capacidade de gerar laudos instantâneos da composição corporal, a ferramenta pavimenta o caminho para intervenções altamente personalizadas.</p>



<blockquote class="wp-block-quote has-text-align-left is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow">
<p><a href="https://www.cancerthera.org.br/programa-de-computador-desenvolvido-com-ia-no-cepid-cancerthera-auxilia-a-analise-da-composicao-corporal-de-pacientes-com-cancer/" target="_blank" rel="noopener" title=""><strong>Neste link</strong></a>, você pode saber os detalhes do desenvolvimento e do funcionamento do programa.</p>
</blockquote>



<figure class="wp-block-image size-large"><img loading="lazy" decoding="async" width="1024" height="524" src="https://www.cancerthera.org.br/wp-content/uploads/2026/04/HU-filtro_PT-1024x524.jpg" alt="" class="wp-image-14729" srcset="https://www.cancerthera.org.br/wp-content/uploads/2026/04/HU-filtro_PT-1024x524.jpg 1024w, https://www.cancerthera.org.br/wp-content/uploads/2026/04/HU-filtro_PT-300x154.jpg 300w, https://www.cancerthera.org.br/wp-content/uploads/2026/04/HU-filtro_PT.jpg 1438w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /><figcaption class="wp-element-caption"><br>Inicialmente, a imagem de entrada passa por uma etapa de pré-processamento com aplicação de filtro de <strong>unidades Hounsfield</strong> (HU). Em seguida, modelos baseados em <strong><a href="https://viso-ai.translate.goog/deep-learning/u-net-a-comprehensive-guide-to-its-architecture-and-applications/" target="_blank" rel="noopener" title="">U-Net</a></strong> combinados com <strong><a href="https://www.geeksforgeeks.org/deep-learning/residual-networks-resnet-deep-learning/" target="_blank" rel="noopener" title="">ResNet18</a></strong> realizam a segmentação dos tecidos, classificando músculo, tecido adiposo intramuscular, adiposo visceral e adiposo subcutâneo. Por fim, um novo filtro de HU é aplicado no pós-processamento, gerando a imagem segmentada final colorida. O diagrama é de autoria dos pesquisadores.</figcaption></figure>



<hr class="wp-block-separator has-alpha-channel-opacity"/>



<p class="has-text-align-center"><em><sup><strong>Texto</strong>&nbsp;<strong>e foto:</strong>&nbsp;<a href="https://www.cancerthera.org.br/equipe-cancerthera/romulo-santana-osthues/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Romulo Santana Osthues</a></sup></em></p><p>The post <a href="https://www.cancerthera.org.br/cancer-de-estomago-estudo-de-pesquisadores-do-cepid-cancerthera-mostra-como-a-gravidade-da-doenca-pode-ser-avaliada-com-base-em-programa-de-computador-desenvolvido-com-ia/">Câncer de estômago: estudo de pesquisadores do CEPID CancerThera mostra como a gravidade da doença pode ser avaliada com base em programa de computador desenvolvido com IA</a> first appeared on <a href="https://www.cancerthera.org.br">CEPID CancerThera</a>.</p>]]></content:encoded>
					
		
		
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